Das coisas que me incomoda

Eu não sou do tipo de usar blogs para reclamações pessoais. Cet.net basicamente existe para divulgação do Conhecimento (sim, "C" maiúsculo), seja sobre Ciência de uma maneira geral, Geografia, História, Tecnologia (tecnologia NÃO É só sobre computadores), Política etc. Mesmo os meus mais simples posts, como alguns vídeos legais que eu coloco aqui, vêm com um dedo de prosa ou uma breve explicação sobre algo. Nem que eu coloque o quão fascinante foi aquilo que vi. Procuro colocar artigos diários e em janeiro cheguei a colocar 4 artigos num único dia. Quantos sites de divulgação científica vocês veem fazer isso? E lembrando que eu estou postando sozinho ultimamente, pois os demais mantenedores têm sua vida. Nenhum de nós vive do Cet.net e o que arrecadamos com o Ad Sense praticamente é pra pagar os custos com o site.

Nada é tão maravilhoso que não tenha algo que incomode, que chateie ou que efetivamente irrite. O Cet.net não é exceção.

Vi o Cet.net como uma excelente ferramenta para divulgação científica, além dos meus conhecimentos em teologia comparada, mitologia e campos afins. Sim, eu sei que parece arrogância, mas só parece. Arrogância é você querer ser mais que os outros, sem ter a menor competência pra isso; só que eu deixei patente que eu sempre sei do que estou falando. posso dar uma escorregada às vezes, mas quando uma acéfala vem teimar comigo que o nome "Saulo" não é mencionado na Bíblia, eu só posso mostrar o quanto ela está errada. Muitas vezes eu escrevo de memória, o que implica que eu dê umas derrapadas e até o Saulo (o pastor e não o "nome que não está escrito na bíblia") já me corrigiu no tocante a citações de alguns autores, no qual eu reconheci na mesma hora. Não posso me lembrar de tudo nem vou pegar o livro para citar o parágrafo correto numa resposta a um comentário. Só faço isso mediante os versículos bíblicos, e isso porque o texto está disponível online e é muito importante na discussão corrente. Nada disso me incomoda. O que me incomoda é quando eu desmonto alguém e fingem não ter visto.

Eu gostaria de ter tempo para ficar postando aqui, o que não é possível sempre. Mesmo com obra no banheiro (e 200 toneladas de cimento, rejunte e pó de piso inundando meu apartamento numa torrente apocalíptica), eu fiquei postando. Aproveito intervalos no serviço para aprovar comentários (obrigado Martin Cooper, por ter inventado o telefone celular). Quando estou de bobeira, procuro ver o que comentaram para depois aprovar e comentar o comentário. Blogueiros apreciam que pessoas leiam e comentem. Pena que normalmente fazem o segundo, mas nem sempre o primeiro. É cada vez maior a quantidade que lê o blog mas não entende ou sequer lê e cai pra comentar. E se tem uma coisa que realmente me irrita é uma pessoa falar uma besteira desnecessária, pois ela já tinha sido abordada ou mesmo refutada no post.

Ainda há a categoria: "Uau, gostei do seu artigo. Mas, EI! comenta esta notícia". O cara não quis comentar o artigo. ele quis esfregar um link na minha cara para que eu comentasse, como se eu tivesse obrigação disso. Não que eu não goste de envio de links ou sugestão de notícias. Eu já mandei pro Kentaro Mori, pra Fátima, pro pessoal do Gemind e muitos outros. Compartilhamento é legal e eu posso ver algo interessante que envio para blogs especializados. Eu posso escrever sobre qualquer coisa, mas procuro manter um foco. Se eu vejo que outro escreverá algo melhor que eu, compartilharei a notícia, enquanto me atenho a algo que eu domino melhor. Gosto quando mandam notícias pelo e-mail e Twitter, apesar deste ultimo eu raramente acessar. O problema é quando escrevem algo como "comenta aí" ou "pra você refutar", como coisa que eu fosse remunerado para isso ou tivesse quaisquer obrigações de escrever sobre o que as pessoas querem. Muitas vezes dou uma vista d’olhos, em outras eu esclareço se é mentira ou não e boa parte eu não respondo, já que não posso ficar respondendo a todos que me escrevem.

