Vibrio vulnificus é o nome dela. Essa pequenina bactéria é o demonho em forma de bactéria. Tendo sua íntima relação com o cólera, a Vibrio vulnificus tem uma peculiaridade nada legal. Ela ataca seus tecidos causando septicemia, pois vai devorando seus tecidos, o que pode levar à morte. Solução? Amputar o membro infectado antes que seja tarde demais.
Sim, a V. vulnificus é um monstro devorador de carne, normalmente contraída mediante ingestão de frutos do mar contaminados, sendo os primeiros sintomas vômitos, diarreia, dor no estômago e dermatite, coisa que eu mencionei no primeiro parágrafo. Ah, sim, eu falei que ela devora seus tecidos e você terá uma agonizante e insuportável dor até morrer? Pois, Darwin não brinca em serviço!
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Pseudomonas não são uma única espécie de bactérias, mas um gênero inteirinho delas. Eu poderia falar sobre serem bactérias gram-negativas e blábláblá, mas para isso existe Wikipédia, e se você não for pesquisar mais a fim de aprender sobre elas, tão-somente fica evidenciado sua preguiça. Eu tenho mais coisas para falar aqui.
Todo mundo ama soluções tidas como “verdes”. Parecem esquecer a velha máxima que não existe almoço grátis. Um exemplo são as usinas eólicas (você sabe… um cataventão gigantão que é movido pelo vento – duh! – e faz girar uma turbina, gerando eletricidade). Elas são um exemplo ótimo de geração de energia com fonte renovável (ventos, né?) e sem poluição nenhuma, certo? Errado! Já começa que aquela bagaça faz um barulho infernal, além de matar aves e morcegos. Poderia ser pior?
Equilíbrio natural é uma coisa delicada. Plantas, por mais que pareçam resistentes, são sujeitas a ações de intempéries, como secas prolongadas ou chuvaradas torrenciais. Aqui mesmo no Brasil, no semi-árido nordestino, plantas não sobrevivem muito por causa da imensa estiagem. Plantio, nessas condições, fica extremamente difícil, quando falta de água e excesso de Sol manda as genovevas pro céu das plantas.
Vamos direto ao ponto, pois detesto dourar pílulas: Seu cérebro é uma bosta e seus olhos, uma merda. Você pensa que eles são ótimos, mas isso é só porque você só tem eles. Se tivessem coisa melhor, trocariam na mesma hora. Alguns alegam que esses órgão são a prova definitiva de um projetista inteligente. Bem, se isso é o melhor que ele pode fazer, não estou minimamente impressionado.
Megafauna é o nome dado aos grandes animais, normalmente mamíferos, que existiram bem depois dos dinossauros. Na verdade, a maioria dos dinossauros nem era gigante, só alguns. O terrível velociraptor era pouco maior que uma galinha gigante. Muitas espécies dessa megafauna se perderam para nunca mais voltar, mas sempre temos seus parentes mais próximos, normalmente, herbívoros, e é por isso que são chamados “megaherbívoros”. Esses animais nos contam muitas histórias, não só sobre si mesmos, como sobre plantas das quais se alimentavam e como isso afetou parte do clima das regiões onde moraram.
Bactérias são um sucesso evolutivo. Demandam poucos recursos, alta taxa de reprodução e mutação e são capazes de resistir às provas determinadas por Darwin. Se uma cai, sempre sobra uma mais forte, que se multiplicará rapidamente, formando novas colônias e prontas para lhe ajudar ou ferrar seu dia de vez.
Se você não mora numa ostra, sabe da descoberta de Proxima Centauri, uma estrela do tipo anã vermelha, que dista da Terra a ridícula distância de 4,22 anos-luz. A luz demora pouco mais de 4 anos para chegar até lá, o que é praticamente a mesma coisa que levantar do sofá e ir ajeitar o quadro pendurado na parede em frente, em termos astronômicos. Essa estrelinha que brilha, brilha, mas ninguém a vê por ser pequenininha, foi descoberta em 1915 por Robert Innes, sem a ajuda de um astrólogo, já que eles nunca conseguem perceber a ação de corpos celestes que não foram descobertos ainda.
Vamos ser honestos: larga maioria das pessoas não gostam de predadores no mundo animal. Costumam vê-los como seres ruins, vilões de desenho animado, criaturas maléficas que devoram bichinhos bonitinhos como o Bambi. Isso levou a uma caçada sem precedentes de lobos, pumas, leões etc. habitats foram destruídos e muitas dessas espécies “malvadinhas” correm risco de extinção.
As pessoas tendem a não perceber um problema, por mais diminuto que pareça. Um caso desses é o desaparecimento de abelhas melíferas, em que um estudo internacional demonstra que o número de colônias já caiu quase 12% em dezembro do ano passado. Entre março a julho de 2015, fez muito frio na Noruega, Escócia, Suécia, Dinamarca e Irlanda, com temperaturas médias variando entre 12,8 e 14,4 °C. Deve-se lembrar que nessa época, é primavera no hemisfério norte, ou seja, fez mais frio do que deveria, e Madrasta Natureza não está preocupada se seres vivem ou morrem.