A Bárbara escreveu um artigo dando sua opinião sobre a Pena de Morte. Os redatores têm total liberdade de escrever sobre um assunto sob sua perspectiva, desde que mantendo a postura geral do site. Ou seja, eles podem ser totalmente contra ou a favor sobre itens como a pena de morte, mas será muito improvável que textos defendendo o Criacionismo apareçam por aqui. Meu blog, minhas regras.
Claro está que dois ou mais redatores possam divergir sobre um tema, mas mantenho a liberdade de expressão, mesmo porque, só dou status de redator de artigos quem eu acho que tenha capacidade para tal. O que não impede, obviamente, que eu contraponha algumas opiniões. Então, vamos ao meu ponto de vista sobre o referido assunto.
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Vocês sabem o quanto eu adoro jornaleiros, aquelas figurinhas que existem apenas para vender jornais, inventando manchetes escabrosas e notícias que não noticiam nada. Vivem apenas para gritar manchetes e ter visualização, como uma notícia do Correio Brasiliense "denunciando" prostituição de orangotangos na Tailândia. Algo extremamente absurdo, não é mesmo? Eu concordo com o fato de prostituir animais realmente é um absurdo devido aos maus tratos com o bicho e eu queria saber quem é que teria tesão em transar com um orangotango, mas taras esquisitas é o que não falta nesse mudo de Hades.
Ser professor é uma bosta, mas professor de Química sofre duplamente. Primeiro porque todo mundo diz que odeia a sua disciplina (até um diretor de colégio falou isso pra mim!). O segundo sofrimento é ter que sempre ouvir besteiras sobre como fazer explosivos e drogas. Porque, né?, Química só serve pra isso. Então, você dá um esporro no moleque para protegê-lo de si mesmo, acaba indo parar na Coordenação, porque o educando traz uma bagagem ou outra besteira paulofreireana, e tem vontade de aprender.
Então, pessoal, 2015, ano novo, idiotas antigos. Eu estava pensando quantos meses demoraria para ter de novo um Voz dos Alienados. Bem, não demorou muito. Ciosos da necessidade de espalhar a Palavra, aos 4 cantos do mundo, nossos amiguinhos fazem de tudo para se destacar, nem que seja escrevendo as maiores bobagens.
Bem, os estados já estão ficando sem água, teve blackout em muitas cidades (não, não foi blecaute. Eles que desligaram puxaram a tomada para poderem ligar o X-Box deles). Entre o caos de falta d’água, luz e telefonia – só faltando faltar gás para voltarmos à Idade das Trevas… literalmente –, o Ministro das Minas e Energia vem com a maravilhosa explicação que isso é temporário e o pior já passou: "Deus é brasileiro. Temos que contar que ele vai trazer um pouco de umidade e chuva para que possamos ter mais tranquilidade ainda".
Uma "pesquisa" de doutorado conquistou o mais recente Prêmio Capes de Tese sugere que a ideia do próteses, exoesqueletos e quaisquer tecnologias que visam melhorar a vida de pessoas com deficiências físicas depreciam a identidade social dessas pessoas e não passa de eugenia. Assim, qualquer médico ou pesquisador é um eugenista FDP.
O "bom", "justo" e "misericordioso" deus Javé, o glorioso Senhor dos Anéis Bíblico, jamais poderia ter confiabilidade científica. Podem alegar o que quiserem, podem ranger os dentes, estrebucharem e reclamar o quanto quiserem. Por mais que os defensores do Design Intelijumento (aquele que foi engenhosamente planejado para nos dar uma postura ereta e de presente ganharmos dores nas costas, partos dolorosos e incapazes de muita velocidade) queiram defender a tese de um ser poderoso e enormemente inteligente para conduzir nossos caminhos, a verdade é que o bom deus G-Ová jamais passará pelo crivo do método científico.
Agora o mundo foi dominado pelos coxinhas politicamente corretos. Um pessoal que acha que devemos proteger nossas criancinhas de tudo. Temos que colocá-las numa redoma de vidro, com litros e mais litros de merthiolate que não arde em estoque. E isso não é de agora. O Roberto Jefferson, quando era advogado-de-porta-de-cadeia e dava consulta no programa "O Povo na TV" (um precursor do Programa do Ratinho), fazia campanha contra o Pica-Pau, pois era um desenho violentíssimo.