Volta e meia alguém aparece com um robô novo. Não-raro, eles são bioinspirados, o que faz muito sentido, já que a Seleção Natural vem testando os formatos que funcionam, descartando os seres vivos que não dispõem de formas capazes a garantir a sua sobrevivência. Alguns projetos são de robôs-cobra, outros de robô-peixe e até robô-dinossauro. Poucos exploram um formato de artrópodes, ainda mais quando eles possuem muitas pernas. Nisso, a City University os Hong Kong (doravante chamada de CityU) promete ser diferente ccom oque eu chamo de robô-lacraia (vai, robô-lacraia! vai, robô-lacraia!)

Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.
Eu não sou de Humanas, sabe? Eu não consigo ter a evolução mental e filosófica para entender certos vieses neoclássistas e como intelectuais austríacos viam o mundo, refletindo sobre as condições birguesas e o avanço da sociedade eugenista. Eu não consigo, portanto, ver nada de ruim em próteses, apesar de alguns acharem que isso é apenas externar eugenia e preconceito. Próteses são uma forma de fazer pessoas que perderam membros terem uma vida melhor, e viverem melhor consigo mesmas.
A Voyager 1 é uma sonda fantástica. Lançada em 5 de setembro de 1977, está a absurdos 21 bilhões de quilômetros da Terra, ou cerca de 141 vezes a distância entre a Terra e o Sol, viajando a uma velocidade de mais de 60.000 km/h. Alguns dizem que ela já saiu do Sistema Solar e já está no Espaço interestelar, mas isso ainda é discutível. Não se sabe ainda os limites de nossos Sistema. No entanto, ainda podemos comunicar com a Voyager através dessa distância.
Mecenato sempre foi algo legal. Os ricaços pagavam a pintores, escultores e faz-tudos em geral para produzir obras monumentais. Depois, os mecenas viram que Ciência era legal e arte virou muito mainstream. Daí passaram a financiar cientistas. Hoje, os ricaços como Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson olham pro Espaço e pulam de contentamento. Sim, o Espaço, a Fronteira Final virou playground de gênios, bilionários, playboys e filantropos. Agora, temos outro na jogada: Um russo, o que estava demorando, afinal, eles conquistaram o espaço primeiro. No caso, a figura atende pelo nome de Yuri Milner e sua ambição é a lua. Não a nossa, mas o satélite saturniano Encelado.
Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.
O asteroide 101955 Bennu foi apelidado pelos jornaleiros retardados de “asteroide do fim do mundo”, como se aquela joça fosse cair aqui, quando a probabilidade é de ridículos 0,07%. Ele tem um diâmetro médio de cerca de 492 metros e a NASA está muito interessada em saber do que ele é feito.
Várias missões de exploração e observações sugeriram que Marte, um dia, já teve um clima quente, capaz de ter oceanos de água líquida em sua superfície. Para manter Marte quente seria preciso uma atmosfera densa com um efeito estufa suficiente; o problema é que sua baixa gravidade tem probleminhas para manter uma atmosfera lá. Seu núcleo morto não é capaz de gerar uma magnetosfera como a da Terra e o açoite por partículas de alta energia provenientes do Sol contribuiu para mandar uma atmosfera que ele tinha e era “mal presa” embora. Pobre Marte.
O Irma está descontrolado nos EUA.