Produzir vacinas nem é muito problema. O problema é pesquisa-las, desenvolvê-las e, uma das piores partes, transportá-las. Sim, porque não basta você ter toneladas de vacinas se não tiver como leva-las até quem precisa. Seguindo o preceito que o artista tem que ir aonde o povo está, com vacinas não é diferente e é preciso achar um meio de leva-las até Piraporinha do Mato Dentro, no interior do Acre, ou para a Miserábia Setentrional, num daqueles rincões perdidos perto de Deusmelivrestão.
O problema básico é que vacinas precisam ser acondicionadas de modo que fiquem entre 2 e 8ºC. Só arrumar um gelinho em volta não rola quando você tem que percorrer grandes distâncias. Então, temos que apelar para geladeiras que funcionem a bateria, gasolina ou mesmo ligadas a geradores. Será que algum químico poderia nos salvar?
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Homens e mulheres veem o mundo diferente, veem cores diferentes (elas insistem em aberrações tipo “rosa bebê”, “azul calcinha” e “fúcsia”). Mais do que isso, homens e mulheres processam informação visual realmente de forma diferente, isto é, se ambos virem um rosto, por exemplo, eles absorvem e processam as informações captadas, sugerindo que, sim, Tumblr que se dane, gêneros diferentes enxergam diferente, e não será seus chiliques que mudaram a biologia.
Sempre nos deparamos com algumas dúvidas, curiosidades e questões que vivem martelando nosso cérebro, ou que surge de uma hora pra outra. Planta respira gás carbônico de dia e oxigênio de noite? Há vida em outros planetas? É verdade que o vidro é líquido e, por isso, escorre com o passar do tempo?
Cientistas da Universidade de Hiroshima estão radiantes com o que encontraram. Foi identificada uma nova espécie de parasita que infecta um peixe de água doce invasivo na ilha subtropical de Okinawa, no Japão. Ou seja, o invasor que invade outro invasor tem 100 anos de perdão. Isso é muito legal! Além de me ajudar a fazer trocadilhos impróprios, nos ajuda a entender como parasitas saem parasitando por aí, indo parar em outros lugares que normalmente não deveriam estar lá.
Nada pior pro jornalismo científico que jornaleiro pseudocientífico. Esta raça ignorante não entende picas do que se propõe a escrever e, não-raro, sai um monte de besteiras insanas.
Ar poluído é uma bela bosta. Não é agradável cheirar aquelas coisinhas lindas como enxofre, monóxido de carbono, carbono finamente dividido, chuva ácida e, dizem, tem até monóxido de diidrogênio! Achou ruim? Bem, sempre pode (e vai) ficar pior. Uma pesquisa mostrou que o ar da China não só tem Química no ar poluído como tem Biologia também: Aquela porcaria está cheia de bactérias, traços de DNA, genes e se bobear tem as cinzas do pequeno Ping que não cumpriu a sua cota na Foxconn!
O processo evolutivo é uma eterna corrida de dois sentidos. Por um lado, o predador mais adaptado em catar seu almoço pega melhor o almoço, fica fortinho e continua vivendo. Já a presa tenta de todo modo dar um jeito de escapar, não virar almoço, e viver mais. Nesse meio-termo, existem as presas que contra-atacam, partindo pra ofensiva em cima dos predadores. Divertido, não? Pois, é, foi isso que pesquisadores notaram com relação a alguns caracóis.
Há mais de 64 milhões de anos, um pedregulhão do mal caiu no México, aterrorizando tudo o que morava ali mais do que a possibilidade do Trump ser eleito. A queda inflamou os céus, o impactou gerou uma onda de choque que varreu o planeta, a Segunda Lei da Termodinâmica fez o seu trabalho, e uma onda de calor percorreu o solo, assim como o calor da atmosfera que se inflamou. O terremoto gerou um imenso tsunami que lavou as pobres almas de tudo o que foi pela frente. Morte, dor e ranger de dinossauros assolaram o planeta.
Nossos tatatatataravós, diferente de você, seu sedentário preguiçoso, eram aventureiros. Ou, como diria meu avô: “a barriga comanda as pernas”. eles saíram da África em busca de uma vida melhor e para escapar da fome. Infelizmente, eles não tinham bolsa-família, então tinham que ralar peito do local onde estavam o mais rápido possível, porque os bacuris estavam com fome. nessa empreitada, eles cruzaram o Mar Vermelho, foram parar na Ásia, e de lá rumaram para o mar, indo parar na Polinésia, enfrentando o Pacífico e seus temporais e tufões de vez em quando.
Você sabe que insulina é a substância que ajuda a controlar a sua taxa de açúcar no sangue. Você também sabe que pessoas diabéticas tem alguma zica no sistema que produz essa insulina. O que você dificilmente deve saber é que existe uma coisa chamada “resistência à insulina. Resistência à insulina é a situação louca em que a insulina que circula de boas no seu sangue, só que não faz nada. É praticamente um cunhado vindo te ajudar com a obra, mas só faz tomar a sua cerveja. Insulina é uma coisa que não basta ter, é preciso usar, e quem tem resistência à insulina a glicose não entra nas células e tecidos, ficando no sangue e – UAU! – diabetes. Tomar insulina não adianta nada, já que você não tem falta dela. Lindo caso de projeto inteligente, não?