Membros biônicos melhores, mais fortes e mais rápidos podem ser feitos com foguetes. Eles ainda não te dão força sobre-humana ou te dão habilidade de voar para o céu, mas são muito melhores do que as opções atuais.
Um novo braço mecânico movido a foguetes pode levantar até 11kg (até quatro vezes mais do que as próteses comerciais atuais) e podem fazê-lo até quatro vezes mais rápido.
O braço-foguete também tem maior destreza e liberdade de movimento do que os braços mecânicos atuais. Ele funciona de maneira mais natural do que modelos anteriores, pois é equipado com um pulso que pode girar e dobrar, e dedos que abrem e fecham independentemente.
Foguetes, não baterias

Os braços biônicos convencionais são movidos por baterias e motores elétricos. O peso das baterias necessárias para mover um braço biônico comum por um período razoável de tempo é o problema. Isso levou o pesquisador Michael Goldfarb (da Universidade Vanderbilt, em Nashville, EUA) e seus colegas a procurarem por alternativas, neste caso, foguetes.
O projeto radical é similar aos sistemas de foguetes que ajudam módulos espaciais e satélites a manobrarem no espaço. Ele emprega foguetes miniaturizados do tamanho aproximado ao de um lápis. Ele queima hidrogênio líquido pressurizado e peróxido de hidrogênio utilizando grânulos de irídio encapsulados em alumínio como catalisadores, gerando vapor que empurra os pistões para cima e para baixo, gerando movimento.
Você deve imaginar que tal configuração faça o membro fazer o barulho de um robô dos filmes de antigamente. “É muito mais silencioso do que eu imaginava”, disse Goldfarb. “Você pode estar em um recinto em que as pessoas estão falando bem baixo e mesmo assim não ouvi-lo. Você tem que ficar muito quieto para ouvir este braço operando.”
Configuração complexa
O vapor gerado pela reação química pode chegar a até 232 graus Celsius. As peças que mais aquecem são cobertas com um plástico isolante especial o que os tornam seguros de serem tocados. Uma pequena lata selada de peróxido de hidrogênio que encaixa perfeitamente no antebraço pode gerar energia suficiente para até 18 horas de atividade normal.
Goldfarb também está trabalhando paralelamente em um projeto para uma perna artificial que utiliza o mesmo sistema.
O objetivo é que o braço esteja disponível comercialmente em dois anos.
Fonte: LiveScience

Ho achei muito interessante o que li se for verdade mesmo
deve ser u bom projeto mais acho que e melhor se fosse
feito com um material menos perigoso imagina se explode no usuário
mais como todo projeto tem suas vantagens e desvantagens esse
deve ser melhor e quanto au pesso dele fica em torno de quanto hem ……..
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