O mistério do Quadrado Sator numa caveira

Nós temos uma relação um tanto quanto estranha com os nossos próprios destinos. Sabemos que vamos morrer um dia, mas esperamos retardar este momento. Há os que se cansam e encurtam o tempo de vida. Olhando para o horizonte, me pergunto quando começamos com isso. Muitos animais, como elefantes, têm ciência da própria mortalidade. Muitos animais têm rituais fúnebres, se afastam quando do seu momento final, se reúnem e mostram luto.

Alguns mantém um memento mori, uma lembrança de nossa mortalidade, com alguma inscrição de proteção, como um quadrado mágico. Continuar lendo “O mistério do Quadrado Sator numa caveira”

Cidade indiana resolve buraqueira nas ruas por meio de feitiçaria

Todo grande país tem problemas com as vias. Asfaltar não é o suficiente, já que fatalmente ele vai criar (meio que por mágica, saca?) alguns buracos. Deve ser algum feitiço, sei lá. A gente não vê isso nas Autobahns alemãs. Motivo? O santo deles deve ser muito forte. A Índia também sofre com esses problemas, mas os santos lá são meio indolentes e precisam receber uma forcinha. E que forcinha melhor a não ser macumba hindu?

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Zé Mané gasta uma grana preta com macumba para ganhar dinheiro algum dia

A trapaça começou no mundo quando dois caras cismaram que iam se dar bem, mas só um deles conseguiu. Deram um upgrade e a sentença virou “quando o primeiro esperto encontrou o primeiro otário, nasceu a primeira religião”. Quem deve estar sendo lembrado disso a todo instante é um Zé Ruela de Maringá, no Paraná. Mesmo sendo um comerciante, ele achou que estava fazendo um bom negócio ao contratar uma mãe de santo para fazer ele ficar rico, ter prosperidade etc etc

Sim, aconteceu exatamente isso que você está pensando.

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Nigeriano entra na porrada por transformar amiguinho numa cabra

Eu adoro a África (mentira. Eu não quero ir pra lá, e você também não. Você quer é ir pra Nova York que eu sei!). A África é um continente todo zuado; uma espécie de Brasil em níveis continentais (até o formatinho é parecido!). Lá ainda temos tribos vivendo como no tempo das cavernas (não muito diferente de nossos índios daqui), em que alguns chefes governam com mão de ferro e bem gostam das maravilhas e tecnologia ocidentais (como nossos índios daqui), vivendo muito bem, obrigado, e a grande maioria da população tribal ainda vive como seus antepassados viviam há milênios (como nossos índios daqui), ainda mantendo crenças tolas e rudes, como… adivinhe!

Enquanto na Gâmbia o governo persegue bruxas, na Nigéria um zé ruela foi pego de porrada porque transformou um outro sujeito em uma cabra. Dá gosto de morar num lugar civilizado assim!

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Xamãs fazem feitiço do peru pros EUA e Coreia do Norte ficarem amiguinhos

Eu gosto de xamãs. Eles invocam uma cultura milenar, quando o homem era ligado à Natureza e era totalmente dependente de seus dissabores para sobreviver. Os caprichos da Natureza era uma questão de vida-e-morte, e saber entender os menores indícios era a garantia de uma tempestade cataclísmica não lhe pegasse desprevenido.

Dessa forma, era legal ter um intermediário para fazer com que as forças da Natureza não ferrassem geral. Nascia assim a profissão de Xamã. Tempo passou e criamos a Ciência e esses simpáticos feiticeiros não são mais que uma curiosidade, apesar deles mesmos se levarem a sério. Tão a sério que fizeram um ritual para ajudar os EUA e a Melhor Coreia a se entenderem.

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Em Moçambique, é dos carecas que gostam mais. Demais até

A Tanzânia é uma bosta de lugar. Só não é tão ruim PARA MIM porque não sou albino. Lá pessoal gosta tanto de albinos, mas tanto, que querem e fazem de tudo para ficar com eles nem que seja a prestação, arrancando pedaços para rituais mágicos. Achou loucura demais? Calma, estamos falando de África! A polícia de Moçambique está alertando pessoas sobre as possíveis vítimas de ataques de membros de seitas em busca de… Carecas.

Este é mais um exemplo de como as religiões são um problema cabeludo na sua SEXTA INSANA!

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Família apela para simpatia para tratar menino com picadura de cobra

O Brasil ainda está na Idade Média. Enquanto nós esquecemos cientistas e contratamos índios mágicos para controlar o tempo (sem sucesso), temos pseudociência rolando a torto e a direito, temos também uma população burra, estúpida, iletrada, inculta, imbecil, ignorante e totalmente alienada, que acha que com uns “passes” pode mudar as coisas como um passe de mágica. Médicos estudam anos a fio para saberem menos que uma tiazinha desdentada e analfabeta, que recomenda umas reza aí, mizifio.

Aí, o filho de uma família é picado por uma cobra (não, ele não é coroinha), e a família:

(  ) Chama uma ambulância
(  ) Corre para um hospital
(  ) Faz uma simpatia

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Albinos mutilados por feiticeiros da Tanzânia ganham próteses

Ser albino é uma bosta. Ser albino não garantirá que você tocará sanfona como o Sivuca. Agora, muito pior é ser albino num lugar tosco como a Tanzânia. Se você acha que a Tanzânia não é um lugar tosco, com gente ainda vivendo na Idade da Pedra, mude-se pra lá, onde se caçam albinos para matar para fazer poções mágicas. Claro, nem sempre matam os albinos, apenas mutilam, pois é muito necessário ter o braço e/ou uma perna de um albino para evitar paumolescência.

Agora, uma iniciativa internacional traz crianças vítimas desse descalabro e oferecem próteses gratuitas para elas. Obrigado, Filosofia!

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Halloween: Mais um dia doido

Bem, Estamos no final do dia 31 de outubro. Se você não se meteu num buraco (ops) nos últimos anos, deve saber que o Brasil foi colonizado adquiriu festividades norte-americanas; entre elas o Halloween, o Dia das Bruxas, All Souls Even, Véspera de Todos os Santos, Antevéspera de Finados, Véspera do Samhain, Fim do Ano Celta, entre outras bobagens que importamos, só faltando comemorarmos Dia de Ação de Graças e os restaurantes oferecerem peru com torta de abóbora, onde nos vestiremos como peregrinos, enquanto matamos índios para darmos em oferenda a São Custer.

Colégios, mercados, TV, rádios, jornais, Internet etc, um monte de veículos de informação (ou nem tanto) venerando um dia sem significado algum para brasileiros. Deixem-me contar um segredinho: a maioria da população brasileira não descende de celtas (não é meu caso, eu sou descendente de irlandeses). Mas, como bons imitadores, os brasileiros querem ser “chiques” bancando americanos. Cool! Continuar lendo “Halloween: Mais um dia doido”