Convenhamos, tudo mundo sabe que brasileiros são considerados o povo mais mal-educado do mundo. Aonde quer que vão, larga maioria acha que pode fazer nos outros países o que fazem aqui, como cuspir na rua, atravessar fora do sinal, ofender motoristas (e pedestres), criar algazarra e coisas do tipo. Isso implica que o restante dos brasileiros já chegam nesses lugares tendo má fama. Na Espanha, por exemplo, mulheres brasileiras já chegam com a (má) fama de serem prostitutas. Sério! Uma amiga minha foi fazer um curso lá e quando o taxista perguntou se ela era brasileira e ela assentiu, ele perguntou logo quanto era o programa. Quando você tem enraizado aquele minúsculo gene fator M (o gene responsável por fazer merda), você se torna daqueles chatos que batem à sua porta às 7 da manhã de um domingo para lhe converter nas palavras de Jesus, nóssinhô. Já é um estorvo aqui e, para piorar, ainda há rematados tolos que viajam a outros países e “pensam” (modo de falar) que podem fazer a mesma coisa. Só que as coisas frequentemente não saem como planejadas.
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Eu canso de dizer, torno a repetir, mas alguém parece que não me ouve. Vou reiterar: Jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.
Eu uso óculos com lentes multifocais. Uma maravilha da tecnologia, onde eu posso enxergar longe e perto sem precisar trocar de óculos. Melhor do que isso, só ficando em casa, tranquilamente, mesmo sob uma forte tempestade, com raios ribombando por todos os lados e mesmo assim me sentir seguro. Essas são as mais famosas invenções de um grande inventor. Ele não foi um grande inventor porque inventou invenções que ninguém inventara. Ele inventou invenções que ninguém pensaria até então inventar, inventando até mesmo um modo novo de inventar novas invenções. As invenções de Benjamin Franklin eram tão abrangentes que iam desde um simples móvel de escritório até culminar na invenção de um país totalmente do zero.
No próximo mês, Chico Bento XVI, o Comandante-em-Chefe das forças malévolas vaticanianas, aportará na Inglaterra. Aquele país já é esquisito, mas não há nada tão esquisito que a ICAR não possa estragar de vez. Para não perder a fama, os Lords Sith Bretões resolveram que não será permitido fazer um churrasquinho
A Arábia Saudita é um dos países mais severos no uso da Sharia, a Lei Islâmica. Como eu já cansei de repetir, no mundo islâmico, a Lei que dita as normas civis e penais é o Alcorão, posto que tais países são teocracias. Juízes julgam os processos mediante o que vem escrito no livro de Alá, escrito por sabe-se lá quem, mas é atribuído a Maomé no século VI, ditado pelo próprio Alá. Deixando mitologias de lado, uma nova polêmica vem com o vento do deserto quando um homem, por causa de uma briga, pode ser sentenciado a ter a sua espinha dorsal deliberadamente lesionada e perder os movimentos da cintura pra baixo.
Taí uma coisa que volta e meia me vem à mente, principalmente quando meu telefone ou conexão com Internet dá pau e eu preciso de ajuda que só pode ser obtida por meios mágicos e completamente incognoscíveis para meros seres humanos. Assim, apelamos para ajuda divina dos suportes e estes parecem que tiveram aula com o Mestre dos Magos, dada a quantidade de mensagens herméticas que nos dão. Enfim, se as religiões fossem como essas companhias, o diálogo seria mais ou menos assim:
Algumas pessoas têm sérios problemas em entender certas coisas. Uma senhora dona pesquisadora doutora em… irc… Educação (resumindo, uma maldita pedagoga!), sem muito o que fazer, resolveu examinar adolescentes sobre quais são as suas reações frente aos super-heróis. Sua avaliação é negativa, posto que os super-heróis de hoje são exemplos nefastos para a formação de nossos jovens, pobres criancinhas desamparadas num mundo pérfido. Quem poderá impedir isso?
Quando vejo certos tipos de notícia eu acabo pensando que nossos irmãos evangélicos são cada vez mais normais em suas crenças na Bíblia e suas distorções, é o caso desta que vem do Malauí.
O ser humano é bem diferente dos outros animais. Não por causa da sua morfologia ou fisiologia. O que nos diferencia de outros animais é nosso comportamento. Seres humanos gostam de “aparecer”, de chamar a atenção, quando no mundo animal, quem se esconde está no lucro. Técnicas de mimetização e camuflagem garantem a sobrevivência de uma espécie, já que se aproximar de uma presa sorrateiramente promove um lauto jantar, se esconder deste tipo de visitante garante que se almoce no dia seguinte e não seja “O” jantar. Mas os seres humanos fazem de udo para se destacarem entre seus pares, e isso muitas vezes garante uma bela recompensa.