Estamos em tempos de mudança. Enquanto Monteiro Lobato é um porco racista e o Inácio de Loyola Brandão é um maníaco pervertido, enquanto livros de português podem sair com trocentos erros e defende quem fala errado, opondo-se a preconceituosos do idioma. Até mesmo a Justiça teve que intervir. Cultura, agora, é vista como inimiga do Estado, e só não a mandam pra Sibéria, pois a grana da passagem foi gasta levando políticos para passearem (isso quando não usam o jatinho do Eike Batista).
Cioso da formação educacional dos nossos perclaros pimpolhos (pronto, falei "perclaro"! Sou um burguês desgraçado.), o governo do estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições e respeitando a Constituição Federal, determinou que as bibliotecas estaduais serão obrigadas a terem disponíveis exemplares da Bíblia. Afinal, democracia se faz assim.
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Sim, filhos, África. Nem mesmo o Brasil é tão tosco a este ponto (acho). Mais de dez lésbicas são violentadas por semana apenas na Cidade do Cabo, África do Sul. Se antes lá o problema era o apartheid, agora o lance é virar a bateria contra homossexuais, coisa muito normal em países "civilizados". De acordo com a
A vida prega peças. Ou não, mas é, por vezes, de uma ironia tão deliciosa que acaba nos fazendo rir muito, garantindo nossa felicidade e bons momentos. Digo isso porque estava tranquilamente vendo filme em casa e, ao fim do mesmo, resolvi checar meus e-mails e ver se tinha algum comentário a ser aprovado. Qual não foi a grata surpresa de ver duas mensagens enviadas pelo fale conosco? Mensagens tão diferentes e tão similares entre si, provando que mesmo os mais ferrenhos adversários se tornam iguais na estupidez e retardo mental.
Atualmente, é moda sentir orgulho. Não que isso seja errado, mas da mesma forma que outros modismos, a baixa auto-estima faz com que as pessoas berrem a plenos pulmões o quanto são orgulhosas por algum evento fortuito. Claro que pais sentem orgulho por seu filho ter se destacado de alguma maneira, como o soldado do 8º Pelotão do Corpo de Bombeiros de Araguari, MG,
Beth Din não é nome de artista de Hoollywood. Também chamada de Beit Din (ou "Casa do Julgamento"), trata-se de um tribunal rabínico da ala ortodoxa do judaísmo. Eles são responsáveis pela aplicação da Halachá, as leis judaicas que se baseiam não só na Torah (o Livro da Lei) como nos costumes judaicos provindos daí em diante. Só para ser implicante, eu posso comparar isso com a Sharia, o código de leis dos muçulmanos. Na melhor das comparações, são leis idiotas escritas na Idade Antiga/Média e se baseiam em crendices, costumes tribais e em uma absurda ignorância provinda de uma estupidez galopante.
Eu sou a voz inaudível que sussurra ao seu ouvido. Sou aquela que virá sobre ti e o envolverei em meus braços; e você saberá, neste momento, que seu destino está selado, pois eu sou Nêmesis, filha de Nix, a noite, e a vingança dos deuses. Eu puno os maus e restauro o equilíbrio. Eu castiguei reis, imperadores e vós não escaparás de mim!
Desista! Você nunca chegará ao cabo de ver todas as insanidades desse mundo governado por Hades. Entre malucos rasgadores de alcorão, cristãos quebradores de imagens, macumbeiros que trazem seu porteiro amado em 3 horas (ou alguma merda nesse sentido) entre outras mazelas religiosas que aparecem por aí, africanos mostram que o retardo mental não é exclusivo do brasileiro (apesar deste último ter mais competência neste quesito). Vervet sentiu isso na carne. Ele meio que teve um destino como alguns apóstolos bíblicos e acabou sendo apedrejado pela acusação de bruxaria.
Não é de hoje que o mundo está degenerando. Por muitas gerações, o mal caminha entre nós, esconde-se entre pessoas de bem, rasteja furtivo em nossa sociedade e camufla-se até mesmo em nosso círculo familiar. O mal que espreita nossa sociedade, o mal que inverte valores, que quer que aceitemos coisas anormais como sendo algo natural, quando sabemos que não é nada natural. Um mal que querem que aceitemos passivamente, de forma que nossa simples opinião seja ceifada para que nossas crianças não vejam como é perigoso e vil o ato de alguns degenerados. É chegada a hora que lutarmos e mostrar que canhotos não podem ser aceitos numa sociedade civilizada.
Os cazo do livru adotados pelu Méque aimda vai dá muinto panu pra mamga. Ce por un lado umonte di jenti reclamô ke iço acaba com nóço indioma, oltros axam superválido num çer muinto ríjido na língoa cuando naum for nesseçarío. Nóços komemtaristaz estam divididos, como pudemus ver no artigo adonde é dito ke muintos políticos rezouveram comprar a briga e entraram com reprezentassoes contra a distribuissão do livro. Como nada é muinto çimples neste país, agora temos uma Assão Sívil Coletiva (que naum tem nada haver con o çaites de conpra tipo Peiche Urbano). Cenhora Dona Eloíza Ramus deve tá beim aborressida com iço.