Vejo muitas vezes blogs como barzinhos. De tanto você frequentar se acha dono do negócio, o proprietário deixa você se servir, paga depois e até ajuda na arrumação das cadeiras. Isso não pode acontecer com blogs. O visitante pode sugerir mudanças, mas não pode determinar o que você vai escrever, como vai decorar ou como você deve tratar as pessoas. Vocês têm todo o direito de me achar um grosso, mal-educado e completamente sem um pingo de cortesia. Eu, por outro lado, tenho o total direito de fizer "foda-se, aqui quem manda sou eu". Lamento, mas é assim que funciona. Porque, no final das contas, ninguém me pede o número de minha conta bancária para depositar dinheiro ou oferecer sua filha recém adentrada à maioridade. Então, quando eu reclamo do desvio do tema da postagem no campo dos comentários, a velha ladainha de "aqui não volto mais". Se assim fosse, minhas visitações não aumentariam a cada dia e eu não ganharia seguidores no Twitter (e olhem que eu mal uso aquela bosta!). Bom, só tenho a dizer "Vai com as pulgas e não deixe Deus te morder" (ou algo assim).

Em algum momento da minha insânia, eu resolvi escrever o artigo sobre Termodinâmica. Comentei sobre qual seria o melhor método de postagem e larga maioria preferiu ler o artigo quando ele estivesse inteiramente pronto. Estou escrevendo-o desde dezembro, aproveitando minhas horas de folga. Quando chegou em 10 páginas de Word, eu parei de contar. Separei os temas em arquivos distintos e estou editando pelo Wordpad para não ver o número de páginas. Não o tipo de cara que mede a qualidade do artigo pelo número de palavras. Escrevo até a hora que eu acho que tá de bom tamanho, deu no saco ou "porra tá muito grande!". Agora, não passa UM MALDITO DIA que alguém não venha me cobrar pela publicação do artigo. O último que me cobrou eu mandei uma ordem de cobrança no valor de 1000 reais, algo bem pouco, dado o número de horas que estou gastando nisso. Professores trabalham por hora, logo, nada mais justo que eu ganhar mediante a cobrança. Eu até dou aula particular se quiserem. Aqui no Rio? Ótimo! 100 reais a hora, para conteúdo de Ensino Médio, sem ser preparação pro vestibular (mínimo de 2h). Vou em casa, mas não atendo em motel, hotel e nem tenho privé. Preparação pro vestibular? Coloca mais 100 aí, e se estiver pendurado no fim do ano, pode correr pro caixa eletrônico, pois vai sair caro. Eu SOU um professor caro. Se não quiserem, contratem idiotinhas que cobram 15 merréis. Sendo um profissional, eu cobro feito um profissional e se você não tem dinheiro pra pagar pelo meu tempo, então não me cobre nada. (ah, sim. Estou esperando até agora a resposta e o depósito do dinheiro) Sabem quantas linhas escrevi sobre no artigo de Termodinâmica hoje? Nenhuma. Por quê? Porque eu não quis. Simples e parem de me cobrar ou de encher o saco. No máximo, aceito cobranças dos meus empregadores (algumas apenas) porque eles me pagam para isso. Até aqui estamos entendidos? Maravilha!

Então, chegamos nos últimos tipos de chatos: o debatedor, o pobre coitado injustiçado e o paladino. O debatedor quer porque quer enfrentar crentes pelo mundão afora, porque ele é um ateu que enfrenta a tudo e a todos. Normalmente, carecem de embasamento e acabam sendo aniquilados por qualquer crente medianamente informado. Eu já vi gente perder discussão pro Sabino. Puta merda, PRO SABINO! Isso é a declaração de incompetência definitiva! A questão é simples: converse, não procure enfrentar ninguém com 4 pedras nas mãos (senhores crentes, isso valem pra vocês, também. Venham com educação e conversaremos na boa). Eu já tive o prazer sádico de entrar em um fórum de ateus como se fosse crente e foi delicioso verem me xingarem no segundo argumento que eu coloquei (com respeito e educação). Eu já fui em blog evangélico daqueles bem irritados e banquei o católico. Atualmente, não tenho mais tempo (ou paciência) para isso. O pobre coitado injustiçado é aquele que tem um chefe crente ou uma tia católica que mandou PPS de Nossa Senhora. Daí, querem que eu dê alguma resposta para execrá-los. Por que eu faria isso? Minha própria tia é espírita kardecista. Vou criar uma briga de família por causa do racista do Kardec? O que ganho em troca? Meu pai diz "Deus te abençoe". É pra eu mandá-lo enfiar Deus onde o sol não brilha? O pobre coitado injustiçado reclama por que estuda num colégio católico. Eu estudei em um e não me saí tão mal.

