NASA busca ideias para as próximas missões espaciais

A NASA selecionou quatro investigações do Programa Discovery para desenvolver estudos conceituais para novas missões. Ela estimula que as universidades contribuam co ideias, e, em troca, promete um dinheirinho de verba, pois é isso o que a NASA é: uma entidade que tem projetos próprios, mas também administra como a verba que ganha será usada para projetos que enfoquem aeronáutica e Espaço. Claro, isso vai depender muito do quanto de verba acabarão recebendo, mesmo assim temos um vislumbre do que a nossa aventura no Espaço nos reserva.

O Programa Discovery convida cientistas e engenheiros de várias universidades a montar uma equipe para projetar missões científicas de exploração, e a seguir você verá 4 dessas missões, e elas receberão US$ 3 milhões para desenvolver e amadurecer conceitos. Se com 100 mil, 100 mil dólares já se podia fazer um monte de projetos para a vida, que dirá três milhões (ok, é pouco, mas é melhor que nenhum). Vamos dar uma olhadinha:

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Pesquisadores estudam um novo tipo de explosão solar

Você pode pensar que as explosões colossais no Sol e sua ejeção de massa coronal são sempre a mesma coisa, mas não são. Elas são bem reconhecidas e caracterizadas mediante suas características, bem reconhecidas pelos astrofísicos e astrônomos. Ainda assim, o Sol sempre nos surpreende, como é o caso da Reconexão Magnética Forçada.

Agora, pesquisadores do projeto Solar Dynamics Observatory estudam as causas e feitos desse fenômeno, entendendo melhor como é a dinâmica interna de nossa estrelinha particular.

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Bruce McCandless. O Homem que Caminhou pelo Espaço

Algumas pessoas esperam anos para passar por um momento mágico em suas vidas. Nem todas conseguem, mas outras são agraciadas e vivem cada segundo ao sabor de seu desejo desde a infância. Dizem que a solidão é ruim, mas quando é uma solidão acompanhada por milhões, bilhões de pessoas, você não se sente sozinho. É um momento só seu, é um momento incrível. Você fecha os olhos e curte este momento, mesmo sabendo que poderá nunca se repetir. Não importa, aquele é o SEU momento!

Se teve uma pessoa que pôde dizer que viveu isso em plenitude foi o astronauta Bruce McCandless II. O que ele fez de memorável? Ele voou, voou; subiu, subiu. Largou o que o mantinha preso e caiu com estilo, em órbita, livre de amarras. Se teve um homem verdadeiramente livre, foi o Bruce!

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Segundo imprensa, Antártida derreteu e tá pegando fogo, bicho!

“Quando um cachorro morde um homem, não é uma boa história. Um homem mordendo um cachorro, aí sim! É uma boa história”. Várias pessoas já foram creditadas como autores deste adágio, incluindo Mark Twain, que é uma espécie de Clarice Lispector gringa, já que há várias frases creditadas a ele. Na verdade, o autor desta frase está no livro The Stolen Story and Other Newspaper Stories, de Jesse Lynch Williams, escrito em 1899.

Se tem uma coisa patente no jornaleirismo de raiz (e isso não é exclusividade brasileira) é o título causar aquele impacto apocalíptico, já que a notícia mesmo não geraria tanta comoção. Um exemplo disso é o alarmismo que estão criando com uma coisa séria, mas não tão séria pro pessoal das manchetes. Resultado? A Antártida chegou a uma temperatura de 18,3ºC, significando que o gelo todo lá foi pro ralo e virou escárnio do pessoal de Curitiba, o lugar mais frio do Universo, segundo os próprios curitibenses.

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Pesquisa estuda como velocidade de degelo do permafrost aumenta o efeito estufa

O processo intensificado de aquecimento global anda feliz e de vento em popa. As pessoas pensam nos problemas de emissão de CO2, em que só alguém bem estúpido pena que se pode zerar tal emissão (estou olhando pra você, Gregrê). Tão problemático quanto isso é o degelo do permafrost. Basicamente, ele tem ali aprisionado quantidades grandes de metano, CH4. O metano é um gás de efeito estufa mais poderoso que o CO2, embora eu considere que quando o metano vai subindo, ele acaba sendo detonado e virando gás carbônico, mesmo. Isso não é legal, né? Pois é. No Ártico tem muito permafrost, que em última análise, é solo congelado contendo metano. E sabe o que é pior? Este solo congelado está descongelando. Adivinhe o que vai acontecer.

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O mesmerizante mosaico na superfície do Sol

Se você é algum tipo de fixista, achando que o universo é paradinho e só com um pouco de sorte os planetas viajam pelo céu, tenho tristes notícias. Não, nada é paradinho e mesmo o Sol se move. Mais do que isso, a própria superfície do Sol se move; nada no universo é estático, ao contrário do que Cláudio Ptolomeu possa ter achado, mas nem era culpa dele. Ele viveu na Idade do Bronze, e só um imbecil ainda continuaria com aquele mesmo conhecimento arcaico, no qual faltam uns planetas, planetas-anões etc.

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Sinta na pele, mesmo usando uma prótese

Vocês já devem ter notado que eu adoro noticiar coisas que envolvam novas tecnologias para a fabricação de próteses mais eficientes, mais baratas e, raramente, mais eficientes e mais baratas no mesmo pacote. Bem, toda tecnologia em seu estado inicial é cara, cujo preço só vai barateando ao longo do tempo. Ainda assim, é legal acompanhar o que se anda pesquisando por aí.

Por exemplo, uma recente pesquisa partiu do princípio que próteses são legais, ótimas, mas falta uma coisinha: a sensação de tato. Sim, muitas pesquisas enveredam para isso, ainda mais que o tato é um dos nossos principais sentidos. A que eu trago hoje é uma pesquisa sobre pele artificial que traz sensores eletrônicos.

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Pesquisa diz que força das marés serão usadas para combater o malvado CO2

Nada como reeditarem ideias idiotas. E é curioso que por mais idiota que uma ideia seja, parece que mais ela é reeditada. Um exemplo disso é a mania asinina de converter o gás carbônico, esse incrível ser malévolo, em combustível. Toda semana sai uma maluquice a esse respeito com ideias ÇENÇASSIONAIS!

Agora, a mais nova forma de converter CO2 em combustível é usar a força das marés. Não, claro que não é forma direta. Você achou o que? Ainda estamos obedecendo às Leis da Termodinâmica.

Gaseificando a loucura e esperteza de certas pessoas, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Mão molhada? Robô que sua? Pois é! Ciência é maneira, né?

A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.

Ainda assim, as próteses têm um pequeno inconveniente: elas esquentam, já que a parte na qual estão presas não permite perder calor sob a forma de transpiração. Daí o que se faz? Isso mesmo! Uma prótese que “sua” (ok, ela não sua, mas vai assim mesmo, já que você vai continuar lendo de qualquer forma. Não vai?)

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Como um deserto pode nos ajudar a entender Marte

Como saber o que procurar em Marte? Como buscar sinais de vida lá? A resposta é simples e complicada ao mesmo tempo. Deve-se partir de algum parâmetro de comparação. Sendo assim, vamos tirar como exemplo aqui mesmo. Onde estão as mais antigas evidências de vida?

Pesquisadores foram para a Austrália buscar no seu deserto os primeiros sinais de vida na Terra. De repente, isso nos ajuda a identificar o que estamos procurando em Marte.

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