Pseudomonas não são uma única espécie de bactérias, mas um gênero inteirinho delas. Eu poderia falar sobre serem bactérias gram-negativas e blábláblá, mas para isso existe Wikipédia, e se você não for pesquisar mais a fim de aprender sobre elas, tão-somente fica evidenciado sua preguiça. Eu tenho mais coisas para falar aqui.
Um exemplo de Pseudomonas que faz um estrago legal é a Pseudomonas aeruginosa que causa infecções respiratórias, urinárias ou bacteriemia. Essas safadeeenhas estragam o dia de qualquer um, principalmente em pessoas hospitalizadas. Mas o que é responsável por essa resistência toda? Bem, é o que pesquisadores tentam responder.
Continuar lendo “O que dá poder de infecção e resistência às pseudomonas”

Você deve achar o ser-humano um pulha por ser um predador sádico, que caça suas presas de forma louca e descontrolada. Pensando assim, no mínimo, você nunca saiu de casa e só vê Disney Channel. Predadores e presas existem desde que o mundo é mundo e a primeira molécula começou a competir por recursos.
Eu não sei se você foi a alguma praia. Espero que tenha ido e visto aves mergulhando para “pescar”, isto é, pegar a sua refeição peixística, descendo rápido à beça, muitas vezes chegando a 80 km/h. se eu e você mergulhássemos rápido assim, estaríamos ferrados, mas isso porque não fomos selecionados para fazer esta insanidade.
Eu já falei tanto dos olhos que não preciso me repetir o quão gambiarrento esta bagaça é, certo? Principalmente no quesito de como ocorrem ilusões de óptica, muitas vezes causadas pelo movimento dos olhos. O que não se sabia direito até agora é quem controla esses movimentos.
“Convergência” é o nome que se dá ao processo evolutivo em que duas espécies distintas – até mesmo de classes diferentes – acabam convergindo para alguma característica semelhante. Um perfeito exemplo são os golfinhos (mamíferos) e tubarões (peixes), que possuem morfologia externa semelhante, ainda mais que ambos vivem no mar, e qualquer diferencial que propicie uma vantagem hidrodinâmica garante o almoço ou escapar de ser o almoço. Por convergência, eles acabaram com um formato bem parecido.
Os céus plúmbeos do Rio de Janeiro anunciam a fatalidade fatalista fatal. Os céus amigos da Cidade Maravilhosa, fechados para pouso e decolagem no Santos Dumont mostram que teremos coisa boa vinda por aí. Ou não! é sempre uma satisfação, ainda que masoquista, compartilhar o melhor do que alguns dos nossos mais inteligentes comentaristas têm a contribuir.
Equilíbrio natural é uma coisa delicada. Plantas, por mais que pareçam resistentes, são sujeitas a ações de intempéries, como secas prolongadas ou chuvaradas torrenciais. Aqui mesmo no Brasil, no semi-árido nordestino, plantas não sobrevivem muito por causa da imensa estiagem. Plantio, nessas condições, fica extremamente difícil, quando falta de água e excesso de Sol manda as genovevas pro céu das plantas.
Vamos direto ao ponto, pois detesto dourar pílulas: Seu cérebro é uma bosta e seus olhos, uma merda. Você pensa que eles são ótimos, mas isso é só porque você só tem eles. Se tivessem coisa melhor, trocariam na mesma hora. Alguns alegam que esses órgão são a prova definitiva de um projetista inteligente. Bem, se isso é o melhor que ele pode fazer, não estou minimamente impressionado.
Megafauna é o nome dado aos grandes animais, normalmente mamíferos, que existiram bem depois dos dinossauros. Na verdade, a maioria dos dinossauros nem era gigante, só alguns. O terrível velociraptor era pouco maior que uma galinha gigante. Muitas espécies dessa megafauna se perderam para nunca mais voltar, mas sempre temos seus parentes mais próximos, normalmente, herbívoros, e é por isso que são chamados “megaherbívoros”. Esses animais nos contam muitas histórias, não só sobre si mesmos, como sobre plantas das quais se alimentavam e como isso afetou parte do clima das regiões onde moraram.
Estamos no ano de 2050. Bactérias matam a cada 3 segundos. Os antibióticos pouco conseguem fazer, já que, em contrapartida, novas cepas aparecem, e já nascem resistentes a eles. a Ciência luta bravamente, mas parece que estamos perdendo a guerra. Era uma briga tão selvagem que o Reino Unido tinha um órgão que respondia diretamente ao Primeiro-Ministro e era responsável por estudar resistência microbiana, o Review on Antimicrobial Resistance. Seus relatórios alertavam sobre o uso disseminado e irresponsável de antibióticos. Pensávamos que eles eram nossos amigos, mas não. Até mesmo desinfetantes eram inimigos silenciosos.