Sim, eu sei que vai ter mimimi porque não farei vídeos de novo. Como coisa que eu tenha todo o tempo do mundo. Não importa. Eu poderia dizer que o conteúdo é melhor que a forma, mas serei honesto e darei o verdadeiro motivo: Esta porcaria de site é meu e faço o que eu quiser.
Bem, as insanas criaturas que escapam do Tártaro vez por outra, quais almas errantes, não se tocam das besteiras que falam, num balbuciar de palavras que não fazem o menor sentido para o mundo das pessoas normais. Favor educarem melhor os seus filhos, ou usem a solução espartana. Enquanto isso, fiquem com mais uma edição do seu VOZ DOS ALIENADOS.
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Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.
Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.
A tara do pessoal, principalmente de Humanas, atualmente é sobre o uso da maconha medicinal. Alegam servir pra tudo, de espinhela caída até treco, ziquizira, mau olhado e uma ou outra doença, inclusive câncer; afinal, todo remédio milagroso TEM que curar o câncer. Maconha medicinal parece que veio junto com as tábuas da Lei (se bem que tem quem diga que
O mundo anda chato. E isso é devido a pais retardados que dão ouvidos a pedagogas alucinadas. Nada pode. Chamar atenção da criança magoa, falar bravo magoa, colocar de castigo magoa, até a mágoa magoa. Os educadores-que-nunca –lecionaram não entendem que o objetivo é magoar, mesmo; de forma que a criança tenha um vislumbre que fez caca, ou uma punição deixa de ter sentido.
Eu prometi, eu cumpro. Mais um vídeo para vocês. Dessa vez, com alguns outros comentários sobre o disse-me-disse do Ricardo Boechat e o magnífico e histriônico Silas Malafaia.
Hoje está uma maravilha. 18º no Rio de Janeiro, com sensação térmica de 16º, mais frio que o interior do meu freezer. Thor chegou por aqui se perguntando se era o Ragnarok que tinha começado antecipadamente. Tenho duas faturas de cartão de crédito, conta do telefone e um boleto que estou esperando explicações da Srª Ceticismo.
Nada pior que violação dos direitos civis. Quando você vê que as pessoas abusam e estupram o seu direito à crer (ou não crer) em qualquer entidade sobre ou supranatural. Pessoas assim são violentas e farão de tudo para impor sua vontade sobre os demais, impondo à população sua própria opinião e moo de vida, usurpando dos demais.
Chega a ser vergonhoso como nos tornamos uma ditadura. As pessoas estão sem direitos, sem liberdade nem de se exprimir. A atual conjuntura ataca valores e liberdades individuais. Os direitos a culto e de expressão estão sendo jogados no lixo por indivíduos que pouco se importam de escarnecer da fé alheia.
Adoro a Austrália. Tudo lá tem uma espécie de toque de Sadim (o Midas ao contrário). Enquanto Midas transformava qualquer coisa que tocasse em ouro, o Sadim australiano transforma numa coisa monstruosamente venenosa com um só toque.