Ainda hoje, me pediram informações sobre Evolução, pois o colégio onde estudam faz uma miscelânea de Criacionismo e Evolução. Eu não dei informação. Disse ONDE encontrá-las. Nem sempre é fácil achar o que se procura. Eu oriento, mas não entro em briga que não é minha desnecessariamente. Mas, vejam bem, num colégio religioso esperam que não se fale em religião? Fritas acompanham? Sobre o ensino de Criacionismo… Bem, eu ensino SOBRE Criacionismo. Querem que eu diga que a Teoria da Evolução é a única coisa criada até hoje para explicar o surgimento das espécies? É pra eu varrer pra debaixo do tapete tudo o que eu não concordo? Falar SOBRE Criacionismo não é mesma coisa que aceitá-lo. Eu explico sobre o que é e o que não pode ser considerado como pesquisa científica. Mostro as diferenças e porque Criacionismo não pode ser encarado como válido do ponto de vista científico. O aluno quer rezar pra uma vaca ou arriar um despacho? Problema dele. Mas o perseguido, o pobre coitado injustiçado reclama até do chefe que tem um crucifixo na parede. Que nem o pessoal que fica putinho ao ver uma cruz  num tribunal. Será mesmo que um juiz usará aquilo como base para julgar os casos que lhe caírem às mãos? Acho que temos coisas melhores para nos preocuparmos. E então chega ele, o paladino. Uma mistura do debatedor com o injustiçado. Aquele que acha que é Robin Hood e vai tirar dos crentes para dar sabe-se lá o que para os pobres ateus. Acham que colocar um outdoor vai melhorar o mundo. Vi um outdoor de lingerie hoje e não me sinto compelido a colocar uma (aquela maldita renda coça que é uma desgraça!). Então, querem que eu me posicione, EXIGEM que eu faça um pronunciamento. Ora, vão caçar um trabalho!

Coisas assim me enchem o saco, me desanimam. Não querem conteúdo, querem que eu fique de mimimi. Aliás, até que conseguiram, pois ganharam esta postagem. Não porque vocês querem, mas porque eu quis escrever. Afinal, e lá no final, eu sempre escreverei o que quero e darei a opinião que quiser quando quiser. Os fracos, indecisos, militantes e desocupados só têm uma coisa: seu próprio vazio. Vocês podem fazer o que quiserem de suas vidas, só não podem é ficar me enchendo o saco com suas exigências e reclamações sem sentido. E os artigos que sairão, eles sairão… quando eu achar que é hora de eles serem postados. Nunca antes, nunca depois.

34 comentários em “Das coisas que me incomoda

  1. André,

    As duas coisas que eu mais odeio são: a) a pessoa lê e acha que aquele artigo foi escrito especialmente para ofendê-la/atacá-la e reage como tal e b) a pessoa acha que aquele artigo foi escrito para agradá-la e, desagradada, reclama contigo como se dissesse ‘olha, encomdei e paguei por esse artigo e vc escreve esse lixo? Trate de consertar’.

    Em ambos os casos tenho vontade de enviar um míssel teleguiado com um saco de estrume amarrado. Pensar nisso, como se tivesse feio isso, me desestressa sobremaneira :)

  2. O que me irrita são os Crias e religiosos que TEIMAM em usar conceitos errados de ciências (2ª Lei da Termodinâmica e “energia criadora”) e falácias!

    Tive uma pequena discussão no twitter que um cidadão simplesmente cobrou se eu era um “cientista pra validar o que falava”.

    Se isso for um décimo que você escuta todos os dias, você merece um lugar no céu! Sem pegar fila!

  3. Mas, pelo menos, a coluna “Voz dos Aliendos” sempre terá material novo pra publicação! :mrgreen:

  4. Além das categorias elencadas por V.S.ª, eu sugeriria, ainda, incluir os piadistas infames (como eu :mrgreen: ), que se regozijam com as tentativas mais inócuas de fazerem alguma graça*!

