Nossos celulares hoje são extremamente poderosos. Para vocês terem uma ideia, meu simples relógio de pulso tem mais poder computacional do que os computadores da Apolo 11. Meu smartphone é muito mais poderoso que meu primeiro PC, comprado em 1996. Por que não usar todos estes potenciais para transformar smartphones em microscópios e pequenas máquinas de exame de vista?
Se antes as câmeras dos celulares já viam muita coisa, com os atais smartphones da linha Lumia 1020, a coisa é extremamente boçal em termos de qualidade. Assim, por que não trabnsformá-los em microscópios cada vez melhores?
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Eu sou um cara feliz. Feliz por dois motivos. Um porque sou um beta. Não tenho as grandes preocupações dos alfas, responsáveis por conduzir a nossa sociedade e nação; mas também não sou como os gama. Olhem só para eles! Em segundo lugar, fico muito contente de não viver num mundo que sofre mudanças. Nosso querido universo fixista faz com que não tenhamos doenças nem tenhamos que nos deparar com situações drásticas, como ver bactérias evoluindo e se tornando imunes a antibióticos, e é por isso as erradicamos todas.
O estranho mundo de Hades não para de surpreender. Eu já fico abismado como algumas pessoas conseguem respirar e ter movimentos peristálticos, apesar do seu duvidoso potencial cognitivo. Como estranheza demais nunca é estranho o suficiente, pesquisadores estudam agora como bactérias podem se interrelacionar, estabelecendo métodos próprios de comunicação, o que pode explicar como nós mesmos nos comunicamos.
Todos nós sabemos que os malditos evolucionistas-darwinistas-ateístas estão errados e que Evolução é algo criado para nos desviar dos caminhos de Nosso Senhor. Infelizmente, esses evolucionistas são tão convincentes que convenceram até mesmo a Natureza. Em um relatório do CDC, o Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, os números não são nada animadores, quando o índice de doenças que resistentes aos atuais antibióticos não para de crescer.
Estamos acostumados a pensar nos seres vivos de uma forma geral como animais e plantas. Quando muito, pensamos em vírus, bactérias e fungos, mas de uma maneira isolada, como se fôssemos entidades biológicas únicas, mas não é isso que acontece. Cada um de nós, seres vivos, é um verdadeiro viveiro abrigando toda sorte de "coisa".
Por pura incompetência não erradicamos a malária. Afinal, se existisse Evolução, os trabalhos seriam muito mais complicados, mas como as espécies são fixas e não há variância genética entre cepas de protozoários, os cientistas imbecis não foram capazes de inventar um modo de acabar com a doença.
O mundo da informática moderna não seria o que é sem os transístores. Sua invenção foi tão importante que deu de presente aos seus inventores — John Bardeen, Walter Houser Brattain e o egocêntrico William Bradford Shockley – o prêmio Nobel de 1956. Ele é uma das poucas coisas que consegue ser melhor que a Natureza, ainda mais que ter um não ter um transístor não faz nenhuma diferença no mundo biológico.
Costumamos pensar que muito antigamente (e eu falo "mais antigamente" do que o tempo das fitas K7, calças boca de sino e discos de 78 rotações), o homem era bem mais tosco quanto os de hoje. Era uma época linda, sem luz elétrica, água encanada, saneamento básico, acesso a medicamentos, escolas etc. Praticamente como é muitas partes do Brasil hoje. Entretanto, estudos indicam que o pessoal dessa época não tinha tantos problemas bucais como fazemos crer, como defende pesquisadores australianos.