Estamos no Sábado de Aleluia, dia de Malhar o Judas. Essa tradição, que anda se perdendo em tempos do politicamente correto, vem de… malhar o Judas, porque ele fez besteira. E isso porque Jesus não tinha um blog. Judas xingou muito junto ao perfil do Sinédrio no Twitter. Jesus tomou flag do YouTube, digo, do Império Romano e sua conta foi suspensa.
Obviamente, nossos crentinhos de estimação zueiros não poderiam deixar de aparecer e contribuir para com a sua seção favorita: A Voz dos Alienados!

O tosco mundo de Hades, Nosso Senhor, é movido à estupidez. Larga maioria da população é burra, e eu gostaria muito de dizer que isso é exclusividade de brasileiros, mas somos apenas os mais eficientes em incompetência. É difícil ser uma gota de informação nesse oceano de insanidade chamada Internet. É difícil competir com a maluquice degenerada, à solta e sem controle. Os veículos de informação veiculam tudo, menos informação. Ou veiculam, se entendermos que informação não é conhecimento.
O que mais me impressiona no brasileiro médio é a sua estupidez galopante. A capacidade de usarem sua absurda condição em algum modo idílico de se acharem melhores que os outros, mais sofredores, mais heroicos, mais que todo o resto da população. Com o (des)caso da falta d’água em todo país, as pessoas começaram a ser criativas e sua arrogância as fez se mostrarem mais mendigas que a mendicância, como é o caso de um casal casado do estado de São Paulo que adaptou uma caixa de descarga para servir de chuveiro.
Todo mundo quer ser revolucionário, principalmente quem é franguinho de apartamento, que mal sabe quanto papai e mamãe gastam com o toddynho deles. A geração mimada, criada à base de leite-com-pera e ovomaltine, que não sabe ficar sem seus iTrecos e uma conexão wifi querem mudar o mundo. Primeiro, foram aquelas
A verdade nua, crua e cabeluda (nossa, que mocréia!) é que ninguém nunca perdeu dinheiro ao depender de gente burra. Se o retardado quer ficar mais pobre dando dinheiro pra espertões, achando que vai ter alguma vantagem, eu digo "vai na fé, filho". A melhor maneira pra isso, atualmente, é apelar para a culpa burguesa, ecologia e brutal ignorância em Ciência. O resultado? Máquinas de motos perpétuos, que violam as Leis da Termodinâmica.
Quando eu era garoto, havia uma piadinha comum aqui no Rio que dizia que fim-de-semana de paulistano era ir pro aeroporto para jogar milho pros aviões, ou então pro litoral para beber água do mar e saber se ela é realmente salgada. Hoje, com a globalização e a queda de fronteiras, podemos saber dessas coisas pelo Google, mesmo.