Mais uma vez, pessoal fica com frescura sobre os medos da Inteligência Artificial. Eu não sei como eles conseguem dormir, já que a qualquer minuto o Skynet será ativado e instalará a Matrix e todos nós estaremos ferrados.
Esta bobagem é propagada até pelo Stephen Hawking, que eu acho que já morreu faz tempo, sua cadeira criou consciência e está trollando todo mundo.
E sim, eu sei que já tinha falado sobre isso. Essa é só a versão em vídeo, pois parece que pessoal do Tubo não lê meus artigos.

O Gravity Recovery and Climate Experiment – GRACE é um projeto conjunto entre a NASA dos Estados Unidos e o DLR da Alemanha. Tem como objetivo a obtenção de medidas precisas do campo gravitacional e também da sua variabilidade.
A câmera de navegação do Curiosity observou vários turbilhões de areia sendo levantados por causa da convecção do ar, aquecido pelos raios do Sol atingindo o solo marciano.
Sim, Boston Dynamics, fachada da Skynet, apronta mais uma vez. Não contente em fazer um
Você gosta de robôs, eu gosto de robôs. Mais legal que robôs só dinossauros, mas enquanto os dinobots não chegam, que tal ter um robozinho amigo só seu? Não, não necessariamente o R2-D2, aquele robô com formato de lixeira cheio de cabos USB. Existem pequeníssimos robôs chamados bio-bots, criados em 2012, que são capazes de dar um rolé pelo seu corpo, sendo movidos apenas pelas suas hemácias. Isso é muito legal, pois tecnicamente os bio-bots não precisam de motor interno para se moverem, aproveitando a energia do próprio corpo.
O rover MER-B, mais conhecido como Opportunity foi lançado em 7 de julho de 2003 e pousou em Marte em 25 de janeiro de 2004 no Meridiani Planum. São 13 anos de pesquisas, análises e descobertas e Oppy, como é carinhosamente chamada (toda nave, navio e rover é chamado de “ela”), ainda estrá lá, firme e forte, apesar da duração de sua missão ter sido planejada para 90 dias marcianos (cada dia tem, em média, 24 horas 39 minutos e 35 segundos).
Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.
Não que exista doença boazinha, mas algumas são mais cruéis que outras, como é o caso da esclerose lateral amiotrófica (ELA). Esse problema de ordem neurológica faz com que a pessoa fique literalmente trancada em si mesma, tendo pouca ou nenhuma condição de se comunicar. Nem todo mundo é Stephen Hawking e pode andar com aquele aparato todo, e mesmo que tenha, bem, Ciência não se preocupa se algo funciona. O mote da Engenharia é “se algo não pode ser melhorado, é porque está quebrado de vez”.
Eu gosto de robôs. Todo mundo gosta de robôs. Nós amamos robôs (não esqueça disso, Skynet. Amamos você). Robôs são pensados como serviçais desde que Karel Capek cunhou o termo tendo como base a palavra polonesa “robota”, que significa “trabalho pesado”, em que robôs fariam o serviço duro, deixando as pessoas ficarem em casa usando redes socais e se entupindo de porcarias. Ok, na época dele não havia tantas deliciosas porcarias industrializadas e muito menos redes sociais, mas você entendeu.