Grandes Nomes da CIência

Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

Hitler era ateu?

A cegueira da Igreja

O Vaticano sabia que havia um genocídio em curso na Alemanha, mas não fizeram nada para denunciar Hitler. Tal como muitos dos cristãos alemães, eles o seguiram e fecharam os olhos – e o culpado pela omissão é o Papa Pio XII que muitas vezes sem conta, se recusou a assumir uma posição contra os nazistas. No fim, Hitler conseguiu unir as igrejas alemãs em uma só Igreja no Cristianismo.

Muitos clérigos, entre padres, bispos, cardeais etc são vistos saudando a bandeira nazista ou ao próprio Führer. A argumentação comum é que eles não tiveram outra escolha, que apenas seguiam um roteiro orquestrado por um louco psicótico, e não tinham como se negar a isso. É uma argumentação plausível e convincente, mas desmorona perto dos fatos apresentados. A Igreja não fez a menor menção de nada, pelo contrário. Ela muitas vezes participou ativamente, seguindo uma doutrina de ódio e separatismo, como ainda o faz hoje em dia, ainda que de forma mais amena. Mas o ódio a homossexuais ainda é visto hoje em dia.

Bispo Nacional da Alemanha, Friedrich Coch, dando uma saudação de Hitler. Dresden, 10 de dezembro de 1933.

O ódio de Hitler contra o mundo

Era apenas uma questão de tempo antes que Hitler realizasse um ataque insano aos governos seculares.

Hitler de forma tão sorrateira, fez um pacto de não-agressão com Stalin (outro louco demente – que foi para um seminário cristão de estudos para o sacerdócio, e torceu as ideias filosóficas de Karl Marx e criou a sua própria doutrina dogmática). Mas o que Stalin não sabia, é que Hitler abateu milhares de comunistas na Alemanha. Hitler desprezava Karl Marx (um judeu que se tornou um ateu comunista), pretendia ao longo do tempo erradicar o comunismo. Quando Hitler invadiu a União Soviética e seus países vizinhos, o tratado foi quebrado.

A França defendia a democracia, que também foi alvo pelo anti-democrático Hitler. Uma vez que a democracia permite a liberdade de diferentes religiões e raças, a França era contraditória com a meta de Hitler – uma população que poderia ser dominada por cristãos de pele branca. À semelhança do que aconteceu na União Soviética, Hitler conquistou os países vizinhos, antes de passar para a invasão desta, na famosa Blitzkrieg na Holanda e Bélgica.

Hitler invadiu praticamente todos os poderes mundiais, e apenas três dos mais poderosos países se mantiveram firmes, e um deles era um aliado. É por isso que o ainda enigmático Imperador Hirohito concordou em tornar-se um aliado de Hitler. O Japão é um país de não-brancos e tem cidadãos não-religiosos (por filosofia, a maioria dos japoneses são ateus). Hitler tinha traido os soviéticos, ele também teria traído Japão se tivesse a oportunidade. Mas o Japão tinha um culto quase fanático de fidelidade ao Imperador Hirohito, que foi declarado um “deus vivo”, como regra.

A Grã-Bretanha e a sua poderosa Commonwealth (do qual faziam parte o Canadá e a Austrália, por exemplo), já tinha abolido há muito tempo a escravidão negra, e um século antes, aboliu uma lei que exigia o juramento de “uma verdadeira fé de cristão”, permitindo que outras religiões como o judaísmo. Hitler queria invadir a Grã-Bretanha e conquista-la, e ao mesmo tempo por meio do Pacífico, o Japão atacou os Estados Unidos, que deixou de lado a sua neutralidade na Guerra.

Nos Estados Unidos, os Pais Fundadores, expressavam em seus escritos, uma antipatia ao cristianismo. Eles elaboraram uma Constituição laica, e uma lei para a separação do Estado e da Igreja.

“O Governo dos Estados Unidos da América não é, em qualquer sentido, fundado sobre a religião cristã”

– George Washington, sobre o Tratado de Trípoli

A escravidão negra nos Estados Unidos foi abolida por Lincoln quando ele venceu a guerra civil com o sul religioso.

Os Estados do Sul pretendiam se separar da União, porque eles acreditam que a escravatura era uma necessidade economica e religiosa. Após a derrota do Sul, pouco a pouco, a América se tornou um país multi-racial.

