Boston Dynamics está enganando todo mundo. Eles vendem esse negócio de pesquisa e desenvolvimento em robótica, prometendo melhorar o mundo. O que aqueles pulhas estão fazendo é nos deixar afeiçoados aos robôs, para que a dominação global comece facilmente e ocorra o Apocalipse Robótico.
Agora, eles estão apelando pro pessoal que adora dinossauros (todo mudo adora dinossauros. Se alguém não gostar, essa pessoa tem problemas. Fique longe dela) e criou um pequeno braquiossauro capaz de derreter nossos corações, e ajudar a nos exterminar.
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A cada dia, nós avançamos um pouco mais no entendimento sobre como nosso cérebro (ou o cérebro de qualquer coisa que simplesmente respira, como comentaristas de portais de notícia). Ainda falta muito, é verdade, mas todos os dias, nós recebemos notícias de avanços na área da neurociência, como o caso de duas universidades japonesas que desenvolveram um sistema ligado a um animal, que monitora como neurônios deste se comportam quando está em movimento.
Eu acho que cada um tem o direito de acreditar no que quiser. Se você arria despacho ou reza pra action figure do Nazareno Mágico, quem sou eu para criticá-lo? Cada um paga o mico que quiser, mas tem horas que o que já era ridículo cai para as raias do absurdo.
Os EUA – vocês não acharam que eu ia falar do Brasil, né? – tem vários defeitos. Um deles é o Ken Ham e o Bible Belt. O sistema educacional é falho em muitos pontos, como na hora de escolher livros didáticos, não raro feito por comissões constituídas por gente burra, estúpida, ignorante e totalmente idiotas e… Ops, desculpem. Tem idiotas que acham que divulgadores científicos não podem dizer que pessoas burras são pessoas burras. My bad. (Sim, eu sei que você está lendo isso. Beijo na irmã!)
Você já deve ter visto a quantidade de matérias e notícias sobre o caso envolvendo a Tay, um chatbot com algoritmos de aprendizado de máquina que era projetada para aprender e aumentar seu vocabulário conforme vai se comunicando. É uma ideia linda, ainda mais porque o chefe DVDM tinha ido pegar um café. Quando voltou era tarde demais pro Departamento do Vai Dar Merda fazer alguma coisa. Tay estava apresentando discurso de ódio, preconceituoso e até sendo favorável ao Trump.
As pessoas ainda não entenderam para que serve a tecnologia. Não entendem que as ferramentas existem para nos ajudar no trabalho que deve ser nosso, e não substitutos. No mundinho 2.0, querem que nossos computadores, tablets e smartphone façam tudo, que adivinhem tudo, que nos auxiliem em tudo. caímos para uma geração indecisa, com amor próprio em declínio e auto-estima praticamente inexistente.
Muitas vezes as pessoas confundem camuflagem com mimetização. Camuflagem é quando seu padrão de cores se mistura com a do ambiente, como leões em plena savana africana. Já a mimetização é quando o animal mimetiza, isto é, imita algo ao seu redor, como aranhas que se parecem com formigas, como a Myrmarachne plataleoides. Mas o clássico mesmo é o chamado bicho-pau, um artrópode insecta da ordem Phasmatodea. Ele tem este nome por ser parecido com um graveto, não necessariamente um pau, dada as dimensões. E por isso é chamado de stick insect. Esta gracinha chega até a 18 cm e nessa altura você está fazendo mil e uma piadinhas a respeito do bicho. Quando parar com a infantilidade, eu continuo.
Inteligência Artificial é algo que vem sendo pesquisado há muito, muito tempo; e continuará sendo pesquisado por mais tempo ainda. Dois dos pioneiros em pesquisa de IA foi
Existe uma ampla gama de parasitas. São parasitas de todos os tipos, não raro, sacneando seu hospedeiro. Alguns desses parasitas só atacam mulheres. Ficam lá crescendo, mudando toda a sua buiquímica, ferrando com seus hormônios, aarretando ganho de peso, mudanças no humor, saúde debilitada, anemia, dores nas costas, desconforto pra dormir etc. Aí, quando a gente arranca o parasita fora (ou quando ele mesmo quer sair), fica um monte de gente com cara de babaca rindo para aquela coisa cabeçuda, com cara de joelho, e as avós brigando se ele se parece com o pai ou com a mãe.
O mundo desabou na cabeça do capitão Trevor Greene, do Regimento de Infantaria