Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), solicitando uma verba altíssima (10 dólares da época) para a construção de um… foguete. Ernest Allen, chefe do Departamento de Verbas de Pesquisa, apresentou a carta em uma reunião e os cientistas lá resolveram fazer uma vaquinha e mandaram os 10 merréis pros garotos. Eles ficaram felizes e conseguiram construir o foguete. Leiam o texto do Cardoso ou quebro as suas pernas.
Leram? Ótimo. Alguns de vocês devem estar pensando que isso é coisa de antigamente, e que hoje bilionários não gastam rios de dinheiro em entidades filantrópicas. Entretanto, um menino de 14 anos e fã de Fórmula 1 (coisa que eu não vejo a menor graça) resolveu pedir uma mão biônica ao chefe de equipe da Mercedes e…
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Hélios é a personificação do Sol. Embora, às vezes, associado a Apolo (que chegou a perder a cabeça por Aquiles), Helios é uma divindade que retrata o poder do Sol, tal qual Guaraci. Filho dos titãs Hipérion e Teia, Hélios tinha como irmãos Eos, Aurora e Selene, a Lua (ou Jaci, dependendo do mito que você mais goste). Ele está a serviço de Zeus, o deus pegador, e com seu carro de fogo percorre os céus. Se fosse um barco, ele teria outro nome, seria outro mito e este artigo não teria o menor sentido, então, vamos deixar Tolkien descansando de lado um pouquinho.
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.
O que difere os seres humanos do mundo natural é que não precisamos desenvolver tecnologias na base da Seleção Natural, onde as modificações são lentamente testadas, descartadas, testadas de novo ad infinitum, até que algo mostre que é realmente útil e faz diferença para o determinado ser vivo. Obviamente, isso não adiantará muito se ocorrer algum desastre natural que acabe dizimando quase tudo pela frente, ou alguma mutação doida crie uma cilada evolutiva. Não, nós não precisamos o velho sistema de tentativa-e-erro,e se a Natureza fez o favor de ir testando e selecionando ao longo dos bilhões de anos de história evolutiva, só mesmo um idiota começaria a reinventar tudo do zero, e foi isso que os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, fizeram: tomaram pássaros como modelos, onde alguns loucos estudam maravilhosas máquinas voadoras.
Enceladus é, na minha opinião, a mais bela e enigmática lua de Saturno. Nos habituamos a falar “lua” para nos referir aos satélites naturais. A saber, só existe UMA lua no Sistema Solar, e é a nossa Lua; só que Enceladus não tem muito a ver com a nossa Lua. Pelo menos, uma coisa é bem diferente entre os dois astros: a Lua não possui gêiseres nem é feita de água. Mas Enceladus, sim, o que foi uma grande surpresa para os astrônomos. Mas que segredos se escondem
Ao contrário do que você possa pensar, estes nanomateriais não são exatamente células como as que você tem. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, conseguiram produzir um material eletrônico sensível à pressão a partir de nanofios semicondutores. A maravilha deste brinquedinhos é que ele é sensível à pressão, ou seja, poderá dar respostas a impulsos gerados por simples toque, sinalizando uma possibilidade de substituição de tecidos epiteliais danificados por queimaduras.
Neurobiólogos alemães estudam como se pode melhorar a visão de dispositivos robóticos. Como ainda não dispõem de cérebros positrônicos de platinirídio, ainda está cedo para termos um senhor Data, mas podemos ter pequenos robôs voadores, capazes de se deslocarem pelo ar tranquilamente. O problema é na questão do campo visual. para tanto, o estudo se direcionou para uma das melhores ferramentas visuais existente no mundo natural. Não o olho humano, notadamente uma gambiarra evolutiva com um tosco ponto cego divinamente planejado por um desenhista míope. O órgão escolhido foi o olho de um himenóptero m particular: abelhas.
Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza,
Imagino que vocês devam se lembrar quando eu postei sobre a