E os dados de aquecimento global estavam errados

Entre 1998 e 2012, uma série de medidas desencontradas e mal tabuladas levou a conclusões errôneas. Bem, acontece. Muitos erros na Ciência levam a medidas erradas, acarretando em dados ruins e levando a conclusões sem a menor relação com a verdade.

Então, sim, os negacionistas do Aquecimento Global estavam certos sobre aqueles dados estarem todos errados. A taxa de aquecimento global daquela época não estava desacelerando 0,05ºC. Estava AUMENTANDO 0,112ºC. Mal aê, Molion. Mais um prego no caixão daquele seu blábláblá “o mundo tá esfriando”.

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Cientistas curam criança com 80% do corpo afetado por doença genética

Eu fico feliz de haver gente feito o Tedson e o Victor. Com eles, nós pudemos alcançar coisas incríveis na Ciência. Eles são o que temos de melhores (ainda mais porque os cientistas de verdade fugiram daqui). Coo não apreciar toda a Ciência envolvida em sua magnitude? Aí vem um italiano já coroa que não vê importância neste laborioso e importante trabalho desses briosos pesquisadores brasileiros. O que este cientista carcamano fez?

Ele apenas salvou um menino com 80% tomado por uma doença genética muito fidaputa!

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Calibrando os espelhos do Telescópio James Webb

Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.

Que tal saber mais um pouco?

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Como fazer uma Feira de Ciências

É modinha muitos colégios fazerem Feira de Ciências. Modinha? Sim, apenas modinha. A verdade é que não se aprende nada de uma maneira geral. Isso está se generalizando, por sinal. Com o advento do YouTube e iniciativas como o Manual do Mundo, agora todo mundo acha que sabe fazer feira de Ciências. Inclusive, alguns professores também têm esta concepção. Direção de colégio só faz para ajudar a chamar a atenção de pais, num evento mais de marketing do que efetivamente aprendizado.

Bem, não se preocupe, pessoal. Uma hora o Caderno dos Professores ia voltar. Vamos aprender como fazer uma Feira de Ciências de verdade. E garanto que muitos de vocês não irão gostar do que irei falar. Ema! Ema! Ema!

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Time Lapse da limpeza de um gigantesco telescópio

O Very Large Telescope array (VLT) é um dos mais avançados sistemas astronômicos do mundo, baseado num sistema óptico que é uma estupidez. Os telescópios possuem pouco mais de 8 metros de diâmetro e quatro telescópios auxiliares móveis com 1,8 metros de diâmetro, podendo ser usados indivualmente ou em grupo, captando uma imensa área do céu, com as imagens processadas e montadas como se fossem uma única, obtida por um aparelho só, formando um “interferômetro” gigante, permitindo que os astrônomos vejam detalhes até 25 vezes mais finos que os telescópios individuais.

Todas as noites, os grandes espelhos do Very Large Telescope estão expostos aos caprichos da atmosfera, clima e cercanias. Seus imensos espelhos gradualmente acumulam poeira e outras sujeiras, emporcalhando o equipamento e fazendo com que seu trabalho fique mais difícil.

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Visionários brasileiros lançarão uma sonda para a Lua… algum dia

O Brasil é o país do futuro e o ano do Linux é definido por YEAR(NOW())+1. Vivemos com a cabeça nas nuvens, mas bem que poderíamos ter as patinhas no chão. Convenhamos, algumas coisas não são para o Brasil. Um exemplo disso é o vexame que passamos na nossa porquíssima participação na Estação Espacial Internacional. Eu tinha alertado que ia dar merda quando o Brasil foi convidado para participar do Observatório Europeu do Sul, o se mostrou não um mau-olhado, nem uma premonição, apenas uma comprovação que eu estou sempre certo. A Agência Espacial Brasileira não passa de um pulgueiro, cuja única coisa notável que conseguiu fazer foi criar um ICBM de matar pinguim.

