Tia Dilma e seus péssimos discursos foram afastados enquanto julga-se o Impeachment, num movimento de golpe pelo qual a Presidência foi destituída, esquecendo-se que poderia ter convocado as Forças Armadas para defender o país de um Golpe de Estado, que foi assim nomeado pela imprensa internacional, se você considerar apenas o Huffington Post. O maravilhoso golpe seguindo os ditamos da Constituição e determinado por representantes escolhidos pelo povo. Claro, eu não nasci ontem e sei o que tem em jogo ali é poder, mas as pessoas são muito afoitas em ver as coisas e não analisá-las.
Tio Temer, agora sentado no Trono de Ferro, já fez a sua equipe ministerial. De novo, começaram os problemas e o pessoal reclamando.
Mas do que é que estão reclamando?
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Combater o câncer não é fácil. Sendo uma doença muito danosa, não dá pra tratar apenas com algumas pilulinhas e uma promessa. É preciso armamento pesado. A radioterapia e a quimioterapia são este armamento. É a nossa melhor arma atualmente, com funcionalidade comprovada. Claro, não sou idiota de dizer que eles não deixam sequelas. A quimioterapia entra como um zagueirão de time de segunda divisão que vem varrendo tudo, até os colegas de seu time. É um preço a ser pago ara melhorar, mas para quem está sendo tratado, é muito, muito pior do que estas palavras podem traduzir, reconheço.
Todos os dias, várias pessoas se acidentam, ou são acidentadas de propósito, se me compreendem. São batidas de carro, surras, quedas, catástrofes naturais e toda sorte (deveríamos dizer “azar”, mas não foi eu quem inventou a língua) de coisas erradas que podem ferrar com o nosso corpo, principalmente nossos ossos. Mesmo porque, ossos – se você se lembram das aulas do Ensino Fundamental – protegem nossos órgãos, nos dão sustentação e ajudam na locomoção. Uma fratura já não é brincadeira, quanto mais acidentes mais graves; e se levarmos em conta a demora na recuperação, sendo pior ainda com o avanço da idade, temos que arrumar uma maneira de restaurarmos esses ossos.
Alimentar milhões e milhões de pessoas não é fácil. Claro, vocês pensam que é um caso simplesmente de plantar mais umas alface, umas couve, uns tomatinhos na faixa. É compreensível, ainda mais vindo de gente que mora em apartamentinho e nunca plantou um feijãozinho no algodão molhado. Agricultura é bem mais complicado que isso, ainda mais levando em conta que qualquer atividade humana gera impacto ambiental.
A ironia costuma ser bem irônica. Alfred Nobel, inventou da dinamite, depois de ter feito fortuna usando sua técnica para estabilizar nitroglicerina foi tratado com essa mesma substância, pois ela é vasodilatadora e, assim, serve como remédio para algumas doenças do coração. A radiação dos compostos como urânio, polônio e rádio, assim coo comentários de sites de notícias, dão câncer,e foi assim que Marie Curie acabou adoecendo e morrendo. Hoje, usamos radiação para tratar câncer e mandar aquelas células elouquecidas pra vala.
Nosso mundo tem sede de energia. A população crescente demanda mais e mais energia, nem que seja para iluminar nossas casas ou carregar nossos celulares. Com o advento de mais e mais dispositivos, mais é necessário carregadores e mais ainda de fontes que gerem energia elétrica para que possamos carregar as baterias de todos esses trecos.
Os anasázis era um grupo de nativos-americanos, que viviam na região sudoeste do atual Estados Unidos da América. os primeiros assentamentos datam de cerca do ano 100 AEC e seu florescimento durou até o início do século XIV, em que eles sumiram misteriosamente. PUF! Ninguém sabe quem eram, não se sabe nem como eles mesmos se chamavam. Os navajos os chamam de Anaasází (“ancestrais de nossos inimigos”), mas outros os chamam de Povos Antigos e, mais tarde, de Pueblos (“aldeia” ou “vila”).

Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.