Eu vi o filme “Ela” (Her) e o achei ficção científica de primeira qualidade. Trata-se de um cara cuja profissão é escrever bilhetes para os outros, o tipo de emprego que será muito requisitado no futuro, dada a quantidade de analfabetos e analfabetos funcionais que andam aparecendo por aí. Parece meio como a personagem da Fernanda Montenegro em Central do Brasil, mas diferente do filme brasileiro, o personagem de Joaquin Phoenix foi bem desenvolvido.
Eu não pretendo discutir qualidades técnicas do filme, nem se será justo a posição eu ele terá no Oscar (estou escrevendo antes do resultado). O que eu quero examinar é como será nossa relação com a Inteligência Artificial. Nós, pessoas comuns, e não cientistas.
AVISO: TEREMOS SPOILERS DAQUI EM DIANTE!

O mundo da telepresença é algo fascinante. Você poder interagir a distância com um ambiente, mesmo estando a quilômetros dali, dá um gosto todo especial de ficção científica, mas que é realidade. Não vivemos no futuro. Vivemos um presente maravilhoso, com um amargo gosto de passado quando vemos que muita coisa não mudou há séculos.
A história da Vida na Terra é uma historia de assassinos, silenciosos ou não. Desde meteoros até inundações. De terremotos até ação humana. De vulcões até… algas? Sim, algas. E alguma coisa estava clara que não ia dar certo quando muitas baleias começaram a morrer.
Eu vejo próteses diversas e fico maravilhado de como a Ciência & Tecnologia. Ligas metálicas, polímeros, compósitos e tudo de melhor que se pode usar para substituir ossos está sendo usado. Ainda assim, e por mais que se use motores e amortecedores, ainda não conseguimos algo semelhante aos músculos.
Os cabelos crespos (cognominado "cabelo ruim", "pixaim", "cabelo duro", "bom bril" etc.) tem grandes axiomas, e um dos meus preferidos é "cabelo crespo é que nem bandido: ou tá preso ou tá armado". Claro, como você ama Ciência, você adoraria saber por que ele age assim. E é isso que alguns pesquisadores estudaram. Eles queriam entender a física da bagaça, criando o primeiro modelo detalhado em 3D de um fio de cabelo crespo. Cabeleireiros agradecem (ou não).
Eu sempre gostei de museus. A cultura de milênios à sua disposição. Uma história da vida na Terra de BILHÕES de anos. Tudo ali, em armários, cristaleiras, vitrines ou bem na sua frente, podendo até ser tocado (ou não, na maioria dos casos). O problema, entretanto, é a gente ir pra casa, sem poder levar nada daquilo de lembrança. No máximo, se comprar na lojinha (o que não é a mesma coisa, já que um meteorito não é a mesma coisa que uma camiseta com desenho custando quase 100 merréis).
Júpiter é uma fascinação. O Senhor dos Planetas é um poder em si mesmo dada a imensa força de gravidade, sendo apenas superado pelo Sol. Quando o cometa cometa Shoemaker-Levy 9 chegou perto dele em 1994 e os poderes magistrais do Rei dos Planetas-Deuses o atraíram e hoje, o que era o Shoemaker-Levy 9 é parte do próprio Júpiter. Em 1997, um desavisado cometa chamado Hale-Bopp — com seus incríveis 60 quilômetros, seis vezes maior que o cometa Halley — passou por Júpiter, e as imensas forças gravitacionais do Planeta-Deus fizeram-no mudar de curso.
Sempre imaginamos Moscou como uma cidade fria, congelada e lúgubre, mediante seu céu plúmbeo. O que larga maioria não sabe é que a opulência das construções, como o
O título está meio que matéria de jornaleiro em site de notícia, mas em suma é isso mesmo. Grande parte das pessoas não sabem como cientistas pagam as contas das suas pesquisas, seja a compra de material, reagente e instalação, como viagens, coleta de espécimes e comida, porque pesquisador, tal como Soylent Green, também é gente.