Crânios de hominídeos fossilizados sempre chamam a atenção pela protuberância na região das sobrancelhas. Aquela marquise imensa até poderia ser rótulo de hominídeo pouco evoluído, mas elas eram mais que um crachá de Homo toscos. Especula-se que aquilo era sinal de domínio, pois quem tivesse maior protuberância, era o rei da bagaça. Aí as testonas passaram a ser mais achatadas, e as sobrancelhas acabaram se tornando móveis. Uma pesquisa aponta que estas sobrancelhas moveis fizeram uma grande diferença, e podem ter sido uma forma para expressar uma ampla gama de emoções sutis, desempenhando um papel crucial na sobrevivência humana.
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Em 2012, o especialista em rastros de dinossauro, Ray Stanford, descobriu uma trilha de nodossauro da era do Cretáceo no campus do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland. O local foi escavado por Stanford e o paleontologista Martin Lockley, da Universidade do Colorado. Foram catalogadas mais de 70 trilhas de dinossauros e mamíferos impressas no arenito.
Todo mundo gosta de dinossauros. Se seu filho não gosta de dinossauros, leve-o agora mesmo num psicólogo, pois ele tem sérios problemas. Se você não gosta de dinossauros, é caso perdido. Atire-se do primeiro prédio ou doe seu corpo para uma usina termelétrica. Estes monstros colossais eram fantásticos e quanto mais sabemos sobre eles, mais fascinam. Hoje, temos vários museus exibindo fósseis com milhões de anos (ou 6 mil, se você for fundamentalista) que contam um pouco da história da vida na Terra. O problema é que montar um bichão grandão dá muito trabalho e requer muitos especialistas. Agora imaginem na hora de transferir um esqueletão grande de um lugar pro outro. Bem, foi o que o pessoal do Natural History Museum fez.
Eu sei que você achou maneiro aquele lance de mosquitos no âmbar, extraindo deles o sangue de dinossauros que foram picados e assim libera um T-rex atrás de jipes. Apesar do leve fundo de verdade, 90% é pura ficção; e o fundo de verdade é que sim, consegue-se ter mosquitos bem preservados em âmbar, mas não é só eles.
Olhos são uma coisa fascinante. Depois de 3 bilhões de evolução biológica, temos uma maravilha que nos faz enxergar, salvo se for aquele pontinho cego safado, que é onde o nervo óptico toca a retina e lá fica incapaz de receber luz que foi refletida pelo objeto, sem poder criar a imagem naquele ponto. Também tem o fato do cristalino se embaçar, causando cataratas. Também tem aquele lance de ficar com a visão como se estivesse por um tudo, miopia, hipermetropia, astigmatismo, vista cansada etc. Mas é tudo um projeto inteligente.
Eu gostei de ler sobre o eclipse do dia 21. Sim, muito legal quando a natureza mostra seu balé cósmico, e vemos que escapamos mais uma vez de uma desgraça. Há cerca de 65 milhões de anos, os dinos não tiveram a mesma sorte, no que ficou conhecido como Extinção do Cretáceo-Terciário ou Extinção do Cretáceo-Paleogeno. Um meteorão do mal de 10 km de diâmetro caiu e mandou quase todo para a vala, inclusive dinossauros. O registro estratigráfico mostra que o desaparecimento abrupto das espécies, e não foram só animais. Plantas, também.
A história de nossos tatatatatataravós é repleta de aventura, romance, drama e perigo. Saindo da África, nossos antepassados dominaram os quatro cantos do mundo, indo parar em todos os lugares literalmente. Pesquisas estimavam mais ou menos quando eles chegaram na Ásia e na Austrália, mas evidências arqueológicas mostram que isso pode ter acontecido muito, mas muito antes, da ordem de 20 mil anos antes. E 20 mil anos é muita coisa
O mundo antigo, bem antigo, já não era lá essas coisas lindas que filmes de monstros fazem crer. Nada de dinossauros cuspindo fogo, nem gorilas gigantescos e nem nada remotamente parecido com um Kaju. Ou seja, era algo chato, ainda mais no período Jurássico, que não tinha dinossaurões. Ainda assim tinha muita coisa para se preocupar. Era um mundo perigoso e, hoje, vemos que sempre estivemos frente a frente com vários perigos.
Fósseis são vestígios de seres vivos do passado. Estudar fósseis é como uma viagem no tempo por uma Terra desconhecida, é entender nosso passado, e compreender o quão frágeis são os seres vivos, que podem desaparecer completamente, sem deixar vestígios, já que os processos de fossilização são muito difíceis.
Neandertais são nossos primos mais famosos, que tivemos o prazer de contribuir em mandar para a vala evolutiva. A importância deles é que são uma espécie de onde nós não evoluímos e estaria junto conosco hoje se Evil Darwin tivesse deixado. Bem, merda acontece e ela já limou 99% de todas as espécies que já viveram, o que em nada limita nossa curiosidade sobre saber sobre cada uma delas.