
Ler leis e decisões judiciais é um saco. Tem horas que efetivamente você não entende nada do que está escrito lá. Mas, a cidadania não começa com você tomando conhecimento das leis, não só para respeitá-las, mas exigir que sejam cumpridas? Bem, como faremos isso com uns textos empolados? De onde veio este péssimo hábito de escrever daquele jeito?
Um estudo recente conduzido por cientistas cognitivos do MIT revelou os motivos pelos quais os documentos legais são notoriamente difíceis de entender, mesmo para advogados experientes. A pesquisa sugere que a linguagem convoluta do “juridiquês” serve a um propósito específico: transmitir uma sensação de autoridade.
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Veio a celeuma do Artigo 13, com um monte de babacas dizendo que seria o fim da internet, que o YouTube, coitadinho, ia fechar as portas, o Facebook iria acabar, voltaríamos ao tempo das cavernas, todo mundo comendo carne crua e grunhindo.
Eu vivo num mundo em que se preza pela liberdade de pensamento e opinião, mas isso quando seu pensamento e opinião coaduna com o status quo. Isso vale para todos os espectros, e o político não seria diferente. As pessoas comuns, entretanto, vivem num mundinho fantasioso. Acham que tudo está bem e basta escolher certas pessoas para certos cargos, sem examinar detidamente as consequências. Queriam tanto que tivesse mais mulheres no governo, já que competência – segundo este pessoal – é determinada pelo que se tem entre as pernas, mas joelhos falham às vezes.
Está começando mais um festival de idiotice generalizada. Mais uma vez, youtubeiros estão com ataque de pelanca que o mundo ia acabar, que a Internet como conhecemos não ia mais existir, o leitinho com pêra foi cancelado pela vovó que resolveu sair de casa e puxar ferro na academia etc etc e, claro, etc. O motivo é as normas que a União Europeia meteu e resolveu catar no embalo redes sociais e o YouTube. Ninguém por lá gosta do Google, principalmente em questões envolvendo direitos autorais e violação de privacidade. Os pontos mais polêmicos são os artigos 11 e 13 que, segundo o pessoal chiliquento, vai destruir a Internet. Pessoal deu atenção quando um youtubeiro hipster de Portugal teve ataque de pelanca sem apresentar nenhum argumento e, claro, os indefectíveis palavrões (aqueles que o Google disse que não seriam permitidos no Tubo).
Você está acompanhando as notícias da prisão do Lula. Ou você está concordando com isso ou está diametralmente contra. Não sou um blog político, não tenho partido e acho que todos eles são errados, mas não tão errados assim por motivos que você lerá adiante. Todo o problema reside num grande problema que começou com boas intenções (e sabemos aonde vão parar as boas intenções): o Foro Privilegiado.
Leis são importantes. São elas que impedem que a gente se
Leis existem basicamente para regular uma sociedade, ou é o caminho para dar merda. Basicamente , leis existem para proteger a sociedade de si mesma, mas para tudo tem limite. Leis levadas ao extremo podem ser o caminho para a vergonha alheia, como juntar um efetivo policial para ir pegar um terrorista malvado sob a forma de boneco publicitário.
Lei anti-blasfêmia é uma das coisas mais imbecis no mundo do século XXI. Não se pode falar mal de um deusinho, pois ele tem problemas de aceitação, fica tristinho e cai na depressão. Temos que protegê-lo. A Dinamarca tinha uma lei anti-blasfêmia que já datava de uns 150 anos. Aí, para horror de muita gente, os legisladores disseram algo como “anti-blasfêmia é o cacete” e revogaram-na.
Olga Souza tem 57 de inutilidade. Como professora devia se tocar de certas coisas, mas não. Essa senhora – professora ainda por cima! – é completamente sem-noção. Saiu do seu Rio Grande do Sul e resolveu se achar mais que todo mundo insistindo em algo chamado “diversão pessoal”, pois é uma hedonista egocêntrica, para quem só existe ela e mais nada. Quando muito, essa senhora, que só pensa em si mesma, levou seu cachorro para a praia em Balneário Camburiú, que nada mais é que uma praia mixuruca, mas isso é detalhe. O problema é que esta senhora não sabe que é proibido levar cães às praias, mas se achou acima de todo mundo e não atendeu ao pedido de outros banhistas. Uma pouca vergonha!
Eu acho que cada um tem o direito de ter a religião que quiser. Entretanto, devemos lembrar que religião é igual pênis: tenha a sua, sinta orgulho, mas ficar enfiando em qualquer um indiscriminadamente não é legal, e tanto pior se for em crianças. A religião vegan não é diferente. E sim, é uma religião, pelo modo fanático e sem nenhum fundamento que seus seguidores defendem essa sandice. Mas beleza, quer ser vegan, seja, desde que não me encha o saco. O problema são os casos em que naturebas acabam causando a morte de seus filhos, como já noticiei antes.