Muitas coisas eu consigo entender, apesar de não concordar. Eu consigo entender porque torcidas de futebol do Flamengo hostilizam a torcida do Vasco. Outras coisas eu não consigo entender, como as torcidas Raça Rubro Negra e Jovem Fla (notoriamente, torcem pro MESMO time) saem na porrada entre si. É o tipo de coisa que não faz sentido! Extremismo islâmico é compreensível (reforçando: compreender não significa concordar), o que me é incompreensível é gente morando a trocentos quilômetros de distância querer participar de uma coisa que não faz a menor ideia do que se trata. Não só isso, pessoal vai lutar pelos muçulmanos, se filiando ao ISIS, que é rechaçado pelos próprios países muçulmanos. Pouca incongruência, né?
Calma que fica melhor: os hipsterzinhos leite-com-pêra se filiaram ao ISIS pensando algo nos seus sonhos idílicos, entre uma caixa de toddynho e outra, e quando deram com a fuça na realidade.

Eu estava vendo o último vídeo do Café e Ciência. O
Qual a diferença do cara que mete o pé na jaca e vira um pudim de cachaça, daqueles que fica estirado na sarjeta desmaiado e o Zé Machão que quer arrumar briga com todo mundo? Será que é tudo culpa da mardita? Foi o Cão que botou pra beber? Terá algo acontecendo na cabeça do miseráver que se acha mais macho que todo mundo e resolver quebrar todo e partir pra porrada? Bem, taí uma pergunta interessante; sendo assim, a melhor resposta seria examinar dentro da cachola do brigão com auxílio de ressonância magnética.
Boa parte das pessoas gosta de um bichinho de estimação, principalmente cães. Eu me lembro do Erasmo, meu vira-latas nanico vindo de um pequinês (eu tinha uns 8 ou 9 anos). Erasmo era muito legal. Ainda mais com 3 crianças que nem sempre queriam comer. Daí a gente dava pro Erasmo, e ele acabou acostumando a comer comida de casa, mesmo (por sinal, ele era louco por macarronada). Hoje temos mil e uma rações, mas algumas pessoas acham que cão é lata de lixo e dá as sobras cruas dos alimentos que não foram para a panela.
Lidar com a vida e a morte diariamente mexe com as pessoas. Elas acabam ou se envolvendo demais, ou tendo que ficar à parte, ou não aguentaria tanto sofrimento alheio, muitas vezes sem poder fazer nada, outras lutando bravamente, para um desfecho que não gostaria, e isso se resume a um ser humano perder a vida; para, depois, ter que dizer aos entes queridos daquela pessoa que as coisas não correram como eles imaginavam.
Imagine-se você, num dia qualquer, sem maiores preocupações além de não morrer de fome, doenças ou algum predador da mega-fauna vir te pegar. Bem, a sua sorte é que os dinossauros foram pro saco muitos milhões de anos antes, então, você está lá na sua patética vidinha com expectativa de vida de uns 18 anos, e aos 14 já estava pedindo pra morrer. Você estava pensando onde iria arrumar a próxima raiz com sabor horrível para poder comer, antes que Gronk, aquele fidamãe, roubasse sua comida. De repente, um barulho ensurdecedor! Bolas de fogo cruzam os céus e caem bem longe de você, a terra treme e algum tempo depois vem outro som mais ensurdecedor ainda. Imensas labaredas irrompem, tudo ao seu redor está em chamas… gigantescas chamas. O lance é sair correndo o mais rápido possível, pois hoje Darwin não está de bom humor e vai selecionar geral.
E numa incrível demonstração de como religião é algo legal e só faz melhorar a vida das pessoas, a notícia agora vem direto da Índia, de forma a provar que estupidez religiosa não é exclusividade de religiões abraâmicas. Como Medicina é aquele negócio que não serve pra nada a não ser enriquecer a Big Pharma, pessoal largou mão dos tratamentos convencionais por uma Medicina Alternativa; e bem sabemos que se Medicina Alternativa funcionasse, seria chamada “Medicina”.
Eu gosto do desenvolvimento tecnológico. Temos acesso a informações do mundo inteiro, posso ler livros raríssimos de bibliotecas que estão muito longe da minha casa. Posso falar com amigos do outro lado do planeta, ver parentes que estão muito longe e pedir pizza por aplicativo. Sim, internet é muito legal, mas a qualidade dela é diretamente proporcional à qualidade de seus usuários. E como tem gente burra! 