Um aglomerado de galáxias é um festival de galáxias bem juntinhas (em padrões astronômicos, claro), que podem somar entre centenas e milhares de galáxias. A gravidade é as que mantém juntas, pois uma galáxia é pesada (mas não tão pesada quanto Yo Momma). Este aglomeradão é tido como as maiores estruturas conhecidas até agora, mas ainda temos dúvidas sobre como elas se formam. Para astrônomos, é muito difícil acompanhar, já que o movimento é muito lento e nossa escala de vida é bem curta. Sendo assim, simulações computacionais da movimentação dá uma bela ajudinha.
O projeto IllustrisTNG é um conjunto de simulações cosmológicas de formação de galáxias de última geração. Cada simulação no IllustrisTNG desenvolve uma grande faixa de um universo simulado logo após o Big Bang até os dias atuais, levando em consideração uma ampla gama de processos físicos que impulsionam a formação de galáxias. A TNG50 nos deu o resultado abaixo. Milhões de anos em poucos segundos de magia e fascinação pelo que há lá fora, que jamais poderíamos acompanhar em nossa tosca escala de vida ridícula.
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A vida de diabéticos não é fácil. Não existe “A” diabetes, mas diferentes versões, até a que você efetivamente precisa de receber insulina. Sem ela, sua vida, que já é ruim, ficará bem pior, até levar à morte. Hoje, podemos dar insulina aos pacientes, mas por meio de injeções. Seria possível facilitar isso? Bem, me disseram que a Ciência não é capaz de responder a tudo. Perguntei a um filósofo, mas ele começou a citar Deleuze. Fui em outro filósofo, mas ele falou que deveríamos encarar a realidade como ela é, e manter a existência dos fatores nestes níveis. Não, insulina não deveria ser usada. Perguntei a um cientista e ele respondeu: Se não tá fácil, a gente faz ser!
Artrite é uma das doenças que mais acomete as pessoas no mundo todo. No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas têm artrite, o que está de acordo com a média de 1% em todo mundo. Esta doença é muito debilitante, e as pessoas vão perdendo os movimentos das mãos, em que pode-se chegar num estágio de nem poder segurar um copo direito. Qualquer ajuda seria bem-vinda, certo? Bom, nos mesmos moldes que Bluetooth, tudo fica melhor com impressoras 3D.
Eu detesto agulhas, que nem essa aqui do lado. Todo mundo detesta. Agulhas são algo que eu tenho que lidar e prefiro receber injeção (como numa vacina) do que uma doença infecto-contagiosa. Ainda assim, não gosto de agulhas. Seria legal que houvesse um sistema para entregar remédios e vacinas sem usar agulhas. As pistolas até são eficazes ou aqueles dispositivos de aplicar insulina, mas poderíamos ter algo melhor, certo? Algo como aplicar por meio de um tecido composto por nanoagulhas, capazes de entregar o precioso medicamente sem machucar as nossas queridas células.
Hoje é um dia importante na minha vida. Não sei se é tanto para vocês, mas pra mim é. É um dia que em meu coração ficou como um marco, um divisor de águas. Quando antes era tudo trevas, a iluminação chegou e vimos que nossas vidas, apesar de tantas mazelas, tantas desgraças, tantas desavenças, tanto disse-me-disse, tanto governo que mal se importa com o que é realmente importante, no dia de hoje ficou marcado como um ponto que a linha temporal mudou e tudo se tornou mais claro, mas lindo, mas perfeito.
Saiu os laureados do Nobel. O de Química (que e o que realmente interessa, pois os outros são coadjuvantes) acabou indo para 3 cientistas. O trabalho visava estudar melhor as enzimas e, para isso, usaram ela: a Evolução, mais do que comprovada na Natureza, em tubo de ensaio e em nível molecular. Com os poderes investidos da Evolução, os pesquisadores conseguiram produzir uma proteína com o auxílio de seguidas mutações de uma enzima, resultando numa proteína 256 vezes melhor e mais eficiente que a original. Chupa, Biologia! Químicos fazem melhor!
Sim, cabras gostam de gente feliz. É o que diz uma pesquisa que eu APOSTO vai ser séria candidata ao IgNobel. Isso foi baseado numa pesquisa importantíssima, que só não foi financiada pelo CAPES porque as cabras não estavam fazendo sexo oral em banheiro público. De qualquer forma, é interessante saber como as cabritinhas ficam felizes quando vê gente risonha.