Deficientes parciais também têm uma luva maneira pra chamar de sua

Já postei várias pesquisas sobre sistemas robóticos para paraplégicos e tetraplégicos. Mas ninguém disse que é só pra eles. Muitas pessoas com distrofia muscular ou alguma lesão parcial da medula espinhal têm sérias dificuldades para simplesmente segurar coisas com as mãos, até mesmo as menores, como uma caneca.

Os problemas dessas pessoas acabaram! Pesquisadores desenvolveram (e estão testando agora) uma luva robótica que ajuda a restaurar a função da mão. Mas nós sabemos para o que mais ela será usada!

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Exoesqueleto é bom e tetraplégico gosta. Taqui mais um

Você ligou o “Disque Paraplégico” e foi redirecionado pra cá? Sim, porque se quis falar com Nosso Senhor Jesus, perdeu tempo, ele não liga pra essas coisas. Tentou falar com alguém de Humanas? Eles devem ter lhe dito que qualquer coisa a fim de mudar a condição de alguém impossibilitado de andar era eugenia. Se você realmente quis saber como poderíamos resolver, caiu no lugar certo, pois, só a Ciência pode resolver este tipo de questão.

Vai um exoesqueleto aí?

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Pesquisa espacial é importante no dia-a-dia das pessoas? Tem certeza, NASA?

Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.

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Terror da Filosofia: Amputados ensinam braços robóticos a serem mais eficientes

O mundo é estranho. Enquanto Deus do Impossível, em sua bondosa e misericordiosa presença odeia amputados a ponto de não fazer crescer membros de volta (“é impossível”, disse Deus), pessoal felózofo não só adora amputados, como acham que não nenhum amputado deve ficar nas mãos de eugenistas que tentam criar próteses e exoesqueletos. Se é amputado, tem que ficar largado num canto como qualquer amputado.

Enquanto isso, pesquisadores acham que quanto mais membros robóticos melhor (não necessariamente esse aí que você pensou, mas… por que não? Um dia, que sabe?). Um exemplo disso é o pessoal da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça. Você é amputado e quer uma mão robótica? Pois segura essa aí!

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A música para uma deusa, um satélite e uma missão

A NASA pretende voltar à Lua, carregando astronautas consigo. É o Projeto Artemis, a irmã de Apolo, a deusa caçadora, a que vive na Lua. O plano está em levar astronautas (homens, mulheres, mas não javeiros, porque só querem levar gente) na Lua até 2024. Daí, os estagiários se juntaram e celebraram a missão com música. Diferente da FIOCRUZ que faz RAP tosco falando mal de organismo geneticamente modificado, o vídeo ficou legal, inspirado numa música da Ariana Grande. Aumente o som!

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Sensores agora não precisam de um monte de penduricalhos para tomar conta da sua vida

Hoje temos a capacidade de ir numa clínica ou laboratório e sairmos de lá com um monte de equipamentos para ver nossa pressão, diabetes, ritmo cardíaco etc. Não são pequenos, apesar de não serem enormes, mas uma redução no tamanho seria muito bem-vindo. Não que já não hajam sensores flexíveis, mas eles ainda são ligados a alguma caixa com bateria, o que não resolveu o problema ainda.

Agora, isso parece que vai mudar. Pelo menos é o que alguns pesquisadores prometem, ao apresentar adesivos capazes de coletar dados, mas sem necessariamente ter fonte de energia. Violação da Segunda Lei da Termodinâmica? Não é o que diz o trabalho.

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Universo dá um que se dane: Tem planeta onde não deveria estar

A todo momento se descobre exoplanetas novos. Ou, melhor dizendo, a todo momento se noticia a descoberta de novos exoplanetas. Descobertos eles foram há muito tempo, mas demora um pouco pros cientistas coletarem os dados, reunirem informações e darem sentido a toda essa algaravia de números que precisam dizer algo útil.

Bem, chegou informações e mais um novo exoplaneta, menor que Netuno, o que pode parecer pouca coisa, mas não é, já que ele é 20 vezes mais pesado que a Terra!

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Mitos científicos no cinema

Ok, você acha que eu vou falar sobre sons no Espaço ou como o Super-Homem jamais poderia levantar um prédio sem se enterrar no chão. Você acha que eu falarei sobre viagem no tempo etc, mas não. Vou usar outros exemplos. Não, Gavisti não significa desejo por vacas, carbono 14 não analisa metal alienígena e biólogos não são retardados de meter o mãozão em qualquer bicho esquisito que apareça na frente dele.

Sabemos, claro que cinema é apenas entretenimento, e se você quer alguma mensagem, procure os Correios, como diria Samuel Golwin (dos estúdios Metro Goldwin Meyer), mas de vez em quando é divertido apontar isso e se tem muita gente que fala o mais do mesmo, por que eu não posso apontar algumas bobagens também?

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Chimpanzés em cativeiro criam e usam ferramentas

Todo mundo já está careca de saber que muitos macacos (chimpanzés, gorilas, micos, orangotangos etc) usam ferramentas, e isso tá melhor que 70% das pessoas que eu conheço, aqueles neandertais toscos que não sabem nem usar coisas simples, como um martelo ou uma CNC. O que não se sabia até agora é que até mesmo chimpanzés em cativeiro podem descobrir com sucesso como usar ferramentas para escavar alimentos subterrâneos, mesmo que nunca tenham sido apresentados a um cenário como este, já que eles recebem alimentos de tratadores, e como não estão largadões, não aprenderam a técnica com ninguém. Quero ver você aprender a usar uma CNC do nada, sem tutorial do YouTube.

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A volta do osso misterioso sumido nos tempos de antigamente

Fabela é um nome que dificilmente você ouviu falar. Trata-se de um osso sesamóide, isto é, com formato de uma semente de gergilim, e daí vem o seu nome, que em latim significa “feijãozinho”. Ossos sesamóides são pequenas estruturas de formato esférico localizadas próximo à articulação do dedão com o metatarso, e a função deles é ajudar no impulso, além de auxiliar na absorção de impactos. Só que a fabela é um caso particular, pois o lugar dela é na articulação do joelho e estava praticamente desaparecida nas pessoas há alguns séculos.

Ou, pelo menos, era o que se achava.

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