O algoz pairava sobre as cabeças, ante das cabeças sequer existirem. Todos os que estavam abaixo não sabiam do perigo nos céus. Seus destinos estavam selados; o mundo jamais seria o mesmo depois da grande chacina que ocorreria quase em seguidas. Milhões de seres quase começaram a gritar, mas já eram silenciosas já naquela época, quando o oxigênio, este pérfido assassino, seguiu desapaixonadamente as leis da Química.
Esta é a história da primeira grande extinção em massa, e sem nenhum vulcão ou meteoro. Apenas uma simples molécula diatômica. É o Livro dos Porquês!

A história humana se baseia no registro de histórias e histórias ("estória" com "e" é neologismo inventado por Guimarães Rosa. O certo é "História" em ambos os casos). Desde cedo relatamos detalhes de nossa vida, de nosso mundo ao redor, de nosso universo, mesmo que esse universo seja medido em alguns metros. Esses contos de um passado longínquo nos faz aprender muito, como é o caso das pinturas rupestres encontradas em uma caverna na China, com inscrições únicas que nos fazem saber muita coisa. Até sobre mudanças climáticas.
Eu sempre rio quando falam de tecnologia, como se isso fosse algo apenas com relação à microinformática da década de 1980 pra cá. Tecnologia, entretanto é maior que isso. Uma das maiores invenções da Humanidade não é nem nunca foi computadores, pessoais ou não. A primeira das grandes invenções foi a agricultura, isso sim. Bem antes da invenção da escrita. Aliás, a escrita só foi inventada exatamente por causa das grandes produções agropecuárias, em que era preciso negociar aquilo tudo e criar uma burocracia de forma a organizar essas contas, enquanto eu tenho que me virar com as minhas faturas.
Carl Sagan disse que para se fazer uma torta de maçã, era preciso inventar o Universo. Agora, uma pesquisa diz que para se fazer o que você julga ser simples, como uma machadinha de pedra, é preciso um cérebro mais desenvolvido e complexo, o que não é necessário para se usar a Internet, e muito menos para se comentar em blogs.
Olá! Hoje é Sexta-Feira Santa, dia de mandar esus pro Pelourinho. Jesus, o cara mais falado em todo mundo. Ainda mais depois que engravidou a Madonna. Jesus, o homem. Jesus, o camarada que andou por aí falando mas paradas maneiras e muita coisa sem noção. Guerras, mortes, perseguições, altruísmo, a coragem de pregadores como Martin Luther King e a covardia de Fred Phelps. É preciso entender o personagem histórico. Aquele cara no qual foi baseado todos os mitos do Cristianismo.
E aí, pessoal? É com grande satisfação que eu anuncio uma fusão. Os dois maiores sites de ceticismo e pensamento crítico da Internet brasileira estão se juntando para construir um megaportal com o melhor dos dois sites. Iremos ampliar muito a nossa posição na Internet e nas redes sociais. Estaremos em cima de cada notícia, cada boato, cada mentira descarada. Serão muitos artigos com o melhor do pensamento crítico e de divulgação científica.
É comum as histórias em que o herói busca as suas origens, seu ponto de partida. Isso se reflete em como nós encaramos a própria existência e nossa curiosidade sobre quem estava aqui antes de nós, antes do ser humano ser efetivamente humano. Já coletamos muitas informações e temos ampliado e muito nossa árvore genealógica.
Por muitos séculos eles estão ali, em repouso. Anos e mais anos se passando. E eles ali, inertes, com seus segredos guardados. O mundo sempre foi um lugar difícil de viver, ainda mais quando recuamos no tempo. O tempo das pestes, das pragas e em que um simples corte no dedo podia ser fatal. Épocas em que o cólera era algo mortal (ok, ainda é) e levou várias pessoas à sepultura.
Como é a divulgação científica no Brasil? Qual a importância de se divulgar Ciência? O ensino de Ciência é fraco a ponto de ter gente ainda acreditando em criacionismo, astrologia ou cobras falantes? Neste episódio do SciCast, alguns dos principais divulgadores de Ciência, como o
Ensinar é muito legal. Mais legal ainda é receber por isso. Não tão legal é participar daquelas reuniões sacais, que não levam a nada e que não se resolve nada. Sério, se você gosta de reunião pedagógica, você é masoquista. Elas são úteis, se as fizessem serem úteis. Alguém já lhe deu sugestões sobre o que fazer da sua aula? Não, só criticam que sua aula tem que ser atraente. Você pergunta como e vem a versão paulofreireana "te vira!"