Professor passa a ter direito a remuneração caso ele trabalhe no recreio. Pikachus ficam surpresos

A última decisão do STF diz respeito a professores e o tempo que, supostamente, seria o intervalo entre as aulas, mais conhecida como “recreio”. Segundo a decisão, o recreio integra jornada de professores, ou seja, o tempo que professor fica no recreio tomando conta de aluno vai ser considerado hora trabalhada e, portanto, remunerada.

O caso chegou ao STF por meio de um recurso protocolado pela Associação Brasileira das Mantenedoras de Faculdades. A entidade questiona decisões do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre a questão. E aqui começa o artigo, quando as pessoas não tem a menor ideia do que é a jornada de professores.

Continuar lendo “Professor passa a ter direito a remuneração caso ele trabalhe no recreio. Pikachus ficam surpresos”

Próxima lei esperta: Nada de eletrônicos nas escolas, nenhum deles

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou hoje mais um projeto babaca entre tantos projetos babacas: tá proibido o uso de aparelhos eletrônicos nas escolas públicas e privadas. O PL 104/2015 (sim, 2015! Como as coisas são rápidas) já foi encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Eu achei muito legal isso, ainda mais pela generalidade da coisa. Aparelhos eletrônicos portáteis. Isso vai desde um notebook até um radinho de pilha de camelô. Vai ser muito eficiente, sim senhor!

Continuar lendo “Próxima lei esperta: Nada de eletrônicos nas escolas, nenhum deles”

Escola decide que alunos presos aos estudos não precisam ir ao banheiro

Ser professor é complicado, já que além de dar aula ainda tem que administrar coisas muito importantes como ida ao banheiro; ainda mais com alunos indecisos que não sabem se o que colocam no banheiro é o mesmo que colocam na prova. Entretanto, muitas instituições resolvem isso de maneira prática. Por exemplo, a Foxford Community School, sempre na vanguarda da inovação educacional, pensou numa solução tão elegante para problemas em tempos mais civilizados: Instalar jaulas de metal ao redor dos banheiros para impedir os alunos irem até lá. Genial!

Fazendo o número 2 e se deslocando, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Escola decide que alunos presos aos estudos não precisam ir ao banheiro”

Município americano determinou que pra educar um tapinha não dói. Nem dois, nem três…

The Good Ol’ Days. Aquela época dourada, magnífica e estupenda, quando a Educação era de primeira linha. Agora, estamos com decadência educacional, quando os valores e pedagogias antigas foram esquecidas. Mas, não senhor! Uma cidadezinha do Missouri vai voltar com a boa e velha prática educacional: Meter a palmatória no lombo dos moleques.

Batendo a verdade na cara de todo mundo, esta é a sua SEXTA INSANA!

Continuar lendo “Município americano determinou que pra educar um tapinha não dói. Nem dois, nem três…”

Educação financeira para crianças. Não é brinquedo, não

Há uma modinha agora que a solução para tudo que há de errado no mundo é aulinha de educação financeira para crianças. Sim, aquelas crianças que têm aula de Português e Matemática, mas somos um país de analfabetos nas duas disciplinas segundo mostra seguidamente o PISA. Isso será voltado para crianças filhas de investidores que estão muito ocupados para ensinar algo pros filhos. Continuar lendo “Educação financeira para crianças. Não é brinquedo, não”

O modelo de ensino tradicional que forjou um império

Quando a gente fala “escola”, imediatamente se pensa em lousa, cadernos, anotações e professor corrigindo tarefa. Bem, não é muito diferente ao longo dos séculos, com alunos escrevendo as tarefas e os professores corrigindo usando TCHARAAAAAAAAAAN tinta vermelha.

Pedagogas chorando copiosamente agora. Continuar lendo “O modelo de ensino tradicional que forjou um império”

Professor real no cenário virtual

Dar aula em tempos de coronga está uma aventura, ainda mais se for no brasil, com as escolas voltando a funcionar e teremos lindas criancinhas corongadas compartilhando o melhor de si. Alguns lugares acharam que não valia o risco, mas também pensaram que seria de boa medida que o professor gravasse as suas aulas nas salas, propriamente ditas. Obviamente, nem todo lugar é retardado como o Brasil, então, procuraram uma solução pro professor estar na sala de aula sem realmente estar na sala de aula.

Continuar lendo “Professor real no cenário virtual”

Pesquisa aponta por que professor rala peito da educação em tempos de COVID-19

Com a pandemia e o Coronga à solta, um grupo que tem sido impactado é os professores. Alguns imbecis, idiotas e acéfalos que fazem muito, mas não mais que traduzir trabalho dos outros acham que é OK liberar os colégios no meio de uma pandemia, e só não o fazem porque professor tem sindicato. Sim, aquele sindicato que nunca consegue um dissídio que seja minimamente próximo da inflação (oficial. A inflação real a gente nem menciona mais).

Isso está acarretando vários professores largando o trabalho (lá fora. Aqui, pessoal está mendigando emprego). A pergunta é: por quê? É o que uma pesquisa procura responder e entender as razões pelas quais os professores deixam a profissão em tempos de COVID-19.

Continuar lendo “Pesquisa aponta por que professor rala peito da educação em tempos de COVID-19”

Austrália diz que pessoal de Humanas não serve nem para arrumar emprego

O governo da Austrália anunciou nesta sexta-feira que vai dobrar as taxas de cursos de Humanas. Isso causou um alvoroço e pessoal até largou o bong para reclamar. O motivo que o governo Canguru deu foi que, de repente, os alunos se interessem por coisa que preste e que seja mais útil e relevantes para o mercado de trabalho, como os cursos de STEM, sem o A. meter o “A” é coisa de pedagogo.

Claro, o pessoal de Humanas teve um chilique com isso. Até deixaram as lanchonetes onde trabalham para irem protestar.

Continuar lendo “Austrália diz que pessoal de Humanas não serve nem para arrumar emprego”

Rondônia acha que adolescente não pode ler livros. Vão distribuir rótulo de shampoo?

Aquele que não aprende História corre o risco de repeti-la!

Bem, está se repetindo. Em 2010, o Conselho de Educação veio com uma de proibir o uso de livro de Monteiro Lobato em colégios. Os motivos é que ele era racista, preconceituoso e coisas afins. Pegaram como exemplo que o livro chama Tia Nastácia de negra. Acho que era para chamar de “moreninha”. Mas isso já era de outro autor. Para um pesquisador da USP, Monteiro Lobato era racista. Sim, ele era. Shakespeare também era. Vamos cancelar o Mercador de Veneza?

Bem, tanto bateram que começou um barata-voa para tirar das escolas livros “malvadinhos”. O problema é que o vento que venta lá, venta cá. E chegou a vez de Rondônia de proibir o uso de alguns livros tido como muito errados.

Continuar lendo “Rondônia acha que adolescente não pode ler livros. Vão distribuir rótulo de shampoo?”