Transplantes de órgãos são processos complicados em todas as partes do mundo. Por “processo” não estou falando da intervenção cirúrgica em si, que é complicada, mas de todo o processo de encontrar um doador, leva-lo até o hospital, fazer os exames necessários e carrega-lo em meio a louvores até o centro cirúrgico. Se não fazem louvores e recitam cânticos de agradecimentos a alguém que decide dar um dos seus órgãos a uma outra pessoa, não é comigo, ainda acho que eles merecem.
Conseguir doadores é, talvez, a parte mais difícil. Não basta querer doar, tem que ser compatível. Além disso, normalmente os mais pobres têm acesso, mesmo sem levar em conta que assim como nos EUA, no Brasil a venda de órgãos é proibida por lei (sim, eu sei). Aí, duas almas cândidas e idiotas acham que poderia haver algum tipo de “pagamento” aos doadores, desde que não seja por meio de dinheiro. O que poderia dar errado?

Eu já noticiei antes, mas vamos pra mais uma notícia da série “Parabéns, Retardados”. Segundo a Organização Mundial da Saúde, os casos de sarampo aumentaram em 30% no mundo todo. Ótimo, né? Mas aqui no Brasil está tudo tranquilo, né? Se você acha que é tranquilo a ocorrência de mais de 10 mil casos de sarampo e 12 mortes pela doença até agora, então, ótimo, né?
Tem muita coisa que eu critico nas religiões, principalmente quando usam seu poder e influência para conseguir fechar com suas agendinhas. Entretanto, religiosos podem, sim, fazer coisas boas,
Você pode pensar que o ambiente hostil do Espaço não abrigaria formas de vida de qualquer forma. Pros próprios astronautas estarem lá já é um problema. Então, é pouco provável que não haja microorganismos, certo? Bem, se você pensou nisso, você é um idiota, já que quanto mais simples o organismo, maior será a chance dele sobreviver em qualquer lugar. Que o diga extremófilos na beira de um vulcão submarino.
Existe burrice, existe estupidez, existe boçalidade, existe gente que vai pro Maraca ver final de Brasileirão com Vasco e Flamengo e aparece no lado da torcida do Flamengo com a camisa do time cruzmaltino. Tem gente que resolve ser terrorista. Tem gente que acha que ser professor é uma boa ideia e tem gente que acha maneiríssimo ir filmar traficantes numa festa de rua achando que não vai pegar nada. Agora, ninguém chegou ao nível hard de burrice do nível de um camarada chamado John Allen Chau. Ele era (notem o tempo verbal) um missionário cristão, o que já mostra que ele tem (na verdade, tinha) probleminhas. Ele achou que era uma EXCELENTE ideia ir catequizar uns índios no meio do mato numa ilha esquecida por Deus e nem o Diabo queria chegar perto.
Quem tem filhos pequenos sabe que aquelas criaturinhas são minúsculos avestruzes que engolem de tudo. Não podem ver nada que colocam na boca. Se bem que certas moças que eu conheço também, mas deixemos isso de lado. Assim, criança não pode ver nenhum brinquedinho que – GLUP! – coloca na boca e engole. E quem é campeão nisso? Legos, obviamente!
Religiosos fanáticos têm um sério problema. Acham que só porque eles são surtados, covardes e medrosos, todo mundo é como eles. Daí, fazem ameaças vazias das que ELES têm medo, mas não os que não creem em suas baboseiras.
Eu gosto de ver certas almas puras. Elas acham que podem dar as mãos, cantar musiquinha lindinha e <PLINK> tudo fica maravilhoso. Ai-Ai! Aí, o que faz o André? Vem com aquela coisa chata chamada REALIDADE e a esfrega na cara de todo mundo. Imaginem que montaram um Instituto visando combater a pseudociência e fazer com que o SUS pare de ofertar tratamentos “alternativos”, como Toque Terapêutico, dança holística, homeopatia e outras bobagens. É um motivo nobre, uma causa justa e um glorioso tempo perdido. Mas quem sou eu para acabar com o sonho fofo das pessoas?