Esporos fofoqueiros contam o que andou rolando na Extinção do Triássico

Há 200 milhões de anos, deu muito ruim no planeta Terra (não que isso seja novidade ou exclusividade. Houve outras extinções em massa. Essa foi apenas mais uma num mundo perfeito, projetado por um desenhista inteligente). A Extinção do Triássico-Jurássico foi uma extinção das mais severas, intensas e das que abalaram geral, quase limando toda a vida na Terra.

Ainda não se tem certeza de como isso aconteceu. Das várias hipóteses, a que mais se aproxima do que ocorreu é a que defende que houve um festival de erupções vulcânicas em escala colossal, já que elas teriam liberado quantidades godzilianas de dióxido de carbono e dióxido de enxofre que teriam feito o favor de causar um aquecimento global sem precedentes. Só que novos dados fornecidos por esporos de samambaia sugerem que pode não ter sido só isso.

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Projeto Ártemis: Quando voltaremos à Lua

Tio Trump já abriu os cofres e já mandou o recado que é pra mandar americanos de volta à Lua. O prazo é 2024 e o nome do projeto é Ártemis,a irmã de Apollo, a Deusa Caçadora que contemplava a Lua. O objetivo primário é voltar lá, mas se pensa em muito mais, como fincar uma residência lá em que cientistas passarão mais tempo na Lua para estudar e descobrir tudo o que tiver lá para ser descoberto. Uma missão como essa é audaciosa, mas audácia é algo que nossos antepassados já tinham desde que o primeiro hominídeo resolveu o que tinha além da soleira de sua “casa”.

Bóra saber mais um pouquinho!

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O Trânsito de Mercúrio pelo Sol

Em maio de 2016, uma sombra redonda foi vista passeando na frente do SOL. A observação feita pelo Solar Dynamics Observatory foi feita em diferentes comprimentos de onda. Trata-se de Mercúrio, cuja orbita coincidiu em ser bem através das lentes do SDO, que registrou tudo por meio de fotos, que foram agrupadas para formar este time lapse.

Você perdeu, mas não fique triste. O próximo trânsito de Mercúrio ocorrerá em no próximo dia 11 de novembro. E o SDO estará lá para registrar tudinho.

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NASA e NOAA monitoram fumaça de incêndios

Incêndios, queimadas e florestas ardendo não são uma coisa legal. Enquanto celebridades e vários países disseram que iam mandar aviões de combate a incêndio para apagar a queimadona megablaster da Amazônia (esses aviões já chegaram?), alguém precisa coletar dados de forma a alertar do que está acontecendo (para depois um acéfalo dizer “NASA… Are you sure?”).

Junto com a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera, o NOAA, a NASA desenvolve tecnologias para saber onde está ocorrendo incêndios, mesmo o rabo quente de yo momma!

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WFIRST, a nova aposta para observação do universo

O Telescópio Infravermelho de Campo Amplo (Wide Field Infrared Survey Telescope – WFIRST) é um observatório espacial que opera (duh!) no espectro de infravermelho que a NASA está desenvolvendo. O WFIRST tem um campo de visão cuja lente é de 2,4 m de largura e terá dois instrumentos científicos: O Wide-Field Instrument, uma câmera de infravermelho próximo de múltiplas bandas de 288 megapixels e uma câmera e espectrômetro de campo de visão pequeno de alto contraste que cobre os comprimentos de onda visível e infravermelho próximo, usando a nova tecnologia de supressão de luz das estrelas.

Essa maravilha nos promete grandes observações, mas você sabe dos detalhes dele?

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Deficientes parciais também têm uma luva maneira pra chamar de sua

Já postei várias pesquisas sobre sistemas robóticos para paraplégicos e tetraplégicos. Mas ninguém disse que é só pra eles. Muitas pessoas com distrofia muscular ou alguma lesão parcial da medula espinhal têm sérias dificuldades para simplesmente segurar coisas com as mãos, até mesmo as menores, como uma caneca.

Os problemas dessas pessoas acabaram! Pesquisadores desenvolveram (e estão testando agora) uma luva robótica que ajuda a restaurar a função da mão. Mas nós sabemos para o que mais ela será usada!

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Criada técnica para ver a beleza interior do seu câncer

A radioterapia é um dos principais métodos de tratamento não-invasivo. O problema é que estamos falando de radiação, e isso manda pro beleléu o tumor, mas se bobear vai você também. É preciso muito cuidado. Raios gama e outros dispositivos direcionados de alta energia resultam na exposição de todos os tecidos que estão a caminho e do outro lado de um alvo, mas não, isso não fará de você um gigantão bombado cinza, nem verde e nem vermelho.

Como disse um amigo cirurgião, no caso dos nefrologistas, eles sabem tudo sobre rins, menos onde eles ficam. Saber onde estão os órgãos importantes em pacientes individuais é legal, pois pode direcionar os PEW PEW PEW da radioterapia com maior eficiência.

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Exoesqueleto é bom e tetraplégico gosta. Taqui mais um

Você ligou o “Disque Paraplégico” e foi redirecionado pra cá? Sim, porque se quis falar com Nosso Senhor Jesus, perdeu tempo, ele não liga pra essas coisas. Tentou falar com alguém de Humanas? Eles devem ter lhe dito que qualquer coisa a fim de mudar a condição de alguém impossibilitado de andar era eugenia. Se você realmente quis saber como poderíamos resolver, caiu no lugar certo, pois, só a Ciência pode resolver este tipo de questão.

Vai um exoesqueleto aí?

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Molde, forja e instalação da Estátua Equestre de Luis XV

A magnífica estátua equestre de Luis XV, esculpida por Edme Bouchardon, demorou muito tempo para ser feita. Ela foi esculpida ao longo de vinte anos, numa técnica fantástica, tendo sido instalada na Praça da Concórdia, em frente ao Champs-Élysées, em 1763. Foi destruída em 11 de agosto de 1792, em plena Revolução Francesa.

Aqui descrevemos como foi o processo de modelagem, fundição do bronze, feitura da estátua e transporte até seu lugar de descanso.

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Pesquisa espacial é importante no dia-a-dia das pessoas? Tem certeza, NASA?

Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.

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