O sinistro poder está à espreita. O poder que não tem paixão alguma, amor ou simples complacência. Durante o reinado do imperador Justiniano, (entre 541 e 542 da Era Comum), uma verdadeira praga assolou todo o império romano oriental. O número de mortes, de acordo com o relato de Procópio de Cesareia, chegou a 10 mil pessoas e 10 mil pessoas já é muita gente hoje, ainda mais no século VI. Ela teria começado em Pelusium, perto de Suez, no Egito.
Hoje, cientistas tentam entender o que aconteceu, por que aconteceu e se pode acontecer de novo.
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Que tem maluco pra tudo, todo mundo sabe. Que tem gente idiota que acredita em discos voadores, qualquer um com mais de 2 neurônios vivos está careca de saber. E que a NASA é culpada por tudo… bem, ser, não é. Mas depois que o bando de
No doce mundo dos sonhos, a Educação Brasileira está melhorando. Pelo menos, é isso que vivem me dizendo: não está perfeita, as está melhorando a olhos vistos, se você não contar os últimos 50 anos. Infelizmente, existe algo chamado "Mundo Real" e algumas pessoas vivem nele, como é o caso da UNESCO, que apontou que o Brasil não resolverá PICAS, pelo menos até 2015 (e eu digo "pode botar mais uns aninhos aí")
Sempre duvidei da história sobre o número 13 dar azar. Pelo visto, 13 não dá azar nem se for uma moça estuprada por 13 maníacos. O que dá azar mesmo é nascer num país tão tosco quanto a Índia, país que condena uma moça a ser estuprada por 13 babacas, pelo trágico motivo de manter um relacionamento amoroso.
Enquanto aqui no Rio de Janeiro, com uma temperatura amena de 35 ºC e pedindo um casaquinho, seguimos nessa longa estrada, com caminhões lotados de idiotas vindo na contra-mão, ao som de funk boladão, e gritando que JESUS É O SENHOR, VELHO! NÃO, É O SENHOR, MANO!
Eu gosto de tecnologia de informação. Até trabalho com isso (se bem que o tiozão semi-analfabeto do SERPRO que fica digitado número de CPF e sabe toda a sua vida também trabalha). Uma das piores pragas são vírus, malwares e coisas similares. É muito ruim ser contaminado e quando nossa vida digital fica comprometida, temos que tomar medidas drásticas!
Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).
Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?
A capacidade das pessoas em insistirem numa fantasia é algo digno de pena. Da mesma forma que enquanto o filho está moribundo a mãe se apega a incenso, mandinga, velas, simpatias, padres, pastores, rabinos, pais-de-santo, videntes, rezadeiras e receitinha da revista Cláudia, achando que o moleque terá seu câncer em estado terminal regredido e que médico não sabe de nada, as pessoas se apegam a ideias de como o Brasil é um país lindo e maravilhoso, uma terra de leite e mel, com os melhores índices educacionais do mundo que, apesar de estar longe de ser perfeito, tem melhorado bastante.
O vilão está à espreita. Não precisaram fazer a pergunta tola "o que faremos esta noite?". Um vilão que se preza não gargalha e conta todo o seu plano. Ele age. Silenciosa e cruelmente, ele dá o golpe de misericórdia, fazendo com que futuramente todos falem dele com um medo contido à força, pois sabemos que mais dia, menos dia, ele poderá reaparecer, e isso poderá ser o fim.