A queda de Hitler: a ação dos governos seculares contra a fé cega como regra

Hitler, depois de ter conquistado quase todos países da Europa, ele partiria ao ataque contra a Bretanha e depois contra os Estados Unidos sucessivamente. Porém, uma defesa coordenada entre os Estados Unidos, Reino Unido e a União Soviética, resistiu aos ataques nazistas, e combinado com a cooperação de demais países no mundo, entraram em uma guerra que foi de longe a mais sangrenta e destrutiva que o mundo jamais assistiu, e Hitler foi derrotado juntamente com os países do Eixo.

O Imperador Hirohito, diante da derrota, emitiu uma declaração renunciando à sua pretensão de ser um “deus vivo” e a rendição incondicional do Japão. Ele foi despojado de seu poder, e foi reduzido a ser um símbolo da realeza japonesa. Em seguida os Aliados, com uma Constituição democrática, foi instituída para substituir Hirohito da adoração como um pseudo-deus, introduziu a separação entre a Teologia e o Estado de Direito no Japão. A maioria dos japoneses hoje são pessoas não-religiosas, e  mesmo o xintoísmo é uma religião não-confessional animista. O xintoiísmo não se baseia num deus pessoal, mas atribui características “vivas” a tudo que existe no mundo.

Mussolini, um outro aliado de Hitler, e o chefe dos fascistas da Itália, fez um pacto com a Igreja Católica para permitir que o Vaticano seja um Estado Independente. Mussolini, como Hitler, é um anti-comunista, um movimento que granjeou o apoio da Igreja Católica. Quando a Itália foi derrotada, e as forças aliadas foram quase ao seu centro de comando, Mussolini e a sua amante foram alvejados por um comunista italiano. Apesar dos protestos do Vaticano, o divórcio e o aborto são legais por lei na Itália de hoje.

De todos os poderosos aliados de Hitler, apenas o ditador Franco, que governava uma Espanha fascista, permaneceu até a sua velhice. Ao longo de seu mandato, ele aplicou regras estritas sobre os costumes sociais, baseados na Igreja. Homossexualidade, prostituição e outras coisas, fez dessas praticas proibidas e encaradas como uma ofensa criminal. Os casamentos civis que ocorriam antes da Era Franco, foram declarados nulos e sem efeitos e tiveram de ser reconfirmados pela Igreja. Após a sua morte, uma seita da direita católica, declarou-o como um santo. O Vaticano, por questões de conveniência, manteve-se afastado da questão e rejeitou a canonização.

Após a morte de Franco, varias das suas estátuas e outros símbolos públicos de Franco, foram removidos. E uma pesquisa investigativa foi iniciada para localizar as valas de suas vitimas executadas. Adicionalmente, a União Européia tem tomado medidas no sentido de reescrever a Histórica e mudar os pontos de vista sobre Franco. A Espanha, depois de Franco, passou a ter partidos constituídos por democratas, socialistas e comunistas. O divórcio, abortos, casamentos gays foram todos legalizados. A lei machista que exigia a permissão dos maridos às mulheres para fazer qualquer coisa também foi abolida. A educação sexual é agora parte do currículo escolar, e foi descriminalizado o adultério.

Hitler, o homem cuja fantasia ilusória de um mundo exclusivo para pessoas de pele branca, para que os cidadão possam ser facilmente manipulados por meio de sua fé inquestionável em uma única Igreja Cristã – falhou. Quando as forças aliadas avançaram ate o seu quartel-general – os Estados Unidos e a Grã-Bretanha no oeste da França, e a União Soviética a partir do leste – ele sacou a sua arma, apontou-a em sua cabeça, e com um ato de covardia, tentou escapar à realidade.

Boas pessoas vão fazer coisas boas e pessoas más vão fazer coisas ruins. Mas para que pessoas boas façam coisas ruins, é preciso ter uma religião.

– Steven Weinberg, Prêmio Nobel

O Julgamento de Nuremberg

O termo “Julgamentos de Nuremberg” (oficialmente o Tribunal Militar Internacional vs. Hermann Göring et al.) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da 2ª Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante o Tribunal Militar Internacional (International Military Tribunal) em 20 de novembro de 1945, na cidade alemã de Nuremberg.

