Tutancâmon, efeminados e monoteísmo

Tutancâmon é o egípcio mais famoso. Depois dele só o Yul Brynner, digo, Ramsés II. Ramsés está mais para um Stallone, já que saiu na porrada com os hititas e foi chefiando o exército egípcio na Batalha de Kadesh (que na verdade acabou no 0 x 0, mas cada povo alegou que tinha saído vitorioso, provando que marketing político não é coisa recente). Tut está mais pro Justin Bieber ou algum ex-BBB. Ficou famoso, ninguém sabe ao certo como e o pessoal tá doido pra ver o cadáver.

Há uma aura de mistério na morte de Tut, o faraó menino, que não era tão menino assim para os padrões daquela época, já que o cabeçudo era casado já. Agora, pesquisadores se debruçam sobre uma questão meio incômoda: Por que Tut tinha um semblante mais feminino? E isso não era exclusivo dele. Quais os segredinhos purpurinados que ele esconde?

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Behold my country house, mortals!

O bom de viver no futuro de um antigo presente (ou presente do que foi futuro um dia) é poder ver coisas fantásticas. Claro que ainda há gente vivendo hoje num passado que há muito tempo já passou. Não é para eles o que tenho para mostrar. SENHORES! Contemplem 40 séculos de História que pouco se importa com sua ridícula existência e frugal tempo de vida. Eu vos dou… as Pirâmides!

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Tutancâmon cai na rede

Tutancâmon foi rei egípcio pertencente à XVIII dinastia, nascido em 1341 A.E.C. e bateu as sandálias em 1323 A.E.C. Subiu ao trono aos 10 anos, reinou por nove e morreu aos 19 anos. Há uma séria discussão se ele morreu de “morte morrida” ou de “morte passada o cerol”, mais provavelmente, a última. O Rei Tut ficou mais famoso depois de múmia do que em vida. Sua tumba foi descoberta em novembro de 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, patrocinado por Lord Carnarvon.

Hoje, Tut repousa eternamente em seu sarcófago, depois que meio mundo andou revirando sua múmia pra lá e pra cá, metendo a mão em locais que nem mesmo os oficiais da TSA ousariam enfiar (eu acho). Agora, Tutancâmon, apesar de não ser baiano, está alegre e descansado em sua rede, e todos o chamam de “meu rei”.

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Novos túmulos encontrados em Gizé

Uma coleção de túmulos que pertencem aos trabalhadores que construíram pirâmide de Khufu (2609-2584 A.E.C.) – mais conhecido pelo seu nome em grego, Quéops – foi descoberta na área dos túmulos dos operários sobre o planalto de Gizé, conforme anunciado pelo Ministro da Cultura, Farouk Hosni. Ele acrescentou que os túmulos foram encontrados por uma equipe de escavação egípcia liderada pelo Dr. Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades. Dr. Hawass disse que as tumbas são datadas da 4ª dinastia e pertencem aos operários que construíram as pirâmides de Khufu e Quéfren (2576-2551 A.E.C.).

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