Em dez anos, a SpaceX saiu do zero e passou a vender tecnologia pra NASA, cujos cientistas disseram que os módulos Dragon são coisa de ficção científica. Brasil manda satélite pro espaço, sem ter escrito software. Ou seja, um treco flutuando (eu sei!) lá em cima sem fazer nada. Se orgulham de um Cubesat, que é literalmente trabalho de escola. Mas agora estamos livres disso. Começou uma nova era na nossa aventura espacial. Estamos com idealistas que olham pro céu, apontam pra Lua e disseram “É lá que a gente vai!”

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NASA pesquisa como dar um jeito na radiação marciana antes de levar astronautas pra lá

Uma das bobagens mais densamente replicadas é que o Homem não pôde ir à Lua por causa do Cinturão de Van Allen, já que a radiação lá tostaria qualquer um. Obviamente, isso é de uma estupidez galopante e eu explico isso em meu vídeo. Claro, a radiação está lá, mas cientistas são um pouquinho mais espertos que um idiota que cursou um tosco Ensino Médio em colégio público de periferia, mas que se acha esperto porque viu um vídeo no YouTube. E se um vídeo no YouTube prova alguma coisa, o meu também serve como parâmetro e terá que ser aceito.

De qualquer forma, indo para Marte haverá bem mais radiação. Sendo assim, o que a NASA busca é minimizar (ou anular completamente, de preferência) os seus efeitos. Continuar lendo “NASA pesquisa como dar um jeito na radiação marciana antes de levar astronautas pra lá”

Fidget Spinner… IN SPACE!!!

Randy “Komrade” Bresnik é astronauta. Ele está por aí, pelos espaços. Como todo astronauta ele se diverte trabalhando e explora essa diversão, compartilhando um pouquinho conosco. Sendo assim, ele levou um daqueles fidget spinners (que no brasil foi aportuguesado para Hand Spinner) pra Estação Espacial Internacional. É interessante como os rolamentos dos fidget spinner funcionam, mas o giro não é eterno. Não só por causa do atrito com o ar como até pela gravidade.

Já pensou se se pudéssemos tirar um desses fatores?

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Um Google Translator atômico como você nunca viu

Comunicação sempre foi uma dor de cabeça, principalmente quando se tinha que lidar com gente de locais afastados, remotos e totalmente isolados. Mais ou menos como carioca tentando entender mineiro falando. Com paulistanos já se desistiu. Muito complicado falar com gente que confunde biscoito com tapa na cara. Agora imagine você ir para o interior de algum lugar esquecido por Hades, por onde Judas andava com e pé no chão, pois já tinha perdido as botas e as meias. É delicioso pro pessoal da Linguística encontrar novos povos com idiomas totalmente díspares do nosso, mas vem a dor de cabeça tentar entende-los. Guerras começaram por muito menos. Seria legal um sistema tradutor um pouquinho mais eficiente que o Google Translator, não é? Continuar lendo “Um Google Translator atômico como você nunca viu”

Por causa do Hélio, estrela perde as estribeiras e explode

Eu gosto de supernovas. São a prova que a Natureza está pouco se lixando para você ou qualquer ridículo ser vivo, não importando se é um pedaço de proteína em alguma poça d’água ou kryptonianos. Uma supernova manda para a vala um sistema inteiro e muito mais. As grandes emanações de radiação correm por todo o Espaço, a ponto de iluminar uma noite aqui na Terra. Se você estiver no Espaço, sem uma camadinha reforçada de proteção, vai acabar fritando por causa das emanações energéticas.

Uma supernova explode quando uma estrela muito massiva colapsa e implode, esmigalhando átomos, que os faz explodir de forma vilenta, muito violenta. Apocalipticamente violenta. Agora, uma pesquisa indica que há dados mostrando que uma supernova explodiu graças ao hélio. Não o seu vizinho chato que está treinando bateria, mas o elemento químico. Continuar lendo “Por causa do Hélio, estrela perde as estribeiras e explode”