Portland quer manter as normas de distanciamento e uso de máscara. Pessoal chilicou

Em dezembro de 2020, eu tinha escrito que vocês podiam me chamar de paranoico. As vacinas estão um perrengue até hoje, com vários políticos se estapeando para saber quem vacina quem. Eu falei que ia ficar na minha, bem acastelado, além de continuar saindo na rua de máscara. Adorei não pegar resfriado em ônibus lotado. A máscara ajudou bastante e vou continuar com ela.

Já Portland, no Oregon, achou que esta é uma excelente ideia e vai continuar com as medidas restritivas, como distanciamento social e obrigatoriedade de máscara. Sim, pessoal está chilicando. Continuar lendo “Portland quer manter as normas de distanciamento e uso de máscara. Pessoal chilicou”

E no retorno, torno a ver o mesmo de sempre

Eu ia colocar o título “Lá e de volta outra vez”, mas todo mundo gosta de chupar o Tolkien e usar esta frase. Eu tive uma microférias excelente, obrigado, não que vocês tenham que se importar. Então, eu volto e continuo vendo gente enchendo o saco com medição da temperatura no pulso, o terraplanismo em tempos de Coronga.

Não sei por que as pessoas se preocupam com isso.

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Brasil a caminho de fazer o mundo melhor, sem brasileiros

Estou acompanhando o bando de imbecis tendo ataque de palanca pelos atuais testes de vacinas contra o coronga. Oxford, FIOCRUZ e tantos outros estão correndo para desenvolver uma vacina, e não há nenhuma garantia que esteja pronta até o final do ano. Com isso, o Primeiro Energúmeno falou que não podia obrigar ninguém a tomar vacina. PRONTO! Começou o bando de idiotas dos dois lados.

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Casal é impedido por funcionária malvada de batizar a pobre criancinha com nome fofo

Algumas ideias são bizarras demais e, por isso mesmo, são divertidas. Outras são completamente sem-noção. Algumas são completamente estúpidas e retardadas. Eu, sinceramente, não sei como classificar a ideia que um casal britânico teve mediante o nascimento de seu primeiro filho.

Qual a ideia? Pouca coisa. Eles só resolveram batizar seu filho de “Lúcifer”. A funcionária do escritórios de registros não pareceu achar uma boa ideia e isso acabou em briga jurídica.

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