“Convergência” é o nome que se dá ao processo evolutivo em que duas espécies distintas – até mesmo de classes diferentes – acabam convergindo para alguma característica semelhante. Um perfeito exemplo são os golfinhos (mamíferos) e tubarões (peixes), que possuem morfologia externa semelhante, ainda mais que ambos vivem no mar, e qualquer diferencial que propicie uma vantagem hidrodinâmica garante o almoço ou escapar de ser o almoço. Por convergência, eles acabaram com um formato bem parecido.
Agora, uma recente pesquisa mostra um outro exemplo de convergência que ocorreu, com um réptil mais velho que a sua sogra e mais velho que dinossauros, sendo que estes últimos apresentaram características bem semelhantes. Parentes?
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Os céus plúmbeos do Rio de Janeiro anunciam a fatalidade fatalista fatal. Os céus amigos da Cidade Maravilhosa, fechados para pouso e decolagem no Santos Dumont mostram que teremos coisa boa vinda por aí. Ou não! é sempre uma satisfação, ainda que masoquista, compartilhar o melhor do que alguns dos nossos mais inteligentes comentaristas têm a contribuir.
Por séculos, corpos caindo sempre fascinaram os homens. Por que uma pedra cai, mas um pássaro, não? Por que pedras de tamanhos diferentes caem em tempos diferentes? Será que tudo o que avoa voa na avoada? Quem matou Odete Roitman? Bem, novas e importantes pesquisas estão desvendando a mais conhecida e misteriosa força da Natureza: a Gravidade.
Equilíbrio natural é uma coisa delicada. Plantas, por mais que pareçam resistentes, são sujeitas a ações de intempéries, como secas prolongadas ou chuvaradas torrenciais. Aqui mesmo no Brasil, no semi-árido nordestino, plantas não sobrevivem muito por causa da imensa estiagem. Plantio, nessas condições, fica extremamente difícil, quando falta de água e excesso de Sol manda as genovevas pro céu das plantas.
Já vimos sobre os
E mais uma vez o Brasil conseguiu aquilo que faz de melhor: ser uma vergonha em termos de Ensino. “Vergonhoso” foi exatamente a palavra que o ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho descreveu a situação. Estamos na rabeira de novo, nossos alunos não sabem nada, o Ensino está uma bosta e a perspectiva de melhora só não é zero, porque ainda tem gente idiota que acredita no futuro.
Dhaka é a maior cidade de Blangladesh, sendo, não por acaso, a capital do país que você sequer sabe localizar num mapa. Também é a maior cidade da Ásia Meridional e entre os países da Organização para a Cooperação Islâmica. Ontem, as ruas de Dhaka amanheceram inundadas por causa de fortes chuvas, mas isso por si só não é tão ruim assim, já que eles meio que estão acostumados. O problema é que foi uma chuva que acarretou uma enchente e uma enchente de sangue.
Há a expressão que determinada coisa ou pessoa é “um livro aberto”, significando que é facilmente “lido”, isto é, facilmente de se conhecer e antecipar as atitudes. Isso, obviamente, vem do conceito que é preciso abrir um livro para se conhecer o conteúdo lá dentro, e um livro aberto é muito mais fácil de se saber o que tem dentro. O problema é que livros antigos, verdadeiras raridades, não podem ficar expostos ao ar, ou sus páginas irão se deteriorar rápido. Em contrapartida, é um crime ter uma preciosidade dessas e não desvendar os segredos de suas páginas. Pode a Ciência ajudar?
Vamos direto ao ponto, pois detesto dourar pílulas: Seu cérebro é uma bosta e seus olhos, uma merda. Você pensa que eles são ótimos, mas isso é só porque você só tem eles. Se tivessem coisa melhor, trocariam na mesma hora. Alguns alegam que esses órgão são a prova definitiva de um projetista inteligente. Bem, se isso é o melhor que ele pode fazer, não estou minimamente impressionado.
Megafauna é o nome dado aos grandes animais, normalmente mamíferos, que existiram bem depois dos dinossauros. Na verdade, a maioria dos dinossauros nem era gigante, só alguns. O terrível velociraptor era pouco maior que uma galinha gigante. Muitas espécies dessa megafauna se perderam para nunca mais voltar, mas sempre temos seus parentes mais próximos, normalmente, herbívoros, e é por isso que são chamados “megaherbívoros”. Esses animais nos contam muitas histórias, não só sobre si mesmos, como sobre plantas das quais se alimentavam e como isso afetou parte do clima das regiões onde moraram.