Distúrbio Psicogênico em Massa, ou Histeria Coletiva, é o termo usado para descrever uma situação em que várias pessoas sofrem de sintomas histéricos semelhantes. Sejam pessoas dançando sem parar ou tendo visões ou adoecendo por motivo nenhum. É o cérebro pregando pessoas e isso de forma em que várias pessoas tenham a mesma ocorrência, o que explica o fenômeno religioso, aparições, OVNIs e coisas do tipo.
Não se apavore ou perca as estribeiras. Aqui você aprenderá um pouco mais sobre isto.

No mundinho mágico millenial, você não pode apontar nada errado, que eles acham que tudo é preconceito. Esta gentinha mimizenta, tola, superficial e fútil acha que eles estão sozinhos e que o mundo é malvado e está contra eles. Que o mundo é malvado, é fato; mas ninguém está contra eles. O mundo é contra todo mundo. Agora, a bola da vez é se acharem pobres perseguidos, principalmente os que alegam sofrerem preconceitos por gordofobia, porque o médico passou uma dieta e falou para pararem de se encher de fast food, de preferência fazendo uns exercícios junto. Olha que audácia! O problema é uma coisinha chamada “Realidade” que está pouco se lixando se você vive ótima com seus 180 quilos, se entupindo de salgadinhos e Big Mac. Uma pesquisa mostra que essa normalização de corpos “plus size” (plus size é um gordo hipster. Pobre é rolha de poço, mesmo!) pode estar levando a um número crescente de pessoas subestimando seu peso, o que futuramente irão (não tem nenhum “se” aqui) irá reverter em sérios problemas de saúde
Kauã e Joaquim eram irmãos. Tinham seis e três anos, respectivamente. Tinham! Suas longevidades não foram longas, já que eles morreram carbonizados em um incêndio em 21 de abril deste ano. Trágico? É pior do que você pensa. Tão pior que os pais estão sendo investigados. Motivo? Se beneficiarem da morte dos filhos para ascender socialmente dentro da igreja.
Tem muita coisa insana neste mundo de Hades. Ainda mais quando envolve alguma coisa com relação à burocracia estatal. Qualquer um que já teve que ir num cartório ou qualquer repartição pública sabe o inferno que é quando começam a pedir o CPF do seu avô irlandês que nunca pousou os pés no Brasil e tenho dúvidas se vovô Seamus sabia em que continente o Brasil ficava (sim, isso aconteceu comigo num cartório. Foi duro fazer um zé ruela entender que meu avô não só nunca veio aqui, como falecera em 1953, tendo o CPF sido criado em 1965, ainda com o nome de Cartão de Identificação do Contribuinte).
Religiosos são estranhos. Eles vibram, torcem, fazem e tudo para que um evento catastrófico destrua o mundo. Podem reparar, eles chegam a ficar com os olhinhos brilhando ao dizerem que o mundo vai acabar e todas as pessoas irão sofrer e morrer e acabar no inferno da maneira mais horrorosa possível.
Um dos exemplos do que o Brasil mantém em caráter mundial é o nosso programa de vacinação. Nenhum outro país tem um programa de vacinação em larga escala como é no Brasil. Infelizmente, o Brasil é o que é. Não bastando ter uma administração tosca desde que acharam uma boa ideia fazer Capitanias Hereditárias, oferecendo para donatários que não queriam vir para cá, como tem uma população imbecil que odeia ciência e acha que pílula de Frei Galvão tem poderes mágicos curativos.
Nem todo mundo sabe tudo. Na verdade, ninguém sabe tudo, pois todos os dias sempre tem algo aparecendo que nos faz querer saber mais. O não saber nunca foi problema na humanidade. Você ignorar um determinado tempo pode fazê-lo querer se aprofundar mais, investigar, perguntar a especialistas. Agora, tem o lado nocivo: os que não sabem e não querem aprender, impondo suas opiniões sem embasamento nenhum. Se recusam que você ensinem e lhe ameaçam.
Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.
Muito bem, chegou o momento. Sinto muito mas alguém tem que dizer logo de uma vez: seu deus não existe! Não, não adianta me xingar. Aceite que dói menos. Seu deus é uma fábula, uma historinha sem pé nem cabeça, um mito criado por pessoas fracas que precisam dar um sentido às suas vidas miseráveis. Pois é, eu sei que é triste. MAS CALMA! Nem tudo está perdido! Sabem quem é o verdadeiro Deus? EU! Sim, eu!