O pessoalzinho tosco que defende os ‘direitos dos animais" (mas usam inseticida em casa), acha um absurdo experimentação animal, alegando que isso é tortura. Curiosamente, nunca falam quando cientistas fazem pesquisas nas quais curam pequenas cobaias. Agora, cientistas dão mais um passo em termos de ciência médica: eles conseguiram reconstruir medulas espinhais de ratos. Ok, foram cotadas, mas voltaram a ser remendadas e mesmo o mais fanático dos vegans toma remedinho. E, claro, isso ajudará muita gente com problemas de lesões no sistema nervoso.
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Uma equipe de astrônomos da Agência Espacial Europeia (ESO) não se contentou com apenas um exoplaneta, e com o auxílio de novas observações, descobriram que não é um ou dois planetas, mas três! Estes três planetas, de acordo com estudos, são potencialmente habitáveis; mas não se anime, isso ainda não implica que algum ET implicante vem colocar uma sonda no seu bumbunzinho (ainda).
Não, a Mãe Natureza não tem nada de mãe e sim de madrasta malvada (se bem que eu já vi muita madrasta ser mais mãe do que mãe biológica, mas isso é secundário). São doenças de todos os tipos, má-formações e até mau-hálito. A Natureza está sempre pronta a te sacanear, até parar em algum beco sem saída evolutivo. Um exemplo é o caso do menino chinês que nasceu com uma má-formação que, digamos, se tivesse acontecido há uns 100 anos, ele iria ser preso e se fosse há 200 anos, ele seria queimado na fogueira. Deus é muito bom, né?
O problema de ser um Senhor Supremo é que temos que trazer ordem e paz ao Universo As pessoas não entendem o papel de salvadores pois, ou acabam pregando-o num pedaço de pau, ou fazem um filme esverdeado com sopa de letrinhas sobre ele. Assim, observo Midgard com certo enfado, pois é impossível que aquele bando de toscos só façam besteira.
Ser mulher não é fácil. Só o fato de aturar homens já deveria dá-las passagem direto para o Céu, de onde elas caíram (cantada de pedreiro #155884521). No ramo científico, elas produzem trabalhos de tão grande qualidade quanto homens (dependendo, até mais). Entretanto, uma pesquisa indica que a ciência de alta qualidade realizada por cientistas mulheres fêmeas do sexo feminino está sub-representado, em comparação com o de suas contrapartes masculinas.
Eu canso de falar que Ciência no Brasil é brincadeira, mas estava errado. Já está virando caso de manifestação (polícia já pulou fora há tempos!). Mas, claro, manifestante quer ônibus digrátis e não melhor ensino. De qualquer forma, qual país que vivemos? Vivemos num país onde uma comissão aprova proposta que dá poder para igrejas questionarem leis no STF (provavelmente, recebendo comissões), homeopatia é especialidade médica (tem na USP, aquela universidadezinha que vocês adoram lamber a bunda) e núcleo de estudos para anormais, digo, paranormais. Ahm, sim, na Universidade de São Carlos, trata-se paciente com cobertorzinho de led. O que pode piorar?
Vamos ser sinceros. O ensino de Ciências no Brasil é uma sonora bosta. Nem tanto por culpa de professores, apesar que muitos dos "professores" são pedagogos e pedagogo falando de Ciência consegue ser algo pior que jornalista do G1. Poucos se salvam. Só que chineses gostam de Ciência, e, por isso, mantém um projeto onde astronautas dão aulas para crianças direto do espaço. Aqui no Brasil? Bem, vamos para a notícia da chinesa.
Desde que o mundo é mundo, sempre fomos dependentes de fontes de energia. Seja aquele escravo lerdo movendo uma imensa mó até seu carro, fontes de energia nunca foram 100% eficientes, graças às idiossincrasias da Termodinâmica. Se eu sair com meu smartphone de manhã cedo com tudo ligado (3G/4G, wif-fi, bluetooth etc), fatalmente a bateria não conseguirá chegar até a noite sem precisar de carga. Não é o caso daquele seu dumbphone de 1,99 comprado nas Casas Bahia, pois o consumo de energia é muito menor. A saída seria desligar tudo, e você terá um belo peso de papel de cerca de 2 mil reais. Aliado a isso, não adianta você sair com um aparelho menor que seu relógio e sua bateria ser do tamanho de uma bateria de carro. As pesquisas agora visam diminuir o tamanho, aumentando a eficiência. Será possível?
O cérebro é o órgão mais estudado e menos compreendido até agora. Sua complexidade, apesar dos avanços em termos de neurociência, supera qualquer coisa que possamos imaginar num organismo vivo. Mas a cada dia estamos entendendo um pouco a mais aquela linda massa esponjosa que 90% das pessoas insistem em não usar direito.
Eu não sou um ludita. Adoro meu computador, meu smartphone, meu tablet, minha TV e até micro-ondas. Vejo o potencial de cada coisa e como elas são tolamente desperdiçadas. É chato dizer "no meu tempo", mas quando você viveu num tempo em que o auge do conhecimento era ter uma coleção da Barsa ou da Conhecer (e todos o olhavam com respeito e inveja por causa disso), há uma tendência maior a dar valor ao que não tínhamos em nossa época; e mesmo assim fazíamos nossas maravilhas.