Gilberto Chierice é tudo o que alguém não deveria ser. Vendeu a cora mágica pela fosfoetanolamina, que é tão efetiva quanto a água sanitária que eu jogo no ralo. Não, péra. A água sanitária é mais eficiente para matar células cancerosas. Ele vendeu esta ideia que esta porcaria cura câncer, pesquisando, digo mamando recursos públicos, mesmo depois de aposentado, produzindo papers que se resumem a “fosfoetanolamina pode ser mais uma arma para o tratamento do câncer”, E SÓ! Vendeu uma cura que ele mesmo não provou. Clamaram pelos testes oficiais. Mas, ops, depois que chegaram não valia. Será porque ficou provado que esta tosqueira não serve pra nada, e que a única parte da composição com alguma eficácia é a etanolamina?
Chierice usou da maior das falácias ao dizer que se disseram que funcionava, então, funcionava e quem quisesse que provasse que não. Bem, a pesquisa do MCTI provou que não funciona. Daí ele disse que estava equivocada? Ética é algo que eu gostaria de ver, mas não encontrei aqui. Agora, a USP, com as devidas armas nas mãos, vai processar Gilbertão por curandeirismo. Achei pouco.
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O caso da fosfoetanolamina está se tornando uma ópera-bufa. Um bando de retardados defendendo, gente como eu e outro cientistas apontando as maluquices surgidas nas redes sociais, baseados com fontes tiradas da bunda. Encheram tanto o saco que obrigaram a USP a produzir o pseudoremédio em massa. Fizeram o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação estudar as propriedades curandeirísticas dessa merda. Resultou que o
Você já deve ter visto a quantidade de matérias e notícias sobre o caso envolvendo a Tay, um chatbot com algoritmos de aprendizado de máquina que era projetada para aprender e aumentar seu vocabulário conforme vai se comunicando. É uma ideia linda, ainda mais porque o chefe DVDM tinha ido pegar um café. Quando voltou era tarde demais pro Departamento do Vai Dar Merda fazer alguma coisa. Tay estava apresentando discurso de ódio, preconceituoso e até sendo favorável ao Trump.
O Cristianismo tem muitas coisas legais. Eu adoro Jesus. Quando ele nasce eu ganho presentes, quando morre é feriado e quando ressuscita, eu ganho chocolates. Jesus é um cara bem legal. Tão legal que nunca condena ninguém. Daí, vem um monte de toscos e proíbem que comamos carne. Por quê? Qual o problema?
Como Desmond Morris disse no Macaco Nu, somos um bando de macacos assassinos. Nossa agressividade não é de hoje, vem ao longo dos milhões de anos de evolução biológica, herdada de nossos parentes répteis, até que o córtex cobriu tudo, varrendo essa agressividade para debaixo do tapete de neurônios mais “bonzinhos”… ou nem tanto assim.
Um fenômeno atual é aquele que o pessoal polariza tanto uma questão, com um discurso tão inflamado, idiota, tolo e irresponsável que acabam ficando com o mesmo discurso daqueles que eram contra. Uma posição tão diametralmente diferente, mas que parecem ser tão próximos.
Existem pessoas burras, pessoas estúpidas, retardadas, as que invadem a Rússia no inverno e o casal natureba David Stephan e Collet Stephan, moradores de Alberta, no Canadá. Eles só tinham um serviço: cuidar do filho de 19 meses de idade, Ezequiel. De acordo com a Bíblia, Jeová fez o profeta Ezequiel deitar por 390 dias num só lado e comer pão com excrementos. No caso, o casal Stephan é que comeu merda, tratando uma criança seriamente doente com cházinho, ervas e remedinho homeopático.
Na estranha República Federativa de Banânia, clamor popular sem nenhum embasamento vira decisões judicias. Se bem que
Nada é mais idiota que a idiotice humana. Eu já acho que rezar para um carpinteiro pregado num pau-de-arara é meio esquisito, mas tem maluco que acha que o Diabo existe e, pior, vampiros também existem. Se isso já não é maluquice o suficiente para você, o México coroa a tosqueira com um bando de imbecis matando um dos amigos de forma com que ele renascesse um vampiro.