
Incêndios, queimadas e florestas ardendo não são uma coisa legal. Enquanto celebridades e vários países disseram que iam mandar aviões de combate a incêndio para apagar a queimadona megablaster da Amazônia (esses aviões já chegaram?), alguém precisa coletar dados de forma a alertar do que está acontecendo (para depois um acéfalo dizer “NASA… Are you sure?”).
Junto com a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera, o NOAA, a NASA desenvolve tecnologias para saber onde está ocorrendo incêndios, mesmo o rabo quente de yo momma!

Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
Salamandras gigantes não são uma novidade. Em 2013, eu tinha publicado um artigo sobre a salamandra gigante japonesa, uma das maiores de seu tipo, que mudou muito pouco se compararmos com um fóssil de 300 milhões de anos. A China também tem das suas, sendo as salamandras gigantes chinesas classificadas como ameaçadas de extinção. Até pouco tempo atrás, elas eram consideradas como sendo uma única espécie (Andrias davidianus). No entanto, novas análises de 17 espécimes históricos de museus e amostras de tecidos de salamandras selvagens mostram que não é bem assim.
Nos alimentarmos é uma necessidade. O problema é que, não importa o que a gente coma, sempre estaremos causando impacto. O que falta à percepção clara é qual é a relação por índice nutricional e impacto no ambiente. Só que agora, senhores, temos a tecnologia! Pesquisadores construíram um algoritmo para atribuir uma pontuação a alguns dos alimentos ricos em proteínas mais comumente consumidos e classificá-los com base em sua eficiência na entrega da maior parte das proteínas ao menor custo para o Ambiente.
Geração de energia é algo muito complicado. Um país industrializado precisa de uma política de geração de energia bem planejada. Como o Brasil não é uma coisa, não pode ter a outra. O Brasil tem momentos que sofre picos de consumo de energia e, por isso, precisa ativar as usinas termelétricas. Sendo majoritariamente uma produção de energia por meio de hidrelétricas, a quantidade de carbono lançado na atmosfera sobe muito quando precisa ligar as esquentadinhas. As usinas nucleares seriam uma melhor pedida, mas os silvícolas deste país ainda têm medinho de isso aqui virar Chernobyl, sendo que nem somos tão incompetentes assim.
Agora, há uma guerra pelos plásticos. Todo mundo se preocupa com plásticos. Plásticos são o mal do mundo. Plásticos vão dar cárie nas pessoas, fazer você ter impotência, trará sua sogra pra morar consigo e matará as tartaruguinhas. De acordo com um relatório ainda não publicado pela WWF (a ONG do pandinha), cada pessoa ingere cerca de 5 gramas de plástico por semana, e jornaleiros correram para estabelecer a ligação com cartões de crédito (o meu pesa 5,85g).
Todo mundo já está careca de saber que muitos macacos (chimpanzés, gorilas, micos, orangotangos etc) usam ferramentas, e isso tá melhor que 70% das pessoas que eu conheço, aqueles neandertais toscos que não sabem nem usar coisas simples, como um martelo ou uma CNC. O que não se sabia até agora é que até mesmo chimpanzés em cativeiro podem descobrir com sucesso como usar ferramentas para escavar alimentos subterrâneos, mesmo que nunca tenham sido apresentados a um cenário como este, já que eles recebem alimentos de tratadores, e como não estão largadões, não aprenderam a técnica com ninguém. Quero ver você aprender a usar uma CNC do nada, sem tutorial do YouTube.