    Mas, falando sério, é por essa sua coerência na moderação que eu gosto de freqüentar o blog (não necessariamente por concordar na maioria das vezes com seu ponto de vista). Incomoda-me gente que fala um monte sem pensar, também. Sem o devido tratamento, o blog estaria infestado desestimulando leitores sérios a postarem seus comentários.
    Eu, particularmente, tenho utilizado o blog para de fato me informar. No passado eu até perturb… digo, comentava mais, por conta até de uma empolgação inicial, a qual foi naturalmente se esmorecendo. Acontece também de achar que não tenho nada a acrescentar e eu sei que tenho uma tendência fdp de desviar do assunto… aliás, aproveitando o ensejo, peço desculpa por todas as vezes que deslizei em algum critério que você colocou.
    No mais, tais comportamentos refletem, no fundo, uma imaturidade, uma falta de bom-senso (aparentemente cada vez mais rara) e, por isso, nunca vão deixar de existir. Fica então aquela máxima do Chaves (eu tinha que fechar com chave de ouro :mrgreen: ): “Ora, mas não se irrite!”

    *minha especialidade

    1. @Márcio, O mesmo vale para mim. Frequento mas praticamente não comento quando nada tenho a acrescentar.

      Os comentários certamente não são medem de forma válida a frequência do site.

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  5. Sabe, o bom desse tópico é que ele me faz pensar em algumas atitudes que tomo.

    Será que deve me importar com crucifixos nas paredes dos tribunais?

    Às vezes me dou o benefício da dúvida.

    São as religiões que são segregadoras ou o Homem?

    Mas, se há algo que não tolero é costumo ser muito chato é com pseudo-ciências.

    Isso me irrita profundamente.

  6. Calma André,”Grandes poderes trazem grandes responsabilidades”.Tenho muita fé que um dia a maioria dos leitores do blog entenderão o post e comentarão dentro do assunto.Força parceiro!Tenha fé “homi”.

    1. :cool: Isso mesmo, Zé Marcio!!! O jovem, André está, como um diamante bruto, sendo lapidado aos poucos!! Mas, por vezes, as obras no apto, bem como os “comentaristas de plantão” deixam ele de cabeça quente!! Porém, no final somos agraciados com um Blog bem feito. Que a força esteja com você, André !

  7. Blogueiros apreciam que pessoas leiam e comentem. Pena que normalmente fazem o segundo, mas nem sempre o primeiro.

    Senti isso na pele ontem nesse comentário. A pessoa só viu a imagem e comentou direto sem ler o texto até o final. Confesso que fiz um teste mesmo e tudo se confirmou. Eu mesmo vejo o blog como uma casa aberta a visitas. E acho que o dono dela tem todo direito de mandar para rua o visitante que o incomodar. Haters por exemplo bloqueio sumariamente.

    Eu sempre procuro respeitar o ponto de vista do autor e o direito dele escrever sobre o que ele quiser e banir os idiotas que vem aqui com o intuito de ofender, dar ordens ou colocar comentários completamente off. Eu sei o que cada blog que eu leio apresenta. Se amanhã encontrar um artigo contando fofoca do BBB aqui não reclamarei, apenas aproveitarei outros textos e aguardarei o próximo para me desfrutar.

  8. O autor do artigo já disse certa vez:quando os outros blogs de ciências
    querem alguma informação aqui é que eles usam como referência,de
    certa forma não tem outro blog ciêntifico desse calibre aqui no google
    (não q´eu conheça).Acho que esse blog me ajudou a evoluir um pouco,
    ser mais exigente com os contéudos da internet.por ai vai.
    Em geral levo uns 2 dias p/ ler um artigo e claro quero comentar,me
    esforço p/ não ser um mala e claro pode ser melhorado,quem não
    concordar entregue sua irmão recem adentrada nos 18 p/ o cara.

  9. Não seria “Das coisas que me incomodaM”???

    Essas coisas te deixam tão irritado que até você, que tem o bom hábito de escrever decentemente, dar uma escorregada dessa? :mrgreen:

    Um abraço e escreva sempre que puder/quiser, estaremos sempre por aqui!

  10. Na verdade não estou sentindo nada, foi só com o intuito de colaborar. Você sempre deixou muito claro seu interesse pelo português bem utilizado. Mas deixa pra lá, erro de digitação ou não, era desnecessário esse tipo de resposta. Agrediu sem precisar.

  11. Eu não tenho nada o que fazer quanto a isso. Apontei um erro pequeno, tentando colaborar, você se ofendeu e pronto. Se só erros grotescos (dos outros) te interessam para a voz dos alienados, está tudo bem. Se pequenas colaborações não te interessam, também está tudo bem. A casa é sua. Mas como gosta de falar, faça um exercício mental ao imaginar o pequeno colaborador de hoje pode ser o mesmo desistindo de tentar fazer mais amanhã.

    Mas imagino que deve ter tanta gente enchendo seu saco que acabou perdendo a paciência por pouca coisa. Não estou aqui pra perturbar, só para colaborar, quando possível.

