Não há nada mais fácil que separar um mané do seu dinheiro. Os dois parecem ser imãs com um único e igual pólo (dane-se o acordo ortográfico!) e, por isso, vivem se repelindo. Essa deve ser a mais perfeita explicação, pois não encontro outra. É muito fácil de engar gente burra, e quando falam que "hoje as pessoas têm mais acesso à informação, estão sabendo mais", só me faz rir descontroladamente.
Então, eu fico sabendo do caso da melancia azul – com uma polpa tão magnífica e fantasticamente azul, que ficamos com água na boca só de ver –, com gente vendendo até no Mercado Livre.
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Toda vez que sai alguma notícia sobre um evento científico incrível, como mandar um rover pra Marte, pousar uma sonda num cometa ou descobrir como o seu cunhado descobriu a senha do seu cartão de crédito, a massa iletrada corre praquelas plagas conhecidas como "redes sociais" e começam o desfile ridículo de imbecilidade do tipo "Com tanta criancinha na África passando fome, os caras ficam gastando dinheiro com isso". A resposta básica seria o artigo
O mundo de Hades prova que toda a tosqueira que vemos por aí não é nada comparado com o que a Natureza pode prover. São chimpanzés assassinando, besouros guerreando, formigas escravizando e, agora, o mundo internético está de pernas pro ar ao saberem (depois de muito tempo, mas só agora saiu nos sites de notícia) que foquinhas lindinhas estupram os coitados dos pinguins.
Em 15 de julho de 1908, o arqueólogo Luigi Pernier estava estudando o sítio arqueológico de um palácio minóico de Festo, próximo a Hagia Triada, que fica na costa sul da ilha de Creta. Lá, diferente do que certos apóstolos tendem a se enganar, os cretenses não eram sempre mentirosos, mesmo quando isso era dito por um cretense. Durante as escavações, Pernier encontrou uma coisa estranha. Um prato de argila com umas inscrições. O que estava ali? Ninguém sabia. Para que servia aquele treco? Ninguém fazia a menor ideia. Aquilo poderia ser usado como frisbee? Meio pesado. Aquilo era minóico? Eu que sei?
Há duas coisas fundamentais que nos separam dos outros animais. Produzir ciência e fazer música. Pássaros não fazem música. Estão apenas chamando as fêmeas de "gostosas", enquanto puxam briga com outros pássaros. Aprendemos a criar melodias diversas, aprendemos a usar a Ciência. Aprendemos a misturar as duas coisas, e o resultado é fantástico.
A GoPro é a câmera preferida do pessoal que faz filmagem de esportes radicais. Pendura-se no peito, no capacete, na lateral de um carro e é só partir pra filmagem. Lindo, mas que tal explorarmos nossos sentidos, ver o mundo de outra maneira, que nossos olhos não possam ver? Que tal o mundo visto de dentro de uma bolha de água?
Sangramento não é legal. A vida da gente se esvai, literalmente, ainda mais quando se é portador de doenças que dificultam a coagulação do sangue que eventualmente serviria para servir de tampão, para que mais sangue não saia correndo. Seria legal ter alguma forma de impedir sangramentos, não é? Seria mais legal se usarmos nanopartículas, já que, vocês sabem, nanopartículas são maneiras e assim como bluetooth, tudo fica melhor com elas.
Todo mundo adora a parte de gladiadores dos filmes épicos. Adoramos ver gente saindo na porrada, desde lutas de boxe até MMA. Eu credito isso ao fato de não podermos sair metendo a porrada em quem merece (por falta de oportunidade, condições ou porque efetivamente NÓS é que iremos apanhar). A questão que, como sabemos bem, atletas precisam de uma alimentação diferenciada, e isso acontecia também com os gladiadores, ainda mais que os melhores viviam muito, mas muito bem (o que nem sempre garantia uma aposentadoria confortável). A saúde era muito importante, pois era o modo de viver deles (literalmente).
Eu sempre achei que religião é igual a pênis: Tenha uma, sinta-se no direito de se orgulhar dela, mas não tente enfiar nos outros que isso não é legal. Então, a escumalha criaBURRIcionista, no uso de suas tosqueiras, insiste em enfiar aquela porcaria que diz que morcegos
Foi uma semana de extrema dor de cabeça. O site estava fora do ar, por causa da incompetência alheia, aliada ao péssimo serviço e a tradição do empresariado brasileiro de contratar idiotas para atender, corrigindo, para enrolar as pessoas, ao invés de solucionar os seus problemas.