Começou uma cruzada contra os patinetes motorizados. Sendo sucinto, é uma espécie de Uber em que você anda com um patinete que você desbloqueou via aplicativo. O valor do percurso é debitado no seu cartão. Está sendo proibido em várias cidades… por que sim. O prefeito de São Paulo mandou recolher 557 patinetes, alegando que tinha que ter registro junto à prefeitura, além de não poder trafegar na calçada e exigir capacete. No Rio de Janeiro, lei estadual determinou que para conduzir um patinete, a pessoa terá que acessar o site do Detran e se inscrever para fazer um exame (quem tem carteira de motorista está isento). Os políticos estão muito ocupados em taxar as pessoas e mandá-las para fazer exames para usar os patinetes elétricos. Só não se preocuparam que assaltantes estão usando os patinetes.
O problema do patinete, que ninguém deu bola, é que ele é maravilhoso em país civilizado, com largas calçadas ou ruas em que motoristas obedecem as leis. Sem falar que pessoal é tosco e não consegue se equilibrar naquela bagaça (eu incluso, mas nunca fiz questão de usar, de qualquer forma). Isso levou a pesquisadores pesquisarem numa pesquisa que pesquisou a tendência das pessoas se machucarem usando patinetes (mas não os que escrevem termos repetidos para ser engraçadinho).
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Eu preciso colar coisas de vez em quando. Minhas colas preferidas são superbonder, óbvio, e cola de isopor. Cola de PVA meleca tudo. Cola de bastão nem sempre cola direito. Cola de isopor é o ideal. Não, nem cola quente, aquela merda só serve para queimar os dedos e soltar a cola depois.
A Diretiva da União Europeia sobre o Direito de Autor foi aprovada, inclusive o famigerado artigo 13, aquele artigo que fará com que a Internet acabe, porque não poderá ter um bonequinho no fundo. O problema é que o artigo 13 não dizia isso, mas o bando de imbecis que são contra ele sequer leram a normativa, e saíram vociferando, pois o youtubeiro amado disse que é ruim, e as pessoas são burras demais para procurar saber (isso vale pros youtubeiros retardados também).
Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
Faz tempo que não falamos nada dos nossos amiguinhos jóqueis de camelos. Um lugar maravilhoso por aquelas bandas é o Irã, uma teocracia como todas as teocracias (idiota), baseada numa maluquice qualquer que nem eles entendem direito. Isso leva a coisas esquisitas, como a polícia religiosa sair e dar uma de fiscalzinho brasileiro para fechar 547 restaurantes.
Eu gosto de ser divulgador científico. Me dá a oportunidade de ler mais e trazer incríveis descobertas da Ciência, e como esse conhecimento melhora a Humanidade, trazendo desenvolvimento e impulsionando novas técnicas e saberes, melhorando a vida das pessoas. Uma nova pesquisa estava preocupada com o rendimento dos alunos. Pesquisando a fundo, os pesquisadores fizeram sérias pesquisas e concluíram que essas pesquisas pesquisadas levaram à incrível conclusão concluída: adolescente que dorme mais terem menos sono no dia seguinte. Como nunca descobriram isso antes?
Diz que a vida começa aos 40. Depois dos 40 eu só faço trabalhar mais. Ou será que foi depois dos 20? Bem, deixa pra lá. O mundo dos idosos (tem quem chame de “melhor idade”, mas isso só pode ser uma ironia, ainda mais se for idoso no Brasil) não é como antigamente, em que no início do século XX a expectativa de vida era de quarenta e tantos anos. Hoje vive-se mais e melhor (sim, ainda é melhor do que o que se tinha antigamente).