Que o Brasil é um país de apedeutas, iletrados, bárbaros (no mau sentido) e repleto de idiotas, estamos cansados de saber, ainda mais quando essa massa ignara está nos altos escalões do governo. Nesse momento, algum tosquinho acha que eu falo isso para, sei lá, atrair a atenção. Não que eu preste atenção a alguma viúva de Stalin, exemplos não faltam quando vemos quererem banir livros do Monteiro Lobato e até mesmo dicionários. Bíblias estão liberadas, assim como livros que dizem que você pode escrever como quiser.
Uma ONG italiana, cheia de idiotas que tomaram pau (ops) em Literatura, resolveram que a Divina Comédia é racista, antissemita e islamofóbica, só faltando dizer que Dante, membro mais famoso da família dos Alighieri, era feio, bobo e chato.
Continuar lendo “Brasil faz escola: Divina Comédia é acusada de racismo por ONG italiana”

Ah, que maravilha é o mundo moderno. Podemos postar informações incríveis e compartilhar conhecimento. Com isso surgiram os blogs e sempre fica legal quando temos domínio próprio, ainda mais que temos facilidades com isso, como personalizar totalmente o site, ainda mais se se usa plataforma WordPress, como é o caso do Cet.net. Com isso, temos que contratar um sistema de hospedagem, ou Host, como é dito no português informático brasileiro.
Quanto mais eu saco dos phasers, klingons aparecem do nada. Muito provavelmente um wormhole para a dimensão da idiotice foi aberta ou alguma entidade estacionou um Buick Roadmaster 1953 lá pelas terras do gaúcho nascente. Tinham me mandado esta notícia de manhã, e mesmo que as loucuras sejam a ordem do dia, a coisa ganha tonalidades catastroficamente épicas num mico de 3 punhais.
Nada é mais difícil de racionalizar do que tamanhos. Quando eu falo que meu irmão tem 1,90 m de altura, vocês conseguem ter uma ideia de quão grande ele é. Se eu disser que minha irmã “pesa” (sim, eu sei) 100 kg, vocês têm uma noção que ela é maior que meu irmão, assim como maior ainda será o número de ossos quebrados que eu terei quando ela ler este parágrafo. Entretanto, se eu falar da distância entre Rio de Janeiro e Quito (capital do Equador) e perguntar se esta distância é maior que entre Lisboa e Kiev (capital da Ucrânia) , teremos problemas, pois são distâncias que não conseguimos abstrair, nos reservando a comparar medições com números exatos.
A falácia
Se tem duas coisas que realmente infinitas é a ignorância boçal das pessoas e a estúpida ideia que querer aparecer. O Universo, sabe-se, não é infinito. Quando alguns desses idiotas usam terninhos lindinhos e enchem a boca (não nesse sentido) para dizer que são advogados, temos o vislumbre do desastre.
O bom de ser inteligente é saber que volta e meia estamos sujeito a falar bobagens. Ninguém está livre disso, assim como idiotas podem falar algo sensato de vez em quando (poder, podem. Se falam…). Notícias divulgadas na net sofrem do mal da rapidez da própria Internet. Tudo vira notícia rápido, é espalhado que nem doença. Sites informativos carecem de notícia a cada segundo para chapar na página da frente, não importa de onde vem a notícia. Veículos menores como o blog que você está lendo agora não deveria (em tese) sofrer disso, já que não ninguém é funcionário de ninguém, nem vivemos das notícias.
Se algo ainda coloca moral nesse mundo é ele: o único e verdadeiro deus (Hades). Infelizmente, Hades saiu para desfilar na Unidos do Cabuçu (vai, pergunta) e deixou o carnaval sob o controle de Momo. Passado a festança, Momo embolsou a chave da cidade do Rio (que poderá ser readquirida na rua Uruguaiana, a preços módicos) e picou a mula; nisso, o Universo ficou a cargo de algum estagiário e estamos vendo o resultado agora.
Tem coisas que tentamos levar adiante, ignorar o que nos irrita, fingir que o que nos faz mal não existe. Mas tem hora que simplesmente queremos matar um monte de gente de uma vez, atirá-los às feras, sair baixando o pau em todo mundo, nem que seja para sentir o cheiro de carne queimada. Sou um assassino por causa disso? Posso até ser, mas vocês deram motivo!
Eu tenho um lado sádico (Não! Sério??). Não consigo parar de rir depois de ter lido uma notícia.