Dentro em breve, aliens serão vistos na Europa

De acordo com o planejamento, uma invasão alienígena acontecerá até a década que vem, ao entrar no espaço aéreo de Europa, ou seja lá como eles lá chamam sua atmosfera praticamente inexistente na lua de Júpiter (vocês estavam pensando me outro lugar?). As verbas federais já estão saindo e os técnicos da NASA estão metendo a mão na massa.

Mas o que se espera encontrar em Europa?

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Da escuridão à esperança

Em 1994, o pânico atacou com força os moradores de Los Angeles, Califórnia. As linhas do número de emergência, o famoso 911, começaram a ficar congestionadas. Havia de algo muito errado no céu e algumas pessoas pensaram até que era o Juízo Final. Os atendentes ouviam relatos de estranhas nuvens no céu, como se a Ira de Deus estivesse se manifestando, pronta para punir os pecadores e levar os justos para o reino do Senhor.

A cidade estava um caos. Um terremoto tinha acontecido, as linhas de força foram cortadas e a cidade estava às escuras. O que diabos era aquilo que estava ali em cima, então?

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O que um deputado diz para a Ciencia? “Não sob minha vigilância!”

O Brasil tem sérios problemas, mas 2 são principais, e um decorre do outro. Primeiro, temos políticos imbecis, que ainda vivem na Idade Média (estou olhando para você, Feliciano). Sorte que nem todos os políticos são assim, e daí vem o segundo problema do Brasil: seu povo retardado. Querem uma prova? Que tal o Romário tomando esporro ao desburocratizar a importação de material para pesquisa científica. Afinal, segundo o eleitor médio do Brasil: "Cientista não elegeu você. Não precisamos de ciência, precisamos de remédios".

Para sanar este problema, sorte do povão, temos o ilustre deputado Fábio Garcia, do PSB de Mato Grosso. Ele ergueu o dedo médio e disse algo como "Ciência é meu rabo. Aqui, ó, que eu deixarei!"

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Um dia de Campus Party: Seus amores, seus pecados

Eu não sei se vocês ficaram sabendo, mas ocorreu o Campus Party. Eu, junto com os figurantes do SciCast, fui convidado a participar. Foi uma experiência bem diferente do que eu estava acostumado. Teve prós, teve contras, teve até gente saindo com "pulseira". Teve case do Homem de Ferro e até evocações demoníacas. O que falar do Campus Party, em termos de divulgação científica e inovação?

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Interestelar, a gravidade da má ciência

Antes de começar, vou deixar claro o seguinte: eu não espero ciência de verdade em filmes de Hollywood ou Bollywood. Do Brasil, não espero nem mesmo cinema. EU SEI que o foco é apenas diversão, mas estão falando maravilhas do filme, só porque o Kipp Thorne ajudou no esboço do roteiro. E a Ciência que está ali é só um esboço, mesmo. Porque se a Física de Interestelar é razoável, a Química e a Biologia são pavorosas.

Então, vamos ver… o que podemos falar sobre Interestelar? (SIM TEM SPOILER!)

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Como seriam as auroras em tempo real?

Eu já postei vários time lapses de auroras. Esses vídeos estão acelerados, mostrando uma profusão de movimentos coloridos fantásticos. No mundo real não é daquele jeito. São bem mais lentas… mas podem ser bem mais rápidas. Flashes, piscadas, uma explosão de cores acontecendo bem na sua frente, sem a uniformidade fabricada pelas edições de vídeo.

A seguir veremos dois vídeos de como seriam as auroras sem a aceleração do filme. Não perderam sua magia mesmo assim.

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Pesquisadores estudam o ferro no interior das estrelas e como ele interage com a energia

O Sol, nosso amigo Sol, é a mais fantástica indústria química de nosso sistema. E ele é até pequeno (mas não a menor estrela), em comparação com Betelgeuse. Começando com o simples hidrogênio e acarretando em… nós?… estrelas foram capazes de sintetizar todos os 92 elementos que são encontrados na Natureza. Isso, nós sabemos. O que procuramos entender mais é como as boçais quantidades de energia fluem pelo interior das estrelas. Sempre se teorizou sobre o papel do ferro na inibição da transmissão de energia a partir do núcleo do Sol para perto da borda da sua banda de radiação, a região entre o núcleo do sol e zona de convecção exterior.

Agora, pesquisadores conseguiram recriar experimentalmente o processo, entendendo melhor o que acontece no núcleo das estrelas.

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Terra: esse imenso globo natalino

Já caiu a noite do dia 25 de dezembro. Fiquei com vontade de dar um pequeno presentinho de Natal, antes que ele acabe, se bem que eu nunca acho que acaba. Presentear e ser presenteado é algo muito legal, então eu posso fazê-lo a qualquer momento; então, escolhi o vídeo abaixo, um timelapse  mostrando as luzes, naturais e artificiais, de nosso planeta.

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Resultados da Rosetta sugerem que a água não veio de cometas, mas de asteroides

A Sonda Rosetta tem muito pouco a ver com a pedra decifrada por Champollion. É uma sonda que tem como missão estudar o cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko, carinhosamente conhecido por 67P. A Rosetta foi lançada em 2 de março de 2004, e como usar combustível o tempo todo só existe em filmes, demos um balão na Natureza e usamos as forças da Natureza contra ela mesma, em especial a Gravidade. Ela ficou sendo chutada através da atração gravitacional de todo mundo por quem passou[1], até ter impulso suficiente para ir em direção ao 67P. Não é feitiçaria! É Matemática que até Isaac Newton entenderia (mesmo porque, foi ele quem inventou a bagaça).

Agora, dados da Rosetta trazem muitas informações. Não só sobre o cometa, mas sobre a própria Terra, e é bem provável que a água daqui tenha vindo de lugares que nunca pensamos antes.

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Dez modos da tecnologia acabar com a humanidade

Vi uma manchete bombástica – escrita por um jornaleiro, óbvio – que relatava 4 maneiras da humanidade ser aniquilada pela tecnologia. Os cenários hipotéticos são risíveis, como qualquer histeria propagada pelo pessoal de jornais. Os algozes são os mesmos de sempre: Inteligência Artificial (porque, né?, Exterminador do Futuro), acidentes científicos (mas hein? Tipo o quê? Hulk?), mudança climática (sim, claro. Nós controlamos o tempo!) e nanotecnologia. Como se dentro de nos não habitasse trocentas bactérias doidas para me devorar por dentro.

Claro, eu também fiz o meu listão de como a tecnologia vai passar o rodo na gente. É a versão BuzzCETfeed!

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