O menino volta correndo do colégio. Lhe foi impedido vê-los lá, mas seus amigos estão lhe esperando. O menino tomou uns tapas, levaram seu lanche, riram da cara dele. Ele corre pra casa. Seus amigos estão no quarto. Ele entra como um furacão e abre a porta do quarto e se joga na cama. Seus amigos estão lá; eles vão alegrá-lo, eles vão confortá-lo, eles ensinarão muitas coisas. Ensinarão que devemos respeitar as pessoas, independente da cor da sua pele, devemos não ser arrogantes quando somos mais fortes, pois grandes poderes trazem grandes responsabilidades. O menino podia ter usado a faca que levou para matar o bullie, mas não era aquilo que ele tinha aprendido.
Eu poderia contar muitas histórias parecidas, mas não seria a mesma coisa. Ainda assim, muitos de nós vivemos situações parecidas. Os heróis podem ser pessoas simples que acabaram decidindo dar um pouco mais de si. Podem ser pessoas que antes eram arrogantes mas a vida lhes ensinou a duras penas. E muitas dessas histórias foram criadas ou recontadas ou apresentadas por um outrora desenhista do exército que fazia uns cartazes e manuais. Mas você não deve conhecer este nome. Normal.
O nome deste outrora soldado é:
Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Stanley Martin Lieber”


Lagartixas têm poderes. Além de escalar poderes graças aos milhares de estruturas semelhantes a pêlos (dane-se o acordo ortográfico), elas ainda conseguem matar as pessoas de susto por serem geladas (ok, não são exatamente “geladas”). Não só isso, elas foram agraciadas com o gene de Jesus e podem andar sob a água, que nem o Jesus Lizard 
Eu detesto agulhas, que nem essa aqui do lado. Todo mundo detesta. Agulhas são algo que eu tenho que lidar e prefiro receber injeção (como numa vacina) do que uma doença infecto-contagiosa. Ainda assim, não gosto de agulhas. Seria legal que houvesse um sistema para entregar remédios e vacinas sem usar agulhas. As pistolas até são eficazes ou aqueles dispositivos de aplicar insulina, mas poderíamos ter algo melhor, certo? Algo como aplicar por meio de um tecido composto por nanoagulhas, capazes de entregar o precioso medicamente sem machucar as nossas queridas células.
O mundo caminha… ou melhor, CORRE para obter sistemas de geração de energia mais sustentáveis e com menor impacto ambiental. O problema é que isso ainda é impossível. SEMPRE temos impactos. Mas, como eu disse, a corrida é para o que tem menores impactos. Usinas solares precisam de um imenso sistema de células solares ou espelhos que concentram a energia do Sol numa torre que é basicamente uma usina termelétrica. Isso faz com que o gradiente de calor local aumente. Não vou nem mencionar hidrelétricas e muito menos termelétricas. Usinas nucleares são tabu, ainda mais com Fukushima, a usina perigosíssima. O fato de Fukushima ter tomado um tsunami de 30 metros de altura sempre é esquecido. A saída então? Usinas eólicas seria uma boa. 
Angkor é uma maravilha sem igual. Não que as outroas maravilhas sem-igual sejam melhores ou piores que Angkor.
Saiu os laureados do Nobel. O de Química (que e o que realmente interessa, pois os outros são coadjuvantes) acabou indo para 3 cientistas. O trabalho visava estudar melhor as enzimas e, para isso, usaram ela: a Evolução, mais do que comprovada na Natureza, em tubo de ensaio e em nível molecular. Com os poderes investidos da Evolução, os pesquisadores conseguiram produzir uma proteína com o auxílio de seguidas mutações de uma enzima, resultando numa proteína 256 vezes melhor e mais eficiente que a original. Chupa, Biologia! Químicos fazem melhor!