Dando uma repassada no insano submundo imundo de Hades chamado Twitter, vi um comentário da @fatimatardelli que mencionava uma reportagem tosca (como é de praxe no meio jornalístico) sobre o fim da obrigatoriedade do uso da letra cursiva nos colégios. Em resumo, isso se deve ao fato (?) de todos os quase 7 bilhões de pessoas usarem computadores, celulares e trecos informáticos em geral. Não que se cogite, ainda, uma idiotice dessas no Brasil, mas com o histórico imbecil que o MEC tem, não duvido nada que alguma psicopedarretardada veja que isso ajudará ao educando a… bem, não sei, mas ela achará que ajudará em algo.
Continuar lendo “Fim da letra cursiva nos colégios: Analfabetos agradecem”

Suponha que você seja um agricultor e que queira ficar rico disso (o que denota graves problemas mentais, ainda mais se você morar no Brasil com seus atravessadores ladrões). Você não só terá que lidar com o problema das pragas, o solo, adubagem e o pessoal do MST invadindo sua terra. Você terá que conhecer as épocas ideais para plantio. Se você quiser plantar abobrinha, você deve saber que a melhor época se dá entre agosto e fevereiro. De fevereiro a julho é a vez do repolho (para mais datas e hortaliças, consulte
Bom dia, senhor Phelps.
ESO é o acrônimo de
Meu primeiro computador era um 586 — 133MHz, com 8MB de memória e HD de 1 GB. Veio junto um monitor CRT de 14 polegadas (aspas são símbolos normatizados para
Estamos no mundo 2.0, com uma política do século X. Enquanto os sans culottes trabalha dia e noite, a aristocracia precisa estar antenada aos novos modismos. E que modismo melhor seria do que ficar com a bunda pendurada nas malditas redes sociais, falando besteiras? Sendo assim, nada mais natural que os expressivos representantes da massa ignara quererem estar conectados 24/7 no mundo digital; e, para isso, precisam acessar seus Facebooks da vida e seus Twitters. Como são pobres, coitados, precisam ser subsidiados. Resultado? A Assembleia Legislativa de Goiás entrou com uma ordem de licitação para compra de smartphones para dar de presente aos digníssimos deputados.
Eu fico contente em saber que vivo num mundo onde a Evolução não existe. Tudo maravilhosamente imutável, onde as espécies não sofrem nenhuma mudança e as pragas podem ser facilmente controladas, pois o mesmo remédio pode ser usado várias vezes, aniquilando de vez aqueles seres malévolos que causam doenças. Infelizmente, bactérias ateias não se dão conta disso e continuam sofrendo mutações, muitas vezes ajudando-as a sobreviver e causar mais problemas ainda, pois deixam de ser vulneráveis aos antibióticos mais fortes, e isso acontece desde muito antes de Noé ter visto a primeira chuvinha de verão ou mesmo do Homo sapiens ter dado as caras nos quintais de acá.
Eu sou um defensor da Ciência. É ela que nos diferencia dos outros animais, pois um chimpanzé até pode fazer ferramentas, mas apenas seres humanos questionam o seu funcionamento e procura melhorá-las. Eu achei muito estranho a notícia que a Ciência Hoje trouxe (por sinal, MUITO mal escrito!). Segundo a reportagem, uma pesquisa diz que dependendo da escolha de uma determinada religião, partes do cérebro podem ficar atrofiados. Estou esperando ver quando isso sairá no Terra…
Eu não gosto de televisão. Nada contra, eu só não aprecio o que é apresentado em maioria. No máximo, eu curto filmes e documentários. Eu ADORO documentários. Vejo de tudo, nem que seja para falar mal depois, frente ao monte de besteiras que são apresentadas (estou olhando para você, Zeitgeist!) Nunca pensei em computadores como ferramentas para aprendizado, apenas. Eu, particularmente, acho que eles mais atrapalham do que ajudam, e isso é devido à mentalidade de alunos e de alguns professores. Como toda ferramenta, o PC pode ter dois usos, e se você acha que ferramentas não inspiram usos errôneos, pergunte ao macaco que descobriu que usar um osso da perna para baixar a porrada nos seus coleguinhas o que ele acha.
O menino que não gostava de inverno sempre pensou que esta era uma das piores estações do ano. Ele sempre o imaginou como sendo algo lúgubre, escuro… Os dias curtos e as longas e frias noites causam arrepios, não só pela baixa temperatura, mas pelo medo ancestral. Ainda assim, os fantasmas só existem em nossas mentes e quando o jovem visitou as montanhas Caskill, a noroeste da cidade de Nova York, ele viu algo nas árvores que seria a chave para o aumento da eficiência de células solares.