Ainda por aqui

Não, ainda não passei desta para melhor ou pior, dependendo do ponto de vista. Ainda estou no estaleiro, mas estou sendo bem cuidado por um grupo de religiosos fazendo corrente de oração…

Não, mentira. Estou sendo cuidado pelo melhor da tecnologia médica e profissionais de saúde bem qualificados. Thank you, Science!

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No estaleiro

Vocês devem ter percebido que eu não pus artigo nem segunda nem terça. Dessa vez não é preguiça. É que estou sob manutenção. Sim, estou internado por enquanto.

Não, idiotas. Não é em nenhuma ala psiquiátrica (assinado, Jorge, o enfermeiro).

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Eu deveria ser menos idiota

O tipo de coisa que eu estava pensando hoje é: “meu site sempre foi forte em temática religiosa. Quando parei de escrever sobre isso?”. Coincidentemente, foi quando dei maior atenção à divulgação científica e foi aí que as visitações começaram a cair. Sim, eu sou burro. Continuar lendo “Eu deveria ser menos idiota”

Sexta com vento pela janela

Estamos na sexta-feira. Era para eu ter posto algum artigo. Eu ia, mas não achei nada que valesse muito a pena nos 5 minutos de pesquisa preguiçosa que eu fiz. Estou me espreguiçando e não vai ter sextação hoje. A não ser que sextar seja também curtir um fim de noite quente, mas não muito, com uma brisa agradável vinda pela janela.

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Nada como um bom recesso…

Ah, hello! Sim, dois dias sem postar. Motivo? Não quis, estava com preguiça. Isso aliado que estou com um recesso de duas semanas e resolvi descansar. Depois de perceber que Google anda sacaneando as respostas quando eu entro com trechos inteiros de artigos do meu blog ou mesmo título, muitas vezes colocando “ceticismo.net” depois ou mesmo “site:ceticismo.net”,  que tem bombardeado minhas visitações, ah, um tempinho pra gente é muito bom, não?

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Artigos da semana 49

Nada como mais uma semana. esta é uma frase óptima, que na verdade não significa nada, mas é um bom início de postagem. bem, eu acho que é, e não viu abrir mão dela.  Na relação de postagens da semana tem artigo falando sobre sondas em Marte, reportagens importantes, blogs que iam dominar o mundo entre outras coisas. Mete o louco aí e divirta-se!

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Darwin selecionou os seus, inclusive blogs

Eu não sou de ver canais brasileiros no YouTube. Na verdade, há um mínimo que eu ainda assisto, mas mínimo do mínimo. No máximo, o canal da Ned. ainda assim, o Tubo insiste em me mostrar vídeos que eu vivo colocando como NÃO TENHO INTERESSE [NESTA MERDA]. Um deles era sobre como temos que discutir sobre como ganhar dinheiro com o YouTube com constantes mudanças de políticas.

Sim, 2021 e AINDA estão discutindo isso.

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Cadê os blogrolls?

Eu não tenho blogrolls. Onde estão meus blogrolls? Se você lê blog há um tempinho já sabe do que estou falando. Se não sabe, eu explico: Todos os blogs (descansem em paz) costumavam ter uma listinha de blogs que recomendavam, normalmente, com temas afins ao seu próprio blog. Os blogs morreram embora alguns tenham resistido. Continuar lendo “Cadê os blogrolls?”

Pela volta dos blogs!

Sério, eu me cansei disso. Não tenho mais nada pra ler na Internet. Os blogs morreram graças à sua usura de só quererem ganhar, ganhar e ganhar. Nada de errado com isso, mas o resultado foi a preocupação com o ad-sense e não conteúdo. O que vai ofender o google? O que não vai ofender? Ain, não posso perder a monetização. Socorro, perdi a monetização.

Desistiram dos blogs, mas quem desistiu foram os blogueiros, não os leitores.

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Reflexões sabadinas sobre os ex-filósofos da Rede

Eu estava procurando uma informação ontem que eu sabia estar num texto antigo. Acabei esbarrando num outro texto nada a ver, o que me chamou a atenção e eu fiquei lendo, acabando por pular de link em link. Antigamente, chamávamos isso de “navegar pela internet”, começando a ler sobre a Guerra na Bósnia e indo parar em receita de salada de feijão fradinho. Atualmente, na era dos apps, você entra no que quer e não vai pra mais lugar nenhum. O que prometia ser dinâmico virou apenas um lugar-comum com viés de confirmação. Quando não se gosta de um conteúdo, para por ali, ao invés de saber mais. Vídeos no YouTube e podcasts cimentaram isso, já que ninguém lê as descrições, o que por sinal são difíceis de serem vistas se for consumir o conteúdo pelo celular, mas o que eu quero abordar não é isso.

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