Grandes Nomes da Ciência: Eugene Cernan

O Último Homem está indo pra casa, saindo daquele mundo que ele conhecera de perto, mas ficara tão pouco tempo lá. O Último Homem olha pro que ele tem nas mãos e sorri, mas também tem um aperto no coração. Ele sabe que não voltará mais ali. O que o Último Homem não sabia é que não só ele não voltaria mais ali, mas nenhum de seus amigos, conhecidos ou membros de sua espécie retornariam àquele mundo.

Eugene Cernan foi o último homem a pisar na Lua. Ele foi o último a embarcar no módulo da Apollo 17, a missão que foi à Lua em dezembro de 1972. Ninguém mais visitou o nosso satélite.

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O que levou nossos antepassados a se aventurarem pelo Pacífico?

Nossos tatatatataravós, diferente de você, seu sedentário preguiçoso, eram aventureiros. Ou, como diria meu avô: “a barriga comanda as pernas”. eles saíram da África em busca de uma vida melhor e para escapar da fome. Infelizmente, eles não tinham bolsa-família, então tinham que ralar peito do local onde estavam o mais rápido possível, porque os bacuris estavam com fome. nessa empreitada, eles cruzaram  o Mar Vermelho, foram parar na Ásia, e de lá rumaram para o mar, indo parar na Polinésia, enfrentando o Pacífico e seus temporais e tufões de vez em quando.

A colonização pré-histórica do Pacífico sempre foi alvo de discussões. A bem da verdade, ninguém sabe com certeza o que aconteceu nem como se deu. Temos, no máximo, explicações. Algumas muito boas, algumas na base de “are you fucking kidding me?”. Mas como a ciência não pára, pesquisadores resolveram abordar por outro ângulo: como teria sido as migrações pelo Pacifico levando em conta as condições climáticas da região?

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Pesquisa aponta que astronautas também sofrem com sérios problemas de coluna

O Espaço Sideral é maravilhoso. Ou seria, se não fosse a falta de oxigênio e pressão atmosférica, microgravidade, temperaturas próximas ao zero absoluto ou muito quentes, dependendo se você está virado pro Sol ou não, raios cósmicos que farão muita coisa com o seu DNA, menos lhe dar poderes fantásticos, meteoritos do tamanho de um grão de areia “voando” a 30 mil km/h… enfim, o Espaço te odeia e fará tudo para acabar com o seu dia. Podiam chamar de “Sogra Sideral” que seria a mesma coisa.

Se desgraça pouca é bobagem e queijo, em francês, é fromage, pesquisadores mostram como astronautas são extremamente sujeitos a terem problemas de coluna. Show, né?

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A pegada perdida da Apollo 16

O Projeto Apollo foi uma das maiores maravilhas tecnológicas e científicas do século XX. Tivemos que inventar maravilhas tecnológicas do zero, e nada do que foi aprendido foi perdido (se bem que travesseiros não são bem o que eu tenho em mente. De qualquer forma, muitos aparatos de hoje em em dia vieram ou foram baseados em materiis desenvolvidos para/pela corrida espacial. Não que eu sequer imagine que foi tudo for the Science. Políticos não liberam toneladas de verbas por amor à Ciência. De qualquer forma, nós aprendemos muito sobre Aeronáutica, Espaço, a Lua propriamente dita e nossa própria biologia. Aprendemos sobre o macrocosmos e o microcosmo.

As pegadas de todos os astronautas ainda estão lá, protegidos dos ventos, pois não existem ventos. Imunes a tempestades, pois, não há tempestades. O que não tinha se encontrado até agora eram outras pegadas: as pegadas da Apollo 16.

Até agora.

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Uma ode ao maior explorador de todos os tempos

No fatídico dia de 25 de agosto de 2012, o Universo parou por um segundo em luto. Falecia, Neil Armstrong. Engenheiro, piloto, mestre Jedi e aquele que colocou o dedo no nariz e fez "Blé" para todos os aventureiros, pois ele chegou primeiro aonde nenhum homem jamais estivera antes. Já faz um ano de seu passamento, e ainda temos a saudade quando homens faziam acontecer e não apenas se escondiam atrás de telas brilhantes, puxando briga e xingando muito por aí.

A NASA e toda a sua equipe não poderia deixar de fazer um tributo ao maior dos viajantes. Por isso, Eric Brace nos dá de presente uma música em homenagem a Neil do Braço Forte e sorriso amigo.

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Universo fica menor. Morreu Neil Armstrong

Eu invejo meus pais. Em 20 de julho de 1969, eles puderam ver "ao vivo" mais um capítulo de nossa aventura fora da Terra. Ainda que eu veja e reveja a descida da Apolo XI na Lua, é sem graça saber que não estava vendo o momento acontecendo, como é sem graça ver hoje as pirâmides sem ter a visão real de como elas eram quando recém-construídas.

Olhar pro céu hoje não causará fascinação e sim tristeza. Uma das maiores estrelas não mais existe. Somente 3 estrelas forma capazes de chegar perto de uma simples bola de pedra sem destruí-la, pelo contrário. A presença dessas estrelas iluminaram nossa vida, avançaram nosso conhecimento e se tornaram ícones. Hoje é dia 25 de agosto, e diz a lenda que agosto é mês de desgosto. O desgosto de saber que Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua faleceu, deixando uma legião de amantes do Universo órfã.

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