
Pense na quantidade de pessoas precisando de água. Pensem que 75% da superfície do planeta é coberta de água. Pensem que a larga maioria dessa água é imprópria para consumo por ser água salgada. Processos de dessalinização da água do mar nem é novidade, só é caro. Alguns pensaram em trazer Nurembergs, digo, Rosembergs… não… Zuckerbergs! Sim, isso. Zuckerbergs! O problema de trazer os Udenbergs é que sai caro, bem caro. Então, melhor investir em sistemas de dessalinização, mesmo.
Entretanto, químicos não se contentam com isso. Se algo está ótimo, pode ser melhorado. Dessa vez com o auxílio de nanotecnologia, obviamente. Tudo fica legal com nanotecnologia.
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A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.
A cada dia surge uma nova técnica para fechar buracos abertos por cirurgiões. Tudo bem que alguns desses buracos não foram abertos pelos cirurgiões malvados. Quando soube disso, ser cirurgião perdeu toda graça pra mim. Damn!
Todo mundo sabe que não existe pesquisa científica sem café, o líquido negro da sabedoria que nos faz seguir em frente. O problema é o que fazer com o que sobra dele depois. Você pode até usá-lo para dar um reforço na sua composteira, com filtro de papel e tudo, mas tem pesquisadores pensando em usar a borra do café, não para ler a sua sorte, mas para a feitura de novos polímeros. A promessa é de um material resistente, ecológico e otimizado para ser usado em impressoras 3D. Mas como assim?
O plástico é uma maravilha: durável, barato e imune à quase totalidade de agentes biológicos. Os principais problemas do plástico é que ele não se decompõe fácil, seu preço faz com que se usem em larguíssima escala e, por fim, o fato de ele não ser atacado por agentes biológicos o faz ser um produto que não é biodegradável e, por isso, sua poluição aumenta a cada dia. Esqueça o canudinho plástico. Aquilo não é nada em comparação às milhares de toneladas de plástico que países asiáticos mandam pro ambiente. E nada ali é canudinho, que tem menos plástico que o seu tão amado sachê de catchup e o plástico que embrulha o seu copinho de papelão.
Imagine que você precise de lentes de contato, já que é cegueta, pois seus incríveis e maravilhosos olhos, oriundos de um projeto inteligentemente planejado, são uma bosta e você não enxerga bosta nenhuma na sua frente. Alguns, como eu, detestam usar lente de contato. Não é todo mundo que se adapta. Talvez, se ao menos tivéssemos lentes de origem orgânica, vindo de seres vivos, seria legal, né?
Todo mundo odeia plásticos, enquanto bebem sua água sem gás numa garrafinha. Plásticos são poluentes quando jogados fora de qualquer jeito e são poluentes também enquanto são produzidos. Entretanto, a demanda por plásticos não para de crescer, apesar do vidro ser uma alternativa ecologicamente melhor, mas custosa. É caro para transportar, é caro para manter, já que vidro quebra, é inseguro e é preciso higienizá-lo, já que ninguém recicla vidro diretamente. Plásticos vencem por serem mais baratos em armazenagem e transporte.
Eu não entendo muito de coisa “que avoa”. O especialista disso é o