
Estamos acostumados a ouvir todos os dias que as mudanças climáticas vão ferrar a vida vida das pessoas, aumentando temperaturas, mudando o clima e fazendo com que seu chefe sempre chegue perto de você quando estiver dormindo no trabalho. Bem, além disso tudo, mudanças climáticas também afetam a química dos oceanos de maneiras que muitas vezes passam despercebidas, moldando o planeta da pior maneira possível.
Um dos aspectos menos discutidos, mas igualmente cruciais, é como essas mudanças afetam os elementos-traço nos ecossistemas marinhos costeiros. Esses elementos, que incluem tanto nutrientes essenciais quanto contaminantes tóxicos, desempenham um papel vital na saúde dos oceanos e, por extensão, na nossa própria saúde. Quem poderá nos proteger? Continuar lendo “Elementos-traço zoando com ecossistemas marinhos”

Saiu mais uma pesquisa que espécies estão ameaçadas pela chamada “pegada humana”, ou seja, pela simples presença de seres humanos, os quais deixaram marcas em todo o planeta. A rigor, não tem um só lugar do mundo que não tenha uma marca da passagem da humanidade, tendo o estudo avaliado 20 mil espécies terrestres, e descobrindo que 85% agora estão expostas a intensa pressão humana.
Corais são mais que seres vivos. São um bioma inteiro. Eles apresentam uma imensa biodiversidade, com plantas, animais e micro-organismos de um imenso universo entre espécies vivendo em equilíbrio. Para se ter uma ideia, cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes das águas marinhas dependem dos recifes de corais para sobreviver, já que eles fornecem abrigo e alimento para diferentes seres vivos, além de funcionar como um grande filtro da água do mar. Acompanhar a saúde dos corais é acompanhar a saúde dos oceanos,
De acordo com o dr. Ian Malcolm, a vida sempre dá um jeito. Isso é mais do que comprovado em todos os cantos do planeta. Claro, ter um planeta dentre bilhões de sistemas solares, com bilhões de estrelas em cada uma das bilhões de galáxias, deixa de ser tão impressionante assim. Algum planeta teria que abrigar vida em pelo menos um, nesses 14 bilhões de anos, e foi por pouco (várias vezes) que quase tudo não vai pra vala evolutiva. Não se sinta especial. Você deu a mesma sorte que um fungo.
Vamos ser honestos: larga maioria das pessoas não gostam de predadores no mundo animal. Costumam vê-los como seres ruins, vilões de desenho animado, criaturas maléficas que devoram bichinhos bonitinhos como o Bambi. Isso levou a uma caçada sem precedentes de lobos, pumas, leões etc. habitats foram destruídos e muitas dessas espécies “malvadinhas” correm risco de extinção. 
Levante de madrugada. Ande descalço pela sala e fique em pé, de olhos fechados. Você está envolto ao silêncio, certo? Errado! Preste atenção. Se não for o tic-tac do seu relógio, será o som da sua geladeira. Num prédio? Sempre tem um vizinho batendo a porta. Casa? O som da rua, onde alguém está chegando de carro.
Caí de para-quedas numa pergunta que sequer foi dirigida a mim: "Qual seria o tamanho mínimo de um biodome para simular as condições de nosso mundo?" É uma pergunta interessante, mas complicada. A rigor, é muito difícil reproduzir nossa biosfera, que é a parte onde larga maioria dos seres vivos… bem, onde eles vivem e se mantém vivos.
Longe de ser uma cor que as mulheres inventaram, o coral é um animal, metazoário, cnidário e ainda por cima da classe Anthozoa (e nem todos os corais são "corais"). O coral é formado um grupo de muitos organismos geneticamente idênticos, multicelulares conhecidos como "pólipos". Estes pólipos constroem um exoesqueleto, tão amado por surfistas que ousam se aventurar em Queensland (só que não). O que não se sabia direito é como os corais produziam aquele exoesqueleto. Pelo menos, até agora.
As borboletas monarca não são como todas as demais. Eu nem as acho muito bonitas. Entretanto, elas possuem uma das maiores migrações anuais, saindo dos Estados unidos e indo para o México, a partir de agosto, voltando para o norte durante a primavera (estamos falando das estações do ano referentes ao hemisfério norte), tendo uma viagem tão longa para tão curta vida que a geração que parte do norte não é a mesma que volta do sul. Isso acontece por muitos anos, mas parece que eventos climáticos associados ao aquecimento global está interrompendo isso. Afinal, o que está acontecendo?