    1. faça um exercício mental ao imaginar o pequeno colaborador de hoje pode ser o mesmo desistindo de tentar fazer mais amanhã.

      Olha só, sr. Pequeno Colaborador, eu recebo diariamente várias sugestões de artigos. Tb indicações de correções, que muitas vezes são mais graves que UMA letra. Vc realmente se acha o bonzão em ter contribuído? É… realmente, vc se achou o máximo. Parabéns. Estou tão envergonhado que fiquei com vontade de colocar sua foto no mural do site com a indicação PARTICIPANTE DO MÊS, mas estou sem mais nenhum uniforme do McDonald’s.

      Eu escrevo só neste site há 6 anos e muita gente já colaborou verdadeiramente sem ser apontar uma letra comida. Mas cada um contribui de acordo com suas capacidades. A sua não passou do título. PARABÉNS. Agora, se não gostou, o alt+F4 é serventia da casa.

      1. @André, se você está com o saco tão cheio de tudo isso, elimine a opção de comentar.
        Manter os comentários na esperança de um dia poder vir alguma pérola do saber, esqueça! Quem o faria certamente publicaria algo em seu próprio site.

        Nós, seres inferiores, continuaremos a ler mesmo sem poder comentar.
        _____
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        1. Aí que vc se engana. Já apareceu vários comentários inteligentes e muitos complementando com informações. Se vc só para eu falar, eu não teria um blog e sim uma página como aquelas do falecido Geocities (que por sinal, já tive um). O problema dos comentários é inerente a todos os blogs.

          Impedir comentários não é a melhor maneira de resolver isso. Sequer é uma maneira. Por isso eu não quis usar plugin para pessoal comentar usando conta do Facebook. Não gosto nem do Disqus, por exemplo.

  12. Opções em ordem de consumo de energia.

    opção 1: Ignorar solenemente a sugestão.
    opção 2: Corrigir a letrinha.
    opção André: Escrever centenas de palavras tentando me diminuir sem o menor sentido. Aproveite a obra no banheiro e instala um ofurô, está precisando relaxar…

    Isso está até divertido, o imbróglio de uma letra só. E não fui eu que escrevi isso: “Não querem conteúdo, querem que eu fique de mimimi.” Se tivesse escolhido a opção 1 ou 2, teria sido coerente de sua parte, mas não resistiu à opção André e me “sentou o sarrafo”. E como bom professor de química que é, não tem o direito de dizer que uma letrinha não faz diferença. :grin: Esse mau-humor vai acabar com você!

    Acompanho seu espaço há bastante tempo e adoro seus artigos. Inclusive estava bolando um questionário pra bater uma bola com você sobre educação, que pra mim são os seus melhores artigos. Não ligo para as suas respostas grosseiras, faz parte, já me acostumei. Mas tenho certeza que muitos se afastam antes de tentar, pois ficam intimidados.

    1. E vc pensa em fazer O QUE com relação a isso? Me bater com seu salto alto? [2]

      E, não. Não tenho a menor intenção de bater bola com vc. Blog não é fórum e se quer saber, estou pouco me fodendo se deixam de ler o site. Estou cansado dessas ameacinhas retardadas “não vou mais ler o site. Blé”. Não quer ler? Azar. Meu salário continua sendo depositado, não deixarei de saber o que sei. Quem perde é quem banca a coitada. Não que eu me importe com o que vc pensa ou aprende. Não me importo nem com quem ME PAGA para eu ensinar.

      Mas não se preocupe. Vou lhe indicar um site muito bom, cujo dono é um doce de pessoa: http://www.pudim.com.br.

      E só para deixar claro uma coisa: só não o bani por puro divertimento sádico.

  13. Que legal! Me divirto com os comentários…

    Acalme-se último leitor a ter comentado este tópico… Parece-me que o André aprecia seus comentários…

    Ui! Sinto que vem bomba em minha direção… ou será que vão escolher a 1ª opção?!

      1. @André, Utilizo bastante o Bloco de Notas para fazer traduções de programas como Gaki No Tsukai, e gosto do layout clean sem tabulação alguma. Quando jogo no Word, às vezes o trabalho tem mais de 80 páginas, mas o esforço não pareceu grande. Agora WordPad, eu nunca tive boas experiências. Por isso o susto. Mas a hora que você muda do WordPad para o Bloco de Notas, ai sim, vou preparar meu bloco de sulfite e imprimir com tonner.

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