Após estes julgamentos, foram realizados os Processos de Guerra de Nuremberg, que também levam em conta os demais processos contra médicos, juristas, pessoas importantes do Governo entre outros, que aconteceram perante o Tribunal Militar Americano e onde foram analisadas 117 acusações contra os criminosos. Os resultados do julgamento podem ser vistos aqui, e recomendamos um filme lançado em 2002 sobre o mesmo tema.

A Igreja católica apóia ativamente o crescimento dos totalitarismos na Europa. Na Áustria, o seu apoio ao Austro-Fascismo é total. Na Itália, ela assina com o regime fascista uma concordata que faz do catolicismo a religião de estado: os italianos podem de novo votar sem serem excomungados, pena que isso de pouco serve em período de ditadura. A Igreja sacrifica em grande parte as suas próprias associações: todas, exceto a Ação Católica, devem integrar as organizações fascistas. O Vaticano promete a Mussolini de fazer com que a Ação Católica não se deixe tentar por ações antifascistas.

Em 1929, Mussolini, depois de ter assinado a concordata dita “Patti Lateranensi”, é qualificado pelo papa como “o homem da providência”. Em 1932, o ditador recebe das mãos do papa a Ordem da Espora de Ouro, que é a mais alta distinção concedida pelo Estado do Vaticano.

Essa bela harmonia vai resistir mesmo ao momento de tensão causado pela estátua de Giordano Bruno. O papa aproveita a concordata para pedir ao seu amigo ditador que destrua a estátua erigida em 1889. O ditador, que tem um filho com o nome de Bruno, toma a defesa do livre-pensador e declara à Câmara de Deputados que “A estátua de Giordano Bruno, melancólica como o destino desse monge, ficará onde ela está. Tenho a impressão que seria se encarniçar contra esse filósofo que, se equivocado e persistiu no erro, no entanto já pagou”. Para mostrar que não se arrepende de nada a Igreja canoniza então Roberto Bellarmino, o acusador de Giordano Bruno, nomeando-o “Doutor da Igreja”.

Na Alemanha, em janeiro de 1933, o Zentrum, partido católico, cujo líder é um prelado católico (Pralat Kaas), vota plenos poderes para Hitler: este último pode assim atingir a maioria de dois terços necessária para suspender os direitos garantidos pela Constituição. Com uma caridade toda cristã, o bom prelado aceita também fechar os olhos para os discutíveis processos nazistas, como a prisão dos deputados comunistas antes da votação. Depois a Igreja começa a negociar uma nova concordata com a Alemanha: nesse cenário, ela sacrifica o Zentrum, então o único partido significativo que os nazistas não tinham proibido. Na realidade ele tinha-o ajudado a chegar ao poder. Em 5 de julho de 1933, o Zentrum se dissolve sob solicitação da hierarquia católica, deixando o caminho livre para o NSDAP de Hitler, então partido único.

Hitler declara-se católico no “Mein Kampf”, como foi dito. Também afirma que está convencido ser ele um “instrumento de deus”. A Igreja católica nunca colocou no seu Índex o “Mein Kampf”, mesmo antes da ascensão de Hitler ao poder. Podemos acreditar que o programa antissemita do futuro chanceler não desagradava à Igreja. Hitler mostrará o seu reconhecimento tornando obrigatória uma prece a Jesus nas escolas públicas alemãs e reintroduzindo a frase “Gott mit uns” (Deus está conosco) nos uniformes do exército alemão.

Em 1933, a Igreja Católica Romana firmou uma concordata com os nazistas. O cardeal católico-romano Faulhaber escreveu a Hitler: “Este aperto de mão com o Papado . . . constitui um feito de imensurável bênção. . . . Que Deus proteja o Chanceler do Reich [Hitler].”

Em 1938, as SS e SA organizam a “Noite de Cristal”: com trajes civis, os milicianos nazistas atacam sinagogas e lojas pertencentes a judeus. A população alemã está horrorizada e aterrorizada. O bispo de Freiburg, monsenhor Gröber, declara então, em resposta às perguntas sobre as leis racistas e os pogroms da noite de cristal: “Não podemos recusar a ninguém o direito de salvaguardar a pureza da sua raça e de elaborar medidas necessárias a esse fim”.

