Entenda o financiamento da Ciência no Brasil

O título está meio que matéria de jornaleiro em site de notícia, mas em suma é isso mesmo. Grande parte das pessoas não sabem como cientistas pagam as contas das suas pesquisas, seja a compra de material, reagente e instalação, como viagens, coleta de espécimes e comida, porque pesquisador, tal como Soylent Green, também é gente.

O Pirulla tem um canal no VocêTubo muito bom e se seu marido fosse eu, ele o acompanharia. Agora, senhoras, olhem pros seus maridos; Agora olhem para mim. Olhem pros seu maridos, agora olhem para MIM. Infelizmente para vocês, seus maridos não são eu, mas vocês podem ainda assim ver o vídeo do Pirulla sobre como a pesquisa científica brasileira é financiada, logo após o break.

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Química em Casa: Faça da sua cozinha o seu laboratório

Quando eu era professor de estadualzão, eu tive a estúpida ideia que seria legal ensinar um pouco a mais. O que pode ser melhor, numa aula de Química, do que experimentos? Bem, estadualzão que se preze não tem laboratório, não tem instalações minimamente decentes e nem direito competente. E não, não existe coordenador em colégios estaduais do RJ. Eu implorei para poder usar o refeitório para aulas experimentais, com coisas que tinha na própria cozinha. Seria legal, né? Mas se isso fosse fácil, não seria inerente ao setor público. O diretor disse que que não, porque eu estava tendo ideias demais (como ensinar, por exemplo).

Mas você — VOCÊ! — não precisa passar por estes dissabores. A Universidade East Anglia tem um projeto em forma de curso online, onde você poderá aprender como usar sua cozinha para ensinar Química.

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Kate Upton de biquíni em microgravidade for the Science!

Kate Upton é que nem bluetooth: tudo fica melhor com ela. Até mesmo Ceticismo.net e a Sports Illustrated com o seu Swimsuit 2014, onde a bela modelo subiu num voo parabólico e conheceu os poderes da Física em seu próprio e fantástico físico.

Mas, claro, aqui é um site de divulgação científica e você está doido para saber o que está acontecendo ali, não é? (diga que quer. Tem vídeo no final) Então abra a sua play… digo, o seu LIVRO DOS PORQUÊS! (pode ser qualquer capítulo. Você não estará olhando pra ele, mesmo)

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Viscosidade, fluxo laminar e um nó na sua cabeça

O bom da Ciência é como ela nos deixa atônitos. Saber que 92 elementos formam todo o Universo e que a IMENSA porção é apenas hidrogênio e este hidrogênio forma todos os demais. A Ciência desafia nossos sentidos e nosso raciocínio, até podermos entender o que está acontecendo e a maravilha surge diante de nossos olhos, pois não há maravilha maior do que finalmente entender algo que outrora era misterioso, como o vídeo a seguir.

E sim, este é mais um capítulo do LIVRO DOS PORQUÊS!

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O problema das redes sociais para quem produz conteúdo

Até que ponto as redes sociais são tão importantes e/ou influentes para se divulgar conteúdo? Com certeza, não parece muito, pela maneira como as redes sociais trabalham e qual o foco delas. Acham que redes sociais existem para divertimento ou interação de pessoas, mas há muito tempo eu descobri que 1) Redes sociais só querem dinheiro, mesmo. 2) As pessoas não querem interagir, só agir.

Vi um vídeo do Derek Muller, do canal Veritassium que questiona a rede do Facebook como forma de divulgar conteúdo. O vídeo pode ser visto a seguir:

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O Fabuloso Pilar de Delhi

Eu canso de dizer que tecnologia não é computador, não é acessar internet ou usar smartphone pra baixar joguinho. Os homens da Antiguidade já dispunham de tecnologia. Que diabo! Uma alavanca é ferramenta tecnológica! Mas algumas obra são fenomenais e mostram a engenhosidade dos “tempos de antigamente”, Eu nem menciono as pirâmides, que é arroz de festa. No Oriente podemos ver coisas que faz de nossos índios… bem, índios: pessoas que mal saíram da Idade da Pedra e nem sabiam o que era fogo até Bartolomeu Bueno da Silva ganhar o apelido “Anhanguera” (não sabe do que estou falando? Livros: leia-os!).

Na cidade de Delhi, Índia, há um pilar. Ele é conhecido por Pilar de Delhi, mas sua fama não é pela originalidade do nome e sim por ele ser o que é: uma maravilha em termos de arte e técnica. Um pilar de mais de mil anos, feito de ferro e em melhor estado que muito “aço inox” vendido por aí.

Queiram, por gentileza, pegar o LIVRO DOS PORQUÊS, capítulo “Civilizações”, subdivisão “Índia”

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Química na ponta dos seus dedos? Tem um app para isso!

Um dos principais problemas de se ensinar Química é que ela é uma ciência profundamente empírica. Não existe esse negócio de química teórica. Química teórica que chamam é física teórica sobre substâncias e isto está muito longe de química mesmo. a questão é que nem todos os colégios têm um laboratório à disposição ou pessoal apto a deixá-lo em ordem, pronto para alas de professores que muitas vezes não têm a formação necessária, preferindo estas licenciaturas vagabundas onde formam-se gente que só sabe dar aula com livros.

Que tal se tivéssemos ma ferramenta que facilitasse isso?

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Grandes Nomes da Ciência: David Attenborough

O homem de cabelos brancos sobe a montanha. Chegando no topo, ele olha em volta e se maravilha. Mas, mais do que isso, ele maravilha a todos os que o observam naquele instante. O ar frio lhe enche os pulmões, ele olha de volta ao milhões que o seguem e começa a descrever tudo aquilo.

Os vivos olhos azuis faíscam, face às maravilhas e terrores que a Natureza pode trazer. O homem é David Attenborough e há décadas nos faz viajar junto com ele, pelos mistérios dos seres vivos.

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O gás que parece líquido e deixa sua voz mais sexy

A Química é muito divertida e podemos ver coisas muito legais, aprender coisas muito legais e fazer coisas muito legais, nem sempre nesta mesma ordem. Ah, sim! Ainda dá pra explodir coisas e produzir substâncias fedorentas.

Entre várias substâncias, uma das mais legais é o hexafluoreto de enxofre, o SF6. Além de fazer barquinhos flutuarem, ele lhe deixa com a voz do Darth Vader. Sim, eu quero de presente de natal!

Meu presente para vocês é mais um capítulo sobre Química e Física no LIVRO DOS PORQUÊS!

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Uma Hora de Química no Natal

Todo ano, dede 1825, a Royal Institution realiza um círculo de palestras abertas ao público, focando mais crianças e adolescentes. São palestras feitas não só para educar ou sairia algo criado pelas malditas pedagogas, mas para instruir e, sobretudo, divertir.

Estas palestras são conhecidas como Royal Institution Christmas Lectures, as Palestras da Natal Royal Institution. Ali não é as babaquices travestidas de ciência que brasileiro faz, mas algo muito, MUITO bom, com conceitos de verdade, mas de uma forma bem demonstrada, apresentada por cientistas de renome.

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