Heródoto viveu lá pelo século V A.E..C. Uma espécie de mochileiro que vagou por muitas partes do mundo. registrou muita coisa em suas viagens e viajou muito em seus registros, falando de deuses e criaturas míticas como se fossem reais. Ele elaborou uma lista de 7 obras que são conhecidas até hoje como As 7 Maravilhas do Mundo (do mundo antigo, claro). Não foi culpa de Heródoto que ele não tivesse visto estátuas budistas tão enormes (procurem no Google Imagens por "huge buddhist statues") ou mesmo estátuas hinduístas colossais (procurem por "huge hinduism statues" e vejam como o Cristo Redentor é ridículo perto do que você encontrar).
Heródoto registrou o que viu e o que viu são, sim, maravilhas… mas há outras tão ou mais maravilhosas, mas que não foram vistas pelo grego mochileiro. E uma delas é Angkor. Abram o Livro dos Porquês, no capítulo de História.

Diz-se que a Ciência é feita de fatos, assim como uma casa é feita de tijolos. Mas assim como um punhado de tijolos não são uma casa, a Ciência não é apenas um punhado de fatos. Entretanto, o mundo tem suas peculiaridades e tais podem ser um chamariz para entender o mundo em volta. Foi o que o Museu de Ciências no Canadá fez para divulgar o seu trabalho.
Normalmente, quando falamos em "múmias" logo lembramos do Egito e seu querido
Papiros e textos do início da Era Comum não são novidade nenhuma, vamos ser sinceros. Tivemos tantos documentos aparecendo ao longo do tempo, que muita coisa de nossa sociedade fica mais fácil de ser entendida
Tutancâmon é o egípcio mais famoso. Depois dele só o Yul Brynner, digo, Ramsés II. Ramsés está mais para um Stallone, já que saiu na porrada com os hititas e foi chefiando o exército egípcio na Batalha de Kadesh (que na verdade acabou no 0 x 0, mas cada povo alegou que tinha saído vitorioso, provando que marketing político não é coisa recente). Tut está mais pro Justin Bieber ou algum ex-BBB. Ficou famoso, ninguém sabe ao certo como e o pessoal tá doido pra ver o cadáver.
Bom, pelo menos pode não ser seu único avô, já que uma nova espécie humana foi achada na África, e se eu disser que você tem um pézinho no continente negro, não vá me processar por racismo, hein? Se bem que já vi gente reclamando que era racismo se referir à África como Continente Negro. Mesmo porque, se nas Américas temos pessoas de pele vermelha, na Oceania temos marcianinhos.
Não tem como não achar estranho restos mortais, seja crianças ou adultos, de pessoas que foram vítimas de sacrifícios ritualísticos. É mais estranho ainda quando sabemos que isso era corrente e, mais bizarro ainda, que as "vítimas" não eram tão vítimas assim, já que não demonstram que foram parar ali por violência e sim com um modo sereno, como se estivessem ali por vontade própria (e muitas vezes estavam). Um exemplo disso são os 17 restos mortais de pessoas que foram sacrificadas em honra aos deuses astecas, encontrados na Cidade do México.
Israel é um país que nos remete a muitas imagens mentais assim que é mencionado o seu nome, como nada, deserto, nada, mais nada ainda, deserto, deserto, palestinos querendo mandar tudo pelos ares, o Domo da Rocha ali só faltando ter um relevo trollface, que faz os judeus subirem nas tamancas todos os dias entre outras coisas. Ah, sim, e ainda tem aqueles mitos sobre uns caras que resolveram ficar pregando que nem pastor maltrapilho do Largo da Carioca ou da Praça da Sé.
Nem sempre fomos todos idiotas. Nós tínhamos mais habilidades, o conhecimento global era facilmente compreendido por todos e tudo o que podemos entender por Ciência e Tecnologia da época era de fácil assimilação por toda a população. Isso até merece um "U-AU!", mas isso só dura até quando sabemos que a população humana era medida em ordens de milhar e não em bilhões de pessoas.
Sempre disse que Neil deGrasse Tyson é, hoje, o melhor divulgador científico do mundo. Em minha opinião, ele é o único que se pode chamar de herdeiro de Carl Sagan. Não apenas pelos documentários do qual ele participa, mas pelo fascínio que ele mesmo não esconde quando fala do Universo.