365 dias se passaram neste ano. Ano bom, para falar a verdade. Não sou daqueles que vivem se lamentando, vivem reclamando, vivem dizendo que o ano foi ruim, que o ano foi péssimo, que esperam que o ano seguinte seja melhor. Eu não tenho estes problemas, pois acho que reclamar – mesmo que tivesse algo errado – é perda de tempo.
Mas é véspera de Natal, e eu sempre adorei Natal. Sempre gostei dessa época, como qualquer um que me acompanha há mais de um ano sabe muito bem.

Malba Tahan é um dos melhores exemplos do que já tivemos em termos de excelência. Vemos como nossa literatura infanto-juvenil era incrível, bem longe dos Pedro Bandeira de hoje ou, benzo-me, Ana Maria Machado. Viajamos por desertos, oásis, odaliscas, sheiks, príncipes, guerreiros, mercadores, vilões, bandidos, sultões, vizires e simples professores. ele mostra a época de ouro de nosso ensino, quando colégios públicos eram referência em qualidade. Era a época que alunos aplicados e professores bem remunerados faziam as suas partes, mas que hoje é mal visto. Aquela era a época que engenheiros davam aula e pedagogos não se metiam no processo de ensinar. Hoje, isso é apenas uma sombra perdida nas brumas do tempo, e o Homem que Calculava é algo digno de ser
Olá, pessoal! Aqui vamos para maiores informações da sonda espacial que o Brasil, O BRASIL!!!!, está prestes a lançar. Daremos informações com exclusividade, entenderemos os detalhes, as minúcias e conversaremos com técnicos ligados diretamente ao projeto.
Eu francamente não entendo certas coisas na política, apesar de entendê-la muito bem para que ela serve (servir de lugar para políticos existirem e retroalimentar-se). No Reino Unido não é diferente e se alguém aqui é ingênuo em pensar que governos e governantes (seja em qual esfera for) estão preocupados com o povo, sugiro que pense duas vezes. No caso, a notícia que a Inglaterra está travando uma guerra silenciosa internamente. Por quê? Por causa do elevado número de muçulmanos idiotas que insistem na discriminação de gêneros, onde alguns defendem que homens e mulheres deveriam se manter separados durante as aulas, palestras etc.
Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).
Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.
Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?
Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.
Todo ano, dede 1825, a Royal Institution realiza um círculo de palestras abertas ao público, focando mais crianças e adolescentes. São palestras feitas não só para educar ou sairia algo criado pelas malditas pedagogas, mas para instruir e, sobretudo, divertir.
William Sanford Nye pode não ter nada de muito incrível. Para os nossos padrões, ele é feio, alto demais, magro demais e sotaque que soa como gringo e é um motivo para motorista de taxi querer dar uma volta nele na conta da corrida. Nos EUA ele é bem conhecido. Não como ex-engenheiro mecânico da Boeing, filho de uma decifradora de códigos. Ele é conhecido coo Bill Nye, the Science Guy, responsável pela educação científica de milhões de crianças, juntamente com o Mundo de Beakman.