Na Espanha, um general tenta um golpe de estado militar, que aborta mas degenera em guerra civil. A Igreja o apóia, padres e bispos benzem os canhões de Franco, celebram com muita pompa Te Deum pelas suas vitórias contra o governo republicano legítimo. A guerra faz mais de um milhão de mortos, e Franco fuzila todos os prisioneiros. Franco se mostrará reconhecido por seus piedosos aliados, nomeando diversos membros da Opus Dei para o seu governo. A influência da Opus Dei crescerá ao longo da ditadura franquista, ao ponto de se chegar a mais de metade dos ministros serem membros dessa venerável instituição católica.

Na França, a Igreja declara, desde 1940, que “Petain é a França”: ela prefere de fato o Trabalho-Família-Pátria do estado francês às Liberté-Égalité-Fraternité da República, que sempre a horrorizaram.

Durante a 2ª guerra mundial, o Vaticano estava ciente do extermínio dos judeus pelos nazistas. Saber-se-á, após a guerra, que o papa diversas vezes esteve para fazer um pronunciamento público, mas que finalmente se absteve essencialmente pela sua fobia ao comunismo e achando que uma vitória russa seria “pior”. No entanto ele chorou em 1942, junto às ruínas de Roma, bombardeada pelos aliados. Também ele se esquece de mencionar que o seu aliado político Mussolini tinha solicitado a Hitler para ter “a honra de participar dos bombardeamentos sobre Londres”, é verdade que o papa não habitava em Londres…

O Vaticano anunciou que divulgou que irá liberar documentos que contêm informações sobre a relação entre a igreja e a Alemanha nos tempos do Nazismo. Os documentos, que até o momento só podem ser lidos por estudiosos por convite especial, contém registros de 1922 a 1939, que cobrem o período em que o papa Pio XII, que ocupou o posto no Vaticano durante a Segunda Guerra Mundial, era o embaixador do Vaticano em Berlim. No entanto, o Vaticano admite que arquivos relativos ao período entre 1931 e 1934 foram “quase completamente destruídos ou perdidos” durante o bombardeio de Berlim e um incêndio. Muito conveniente!

O historiador católico Paul Johnson estimou que 40% dos integrantes da SS (um verdadeiro “Estado-dentro-do-Estado” do Regime Nazista) eram católicos praticantes que se confessavam. Nenhum chegou sequer a ser ameaçado de excomunhão.

Um caso interessante: Joseph Goebbels foi o único nazista a ser excomungado da Igreja Católica. Motivo: se casou com uma protestante divorciada! Cômico, não?

Avalia-se em 50 ou 60 milhões o número de pessoas que morreram em consequência da guerra. As perdas foram superiores na Europa Oriental: estimam-se 17 milhões de mortes civis e 12 milhões de mortes militares para a União Soviética, 6 a 7 milhões para a Polônia (primariamente civis), enquanto que na França o número rondaria os 600 000. O Holocausto comandado pelas autoridades nazistas, como parte da “solução final” para o “problema judeu”, levaria ao genocídio de cerca de seis milhões de judeus nos campos de concentração, para além de outras pessoas consideradas indesejáveis, como membros da etnia cigana, eslavos, homossexuais, portadores de deficiência, ateus e dissidentes políticos. Milhares de judeus eram usados como cobaias em diversas experiências, o que acarretou a propagação de doenças como tifo e tuberculose. Após a guerra cresceram as pressões sobre a Grã-Bretanha para o estabelecimento de um estado judaico na Palestina; a fundação do estado de Israel em 1948 resolveria a questão dos judeus sobreviventes na Europa, já que parte considerável deles migrou para o novo estado.

Um bom filme que mostra a ascenção de Hitler, desde que era um reles soldado até mostrar-se como líder político na Alemanha é “Hitler – The Rise of the Evil“, produzido pelo diretor Christian Duguay, e ganhou dois Prêmios Emmy, alem de receber outras cinco indicações importantes. Começa por fazer o retrato da mente jovem e em desenvolvimento de Hitler, acompanhando-o nos seus anos de formação e em como evolui no homem que explorou a Alemanha, que apelou por um líder que pudessem seguir. Motivado pela raiva e distorcido pelo ego, Hitler luta num mundo que acredita dever-lhe algo, seduzindo a Alemanha numa dança macabra de rendição e controle.

Não, Hitler nunca foi ateu e seus ministros, menos ainda. Foi religioso desde o nascimento e morreu religioso, independente de como ele pensava que a religião era ou devia ser, não importa. O que importa é que a mentira descarada que ele era ateu, fazendo com que todas as pessoas que decidiram optar por não venerar nenhuma entidade supranatural tenham sua moral e ética questionadas por pessoas que seguem pastores que tentam passar em aeroportos com dinheiro escondido em Bíblias, e promovem ódio a membros de outras religiões, ou padres pedófilos ou que possuem a moral tão rasteira que qualquer grão de areia parece o Everest.

Ser ateu não é garantia nenhuma de que uma determinada seja imensamente boa ou cruelmente perversa. É uma filosofia pessoal, onde pessoas boas e más decidem se querem seguir uma divindade ou não. O mesmo serve para os religiosos, pois nenhuma crença fará com que você seja melhor pessoa, e se o fizer, é pena. Se você é bom só para ganhar um lugar no céu ou para fugir do Inferno, então – parafraseando Albert Einstein – você faz parte de um grupo bem miserável. Assim, o problema não é se você acredita num deus será imediatamente mau. Mas também não fiquem vociferando por aí que qualquer um que siga uma religião é bom-moço, cumpridor de leis, amável e justo. A História demonstra que nem todas as pessoas religiosas são tão éticas e possuintes de bom caráter,e  sim: podem nascer verdadeiros monstros que se apegam a um livro religioso.

Pense nisso quando você sentar na sua igreja ou templo favorito e veja o mais fervoroso membro de sua congregação rezando com fervor.  Nunca se sabe que mal se esconde nos corações humanos.

MITO DETONADO


Capítulo anterior Índice As falsas citações sobre Evolução

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

Pages: 1 2 3

  • “Na verdade… na verdade… na verdade… Tem um livro que não sei o nome…”

    Que trabalhinho porco, hein!? Sem uma única fonte, sua arrogante “arguição” não passa de perda de tempo!

  • Pelo tanto de citações que teriam sido ditas por Einstein, o gajo deve ter vivido uns 268 anos apenas dizendo essas frases.

  • É esse “muito esforço para pouco benefício” e essa “mediocridade” que fará com que o que você diga seja levado a sério e que você seja conhecida e reconhecida como uma pesquisadora séria e não uma idiota retardada de Internet que tem como referências o YouTube e o facebosta.

    Filhota. :o)

  • As evidências historicas mostram o contrário.

  • Ainda não quis fazer aquela “mediocridade e muito esforço para pouco benefício” chamada apresentação de monografia para uma banca de professores universitários, filhota?

  • NestorBendo
  • Stefano Barbosa
  • José

    Me fala a parte que Jesus manda alguém matar em nome dEle? Se eu matar alguém que vc não gosta, daí eu vou preso e falo que foi vc quem mandou eu cometer o crime, vc iria gostar?

    Pryderi respondeu:

    Me fala a parte que Jesus manda alguém matar em nome dEle?

    ,b>Na parte que ele diz que NÃO VEIO ABOLIR NENHUMA LEI.

    Se eu matar alguém que vc não gosta, daí eu vou preso e falo que foi vc quem mandou eu cometer o crime, vc iria gostar?

    Se eu tivesse publicado palavras de ódio, dizendo que gays são uma abominação e deveriam ser mortos, que quem não concordasse comigo deveria ser executado, que deveriam esmagar crianças em rochedos e vc fizesse isso em meu nome, claro, eu seria co-responsável. Se eu lesse todas as atrocidades anteriores e dissesse “olha, eu não tenho nada a ver com isso, não me oponho em nada”, também seria co-responsável

  • As fotos desmentem, [email protected]

    Você não tem nem coragem para escrever seu próprio nome

  • [email protected]

    Manda sim, Christian. Mandou aniquilar cidades e escravizar mulheres virgens, mandando matar as que não eram.

  • que sádico

    Estou esperando a resposta, [email protected] .

    te faço a mesma pergunta só que sobre a minha crença,

    Sua crença não é na Bíblia, Christian? Bem, tá tudo na sua Bíblia e seu jesus disse que NÃO VEIO ABOLIR. Você tem a parte que Jesus condena publicamente? Ele não disse que apedrejar adulteras era errado. Ele disse que quem não tivesse pecado que atirasse a pedra, numa clara fanfic.
    Porque o pessoal ia continuar certo, ia atirar as pedras e ele continuaria na dele